Clube das Cabeludas, episódio 6: transição capilar e big chop da Juliana

A Juliana é chef de cozinha vegana e resolveu voltar ao cabelo natural ondulado após 15 anos de progressiva, sem saber que estava fazendo a transição capilar. O cabelo dela, que é superfino, ficou ainda mais frágil por conta da química. O desafio era cortar o máximo possível para tornar o dia a dia mais prático, já que ela passa a maior parte do tempo de touca, por conta do seu trabalho.

 

O vídeo completo da transformação da Juliana:

 

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Clube das Cabeludas, episódio 5: desprogressiva, transição capilar e big chop da Samara

A Samara estava em transição capilar e acreditou que teria seus cachos de volta com a “desprogressiva”, que é na verdade um tipo de permanente (ou seja: mais uma química e não tira a progressiva!). Confira o que isso provocou no cabelo dela e veja como um bom corte e produtos adequados ajudam na transição capilar gradual.

 

O vídeo completo da transformação da Samara:

Se você também está passando pela transição capilar e quer concorrer a um big chop, compartilhe uma foto que mostre a dupla textura do seu cabelo e a história da sua transição, usando a nossa hashtag: #ClubeDasCabeludas.

As melhores histórias, de qualquer lugar do Brasil, vão receber produtos Bio Extratus e uma delas vai ganhar uma viagem a São Paulo para fazer o big chop e gravar um vídeo da nossa série!

Serão consideradas as postagens públicas (não temos como visualizar os perfis fechados), até o dia 1º de dezembro de 2017.

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Clube das Cabeludas, episódio 4: transição capilar e big chop na gravidez

A Cíntia decidiu parar de alisar o cabelo quando descobriu que estava grávida. Passou 11 meses em transição capilar e publicou a história dela nas redes sociais com a hashtag #ClubeDasCabeludas. Ela se emocionou ao falar que quer seu filho crescendo com uma mãe empoderada e cheia de autoestima!  =)

 

O vídeo completo do big chop da Cíntia:

Você também está em transição capilar? Quer concorrer a um big chop? Compartilhe uma foto que mostre a dupla textura do seu cabelo e a história da sua transição, usando a nossa hashtag: #ClubeDasCabeludas.

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Cabelo novo, percepção nova

Lembram que eu falei semana passada que eu ia mudar? Pois bem, mudei! Finalmente consegui tirar um tempo no sábado – ou melhor, consegui ajustar a agenda do marido com a do salão, afinal, precisava que ele ficasse com o Arthur – para fazer meu cabelo.

Enquanto estava no caminho, com a linha completa de coloração que a Bio Extratus me enviou para experimentar, cruzei com uma frase que até postei no insta onde dizia: “não é mudando que você se ama, é se amando que você muda”. E isso nunca fez tanto sentido.

 

Porque talvez vocês não saibam, mas eu já tive o cabelo com uma cor parecida com essa. Eu estava com 19 anos, vinha do ano anterior enlouquecida com o vestibular, engordei, não tinha mais roupa, não sabia quem eu era e resolvi pintar o cabelo porque estava insatisfeita, sem me reconhecer. Queria me achar e depositei todas as minhas esperanças na mudança capilar.

 

Só que isso não aconteceu. Por isso mesmo, acho que mudar não adiantou muita coisa naquela época. Depositei o pouco da minha autoestima nisso, mas tinha tanta coisa desajustada naquele contexto que a mudança capilar foi efetiva até certo ponto.

 

Só que, agora, meu objetivo foi outro: eu quis mudar porque eu estava muito segura de mim. Eu queria mudar porque minha relação com o meu cabelo está em sua melhor fase – então, por que não experimentar algo novo?

Na verdade, a referência que eu tinha era algo muito mais claro do que está (eu usei a tintura 9.4, louro muito claro acobreado). Só que, chegando ao salão, o Rogério – o profissional que mexe no meu cabelo desde que eu cheguei aqui em NY – achou melhor não chegar nessa cor logo de uma vez.

 

Eu estava sem fazer luzes desde dezembro de 2016, o que quer dizer que tinha muito cabelo virgem na jogada, castanho escuro ainda por cima. Para chegar naquele tom eu teria que descolorir e ele achou que seria um procedimento bem agressivo para o estado que meus fios se encontravam. Também demoraria mais e gastaria um tempo que eu não teria naquele dia. Preferi seguir com a opinião do especialista e aí a gente vai clareando com o tempo. Se bobear, é até bom para eu ir me acostumando com as tonalidades ruivas. 🙂

 

Só sei que, quando virei para o espelho, lá estava a Carla com uma cor de cabelo superparecida com a da Carla de 19 anos. Por um segundo lembrei de todo aquele período de insegurança, mas quando olhei de novo, aquela Carla realmente não estava ali.

 

E quanto ao cabelo em si? Para começar, eu fiquei espantada que a cor conseguiu chegar nesse tom logo de primeira. Ainda não é a cor final e ainda está mais escuro do que eu tinha planejado, mas levando em conta que não usamos descolorante, eu achei muito bom. Mas o principal é: eu tô apaixonada pelo toque! O tutano na fórmula, exclusividade da Bio Extratus e diferencial no mercado, ajuda a hidratar enquanto colore e isso realmente acontece. Lavei dois dias depois de pintar e, quando sequei (tá frio aqui, não tenho conseguido deixá-lo secando naturalmente), ele estava supersedoso, os fios nada embaraçados. O brilho também é notável. Confesso que fiquei pensando em não descolorir, afinal, por mais que eu cuide muito, é normal que resseque demais, coisa que a tinta claramente não fez. Veremos.

 

Aliás, percebi nessa semana que a tinta também está ajudando demais a controlar a oleosidade. Nesse período em que eu estava com a raiz virgem bem comprida, eu cortei um dobrado com ele, porque ela voltou a ficar superoleosa em tempo recorde. A linha Pós-Química de abacate com jojoba – que eu amo – é tão hidratante que a minha raiz não aguentou. A mesma coisa aconteceu com a linha Pós-Coloração, que é ainda mais hidratante e não funcionou tão bem (comecei a usar ela novamente essa semana, vamos ver como ela vai se comportar em outras condições capilares). Tem sido um alívio poder voltar a lavar meu cabelo dia sim, dia não.

Eu estou supersatisfeita com o resultado e feliz por ter escolhido uma cor tão diferente do que eu tenho feito há tanto tempo. Também fiquei chocada com o sucesso que fez no instagram, acho que não lembro de um post meu ter tido tantos likes, tampouco lembro de ter recebido tantas mensagens diretas. Não que a popularidade nas redes sociais influencie minha opinião, mas não nego que é uma injeção de autoestima receber tanta mensagem positiva. 🙂

 

Quem estiver pensando em mudar, sugiro conhecer a linha Bio Extratus Color e conversar com o profissional que cuida dos seus cabelos para, juntos, definirem a melhor ideia para vocês. Juro que não é só porque eles são patrocinadores do blog, mas o resultado foi muito melhor do que eu tinha imaginado, inclusive com a minha percepção. O cabelo novo não foi feito para suprir nenhum amor próprio falho, mas estou amando me enxergar com novos olhos.

 

Clube das Cabeludas, episódio 3: transição capilar e big chop da Fran

A Fran é enfermeira e passou todo tipo de química no cabelo desde criança. Começou com relaxamento, depois alisantes, mechas, luzes, até que quase ficou careca! Depois de deixar a raiz do cabelo crescer naturalmente por oito meses, ela resolveu fazer o big chop e assumir o crespo, que hoje considera parte essencial da sua identidade.

 

Antes do big chop, o cabelo foi lavado com os produtos da linha Botica Cachos e o corte foi feito com o cabelo molhado.

 

O vídeo completo do epísódio da Fran:

Lembrando que você pode concorrer a um big chop e ser uma das estrelas da série! Compartilhe uma foto que mostre a dupla textura do seu cabelo e a história da sua transição, usando a hashtag: #ClubeDasCabeludas. 

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Serão consideradas as postagens públicas, até o dia 1º de dezembro de 2017.

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