Naturalmente Bonita

Vamos Falar Sobre Gordofobia?

6.out.2021

Oi Bonitas tudo bem? Espero que estejam bem e se cuidando

Hoje vamos falar de um assunto sério, a GORDOFOBIA!

Você sabe o que significa? Conhece alguém que sofre gordofobia? Você é uma pessoa Gordofóbica? 

“GORDOFOBIA: Nada mais é que a aversão a pessoas gordas, intolêrancia que causa a exclusão e até violência as tratando como pessoas inferiores.”

Essa ilustração acima foi feita a partir de uma foto minha que foi removida pelo Instagram. A foto em si não expõe nenhuma parte intíma do meu corpo, e é igual a tantas outras disponíveis nas redes sociais. 

A diferença é que ela retrata uma mulher Preta e Gorda, então podemos ver claramante que corpos gordos não são aceitos nem mesmo nas redes sociais. Como uma Mulher Gorda consigo sentir na pele o preconceito das pessoas.

Hoje a Gordofobia é muito mais discutida, por ser um termo relativamente novo é bastente usado e falado, antigamente era bulling e um pouco mais atrás o termo nem existia, as pessoas faziam piadas e chacotas com pessoas gordas e todo mundo achava engraçado.

Muitas vezes esse preconceito vem de dentro de casa e é muito importante sempre deixar claro que comentários sobre nossos corpos não são bem vindos sem autorização.

COMO DETECTAR A GORDOFOBIA?

Qualquer pessoa pode sofrer gordofobia, não existe idade ou classe social. Basta a pessoa estar acima do peso ideal estabelecido pela sociedade como normal ou aceitável. 

Creio que na infância é muito mais grave, pois imagine uma criança em idade escolar sendo agredido verbalmente pelos seus colegas com inúmeros apelidos ou simplesmente ser excluído de todas as atividades físicas por ser “incapaz” de competir por igual com os outros.

Isso acontece porque as crianças desde cedo aprendem e ouvem adultos dizendo que pessoas gordas são incapazes, doentes e “inferiores”. 

Para detectar a gordofobia no dia a dia é muito fácil, basta apenas observar o comportamento de outras pessoas para uma pessoa gorda.

Essa imagem foi impressa em uma cartilha escolar e distribuida para crianças em São José dos Campos -SP (2018)
“A Abeso alerta que pessoas com excesso de peso ou obesidade, regularmente são vítimas de preconceito na família, na escola, no trabalho, nos serviços de saúde, enfim, na sociedade. O preconceito tende a gerar estresse, ansiedade, isolamento social e, consequentemente, agrava a doença.”

COMO COMBATER A GORDOFOBIA ?

O jeito mais fácil de combater a gordofobia é tratar as pessoas Gordas como iguais, afinal tirando o tamanho do nosso corpo somos iguais a qualquer outra pessoa.

As pessoas precisam entender que uma pessoa gorda pode ser totalmente saudável. Estar com seus exames todos ok e levar uma vida comum. Esse preconceito com indiretas do tipo: Mas só estou preocupado com a sua saúde é totalmente infundável. 

Você por acaso vê essas mesmas pessoas saindo em bares onde as pessoas estão bebendo grandes quantidades de álcool e fumando cigarro e fazendo esse tipo de comentário? Claramente essas pessoas olham apenas o fato do tamanho do corpo.

PASSOS SIMPLES PARA COMBATER A GORDOFOBIA OU NÃO SER UM GORDOFÓBICO:

  • NÃO COMENTE SOBRE O CORPO OLHEIO
  • NÃO FAÇA COMENTÁRIOS DE NENHUMA NATUREZA SOBRE O CORPO ALHEIO
  • NÃO SUBESTIME UMA PESSOA GORDA COMO INCAPAZ
  • NÃO JULGUE PESSOAS GORDAS COMO DOENTES
  • NÃO FIQUE CALADO AO VER ALGUÉM SOFRENDO ATAQUES GORDOFÓBICOS
  • NÃO SEJA O FAMILIAR INCONVENIENTE DENTRO OU FORA DE CASA
  • O FORMATO FÍSICO DO OUTRO NÃO TE DIZ RESPEITO
Uma mensagem de autoestima ♥

(Clique aqui para assistir)

A GORDOFOBIA NA MINHA VIDA:

Recentemente sofri gordofobia em uma consulta médica, era apenas uma consulta para pegar um laudo para a vacina. Ao ser chamada pelo médico que estava sentado na sala o mesmo em momento algum dos 10 minutos que permaneci no consultório olhou para os meus olhos. Ele sentado apenas olhava para o meu corpo.

Fez perguntas básicas e na segunda já me perguntou se eu queria fazer bariátrica. Sim! Os médicos receitam essa cirurgia super complexa como se fosse um analgésico. Para eles não importa a vontade da pessoa. a Impressão que passa é que não importa as queixas dos pacientes, tudo sera ligado a obesidade e consequentemente encaminhado para a cirurgia. 

Me senti desumanizada e fiquei muito triste, isso acontece muito com milhares de mulheres, inclusive as inibindo de retornar ao consultório para exames e consultas importantes. Por isso é muito importante humanizar esses atendimentos e que os médicos não sejam gordofóbicos com seus pacientes.

Nas redes sociais eu também sofro com a Gordofobia, sinto qye carrego um fardo ainda maior por ser preta e gorda. Infelizmente as pessoas querem apenas ver Gordos reclamando e mostrando o quanto estão doentes. Se uma mulher gorda é realizada, casada e tem sucesso profissional isso assusta os gordofóbicos. Aprendi ao longo dos anos lidar cada vez melhor com os ataques. Claro que eles ferem e machucam, quem gosta de ser atacado e saber que seu corpo é pauta para pessoas horríveis. 

Mas hoje eu entendo que esses ataques dizem muito mais sobre as pessoas que o fazem. Esse tipo de comentário e ataque não vem de alguém que está feliz. Por isso tenha sempre em mente que essas pessoas estão infelizes e querem fazer o mesmo com você. Não aceite!! Se posicione!!!

A Gordofobia muitas vezes vem dos proprios Pais, da Mãe, do marido… recebo centenas de relatos todos os anos e fico triste por cada pessoa que sofre com essa maldade. Mas é importante a gente sempre debater sobre esses assuntos para concientizar cada vez mais pessoas.

Nesse post em específico eu trouxe o lado mais humanizado, em uma pesquisa rápida pela internet podemos encontrar inúmeros artigos sobre o tema. Encontraremos relatos, estatisticas e estudos mas achei melhor falar aqui de uma forma mais simples a acessível.

Você pode compartilhar esse post com alguém que precise ler. Comenta aqui nos comentários se você já sofreu ou sofre gordofobia se sentir a vontade.

ESpero que esse post possa ter te ajudado de alguma maneira.

Obrigada e até o próximo.

Beijão

Mel Soares

GirlBoss •Fashion•BodyPositive

Quem é você por trás de um @?

20.ago.2021

O recurso da repetição é poderoso e tem a capacidade de gerar conceitos. Essa noção é fundamentada em todas as coisas que você sabe hoje sobre o mundo, as pessoas que você ama, as pessoas que você nem conhece e até sobre você. Você aprendeu o que é o preto e o branco, o que seria o certo e o errado, o que cada palavra significa e como ela se aplica a uma bagagem que é só sua e depende de milhares de fatores.

A cultura é viva, depende do tempo, espaço e principalmente das pessoas, por isso o que você sabe não é necessariamente um verdade universal em relação a tudo, é somente o quadrado que a sua janela do trem pode te mostrar durante a viagem. E muitas vezes a sua vista é diferente da de quem está bem ao seu lado.

Viver em sociedade com responsabilidade, respeitando o espaço, a particularidade e o DIREITO do outro de ser quem se é deveria ser premissa básica daqueles que se dizem pessoas de bem. Afinal, o que é ser do bem, senão fazê-lo?

A construção de um indivíduo empático passa primordialmente pela sensibilidade de reconhecer que existem realidades diferentes das suas, que existem corpos diferentes dos seus, que não estamos todos no mesmo barco e que a dor não é um sentimento regulamentado, que pudesse ser acolhido ou vivenciado de forma padrão.

E por falar em padrão, o que você sabe sobre ele?

Nascer e crescer mulher negra em uma sociedade racista e sexista é lutar constantemente contra violências de diversas formas, inclusive as simbólicas. Desde muito novas, meninas negras escutam sobre como os seus cabelos naturais são “ruins”, “mal cuidados”, “feios”, ou “errados”, por exemplo. E essa mensagem não some ao longo do tempo, ainda que se compreenda a potência racista nessas falas, a mulher negra segue lidando com os gatilhos dessas violências em sua vida adulta.

Então você que lança comentários como esse, mesmo que de forma “despretenciosa”, através de publicações em redes sociais, é sim responsável por rememorar todas as dores, desde os xingamentos, opressão, o não-pertencimento, submissão a procedimentos químicos, apagamento histórico, distanciamento da ancestralidade e muitos outros. A sua palavra é instrumento de dor, ao passo que resgata uma vivência violenta que se tenta superar.

Quem é você por trás de um @?

Há muito tempo já passamos da fase de acreditar que a internet é uma terra sem leis. As angústias que você provoca online afetam pessoas reais, as alegrias que você compartilha dão energia a pessoas reais, os desabafos que você divide sensibilizam pessoas reais e, não menos importante, os crimes que você venha a cometer também terão impactado pessoas reais, você precisará ser julgado em condições reais e as consequências dessas atitudes recairão sobre uma vida completamente real.

Além disso, já parou para pensar no quão egocêntrico é achar que a sua régua para a dor é capaz de dizer o que outra pessoa deveria ou não sentir? Especialmente sobre uma dor que você nem conhece.

Nesse trem, você não pode sentar na cadeira de outra pessoa e saber exatamente o que ela viu e viveu durante a viagem, mas lhe cabe, no mínimo, respeitar as histórias que ela conta ao desembarcar, porque essas histórias representam vida e importam.

Seja na internet a pessoa de bem que você diz querer ser fora dela, afinal de contas, da mesma forma que o seu perfil é alimentado e guiado por alguém cuja individualidade merece ser celebrada e respeitada, à sua frente estão pessoas (não somente perfis) exatamente com os mesmos direitos.

Lembre-se que não se pode ser do bem fazendo mal ao outro.

Joicy Eleiny

Joicy Eleiny, pernambucana nascida no interior e morando na capital. 21 anos, mulher negra, crespa e LGBT compartilhando empoderamento e provocando discussões acerca de suas lutas principalmente atra...

Gordofobia: por que ela é tão nociva para a saúde das pessoas gordas?

13.ago.2021

Você já parou pra pensar no quanto a gordofobia pode ser nociva para a saúde de uma pessoa gorda? Muitas vezes associamos o corpo gordo a falta de saúde. Isso já está intrínseco na nossa sociedade. Inclusive é difícil desvencilhar uma coisa da outra.

Mas é só parar um pouquinho e pensar na diversidade brasileira, na composição corporal diversa que temos, que vemos o preconceito nessa generalização. Até porque no nosso próprio ciclo social sempre tem aquela pessoa com a alimentação repleta de maus hábitos, sedentárias, fumante, com histórico de doenças familiares e que possui o corpo magro. Eu mesma consigo citar uns cinco nomes que se encaixam nisso. O corpo magro delas as torna saudáveis? Não.

Por que a gordofobia nos afasta da saúde?

Mas meu ponto aqui será outro. Eu quero falar sobre o quanto a gordofobia afasta pessoas gordas da busca pela saúde de verdade. Aquela que não se mede só por um número da balança. Como mulher gorda eu te digo que nem todos os profissionais de saúde são respeitosos e éticos quando examinam um corpo maior. Já passei por situações constrangedoras. Por exemplo, uma vez que estava com sinusite atacada, nariz escorrendo catarro verde (perdoe os detalhes, mas eles importam haha). O médico não me examinou e me mandou emagrecer pra não adoecer. Sério.

Não entra na minha cabeça que uma pessoa estudou anos em um dos cursos mais caros e concorridos do mundo pra se tornar um profissional que simplesmente se nega a examinar alguém e resume tudo a virose ou ao peso. O nome disso é: negligência médica.

Na academia também sofremos gordofobia…

Outra situação de gordofobia que como pessoa gorda eu já vivenciei muito é na academia. Eu sempre me exercitei muito. Mesmo assim, desde nova já sabia que aquele ambiente não era pra mim. Os olhares me diziam isso. A atitude dos instrutores comigo me diziam isso. É discrepante a diferença de tratamento em academias, a forma como nos cobram um resultado rápido como se eu tivesse engordado tudo do dia pra noite e como resumem a saúde em emagrecimento e não em se exercitar, mover o corpo, não ser sedentário.

Esse tipo de situação acaba afastando as pessoas gordas da busca pela saúde, por uma boa relação com a comida, pelo não sedentarismo. Pra que vou procurar um médico se vou ser tratada com desdém? Se ele nem vai me examinar? Pra que vou à uma academia se vão me olhar como um animal no zoológico? Lembrando sempre que tratar as pessoas com desrespeito nunca é a solução, ainda mais se você deseja que ela busque por saúde, né?!

Vale a pena deixar de buscar a saúde por existir gordofobia?

Pois eu te digo, minha amiga, não vale a pena a gente se desrespeitar e se matar aos poucos por conta dessa gordofobia escancarada. Mais vale a gente enfrentar, com unhas e dentes e buscar nossa saúde de verdade. Médico gordofóbico? Denuncio no CRM. Pessoa sem noção na academia olhando torto? Problema dela, eu que pago minha mensalidade e ela que lute com o fato de eu estar aqui respeitando meu corpo e meu limite.

Se você deseja ou não emagrecer, por saúde ou estética, é uma escolha sua sobre seu corpo. Ninguém nesse mundo tem o direito de te humilhar, xingar, destratar e não atender por você ter o corpo que tem hoje. Haja terapia pra gente entender isso, né?! Quanto mais a gente se reforça psicologicamente, mais a gente entende que o mínimo que merecemos de nós mesmas e dos outros é respeito. Exija respeito por onde você for sempre!

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Você sabe o que é empatia?

10.maio.2021

Se a gente procurar no dicionário, aparece que Empatia é a capacidade de se identificar com outra pessoa. Capacidade de sentir o que ela sente e de querer o que ela quer. Mas o que isso significa e por que essa palavra se tornou uma das mais faladas e buscadas atualmente?

E qual a importância da empatia atualmente?

Bom, todas nós sabemos o quanto esse momento que estamos vivendo é difícil e desafiador. Temos um problema de saúde pública gigantesco. Somos bombardeadas diariamente por notícias horríveis, vidas perdidas, desemprego e muito sofrimento. Temos os problemas que assolam a sociedade como um todo e os problemas pessoais, que variam de indivíduo para indivíduo.

É importante ter empatia para entender o sofrimento do outro.

Muitas vezes a gente pode estar em uma situação mais confortável, sem muitas questões individuais e grandes problemas pessoais. Dai nos colocamos no lugar de quem está com alguma dificuldade. Tentamos entender aquela angustia e aquele sofrimento para arrumar uma forma de ajudar aquela pessoa. Isso é ter empatia. Ter empatia pelo outro é entender o sofrimento daquela pessoa para tentar ajudá-la da melhor forma possível. É tentar compreender para estender a mão. Ter empatia é ter a sensibilidade de ouvir alguém sem julgamentos.

Tá, mas como eu faço pra ter empatia com o outro na prática?

Quando a gente compreende a dor do outro tentando enxergar a vivência que a outra pessoa teve, percebemos o quanto é múltipla a forma de lidar com alguma questão. Trazendo para um exemplo pessoal, eu sempre falo sobre gordofobia e sobre autoestima nos meus perfis das redes sociais. Um dos temas que já abordei foi sobre gordofobia na família, quando as pessoas que estão próximas de nós são as que mais nos julgam só por termos o corpo que a gente tem. E adivinha? Eu nunca sofri gordofobia na família. Tenho pais que me respeitam e me ensinaram a exigir respeito dos outros, independente de qualquer coisa.

Ser ouvinte e ter empatia com a fala do outro é fundamental.

E como eu consigo falar sobre esse tema sem ter vivido e superado? Pela empatia! A empatia de entender a dor da minha seguidora que vive isso, de saber o que isso causou na vida dela e como isso é a grande causa para a forma como ela lida com o próprio corpo e como ela age às críticas. Me colocar no lugar dessa pessoa para entender a dor dela e ajudá-la é fundamental. Não dá pra fingir que não existe gordofobia na família só porque eu não sofri, certo?

Eu acredito que a empatia deveria ser um exercício diário para todos nós. Sempre que a gente vê alguém passando por alguma situação agindo de certa forma, vale a pena tentar se colocar no lugar daquela pessoa para entender o motivo daquilo. Se colocar no lugar do outro é fundamental para respeitar os processos do outro e conseguir ajudá-lo.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

SER MÃE EM TEMPOS DE PANDEMIA

7.maio.2021

Em 1 ano tanta coisa mudou… Nossas vidas, nosso dia-a-dia, nosso trabalho! Precisamos nos reinventar em todos os sentidos, do mais novo ao mais velho! E se tem uma pessoa que precisou se reinventar, se desdobrar, se formar em diferentes áreas, fazer o dia ter 48 horas, essa pessoa foi a mãe!

Nossa embaixadora Bruna e seus filhos Giovanna e Guilherme

Mãe nunca é apenas mãe! Ser mãe é, por natureza, acumular as mais diversas funções. É saber fazer de tudo um POUCO, mas quando o tudo se torna nada fora de casa e a vida dos seus filhos passa a ser inteiramente dentro da sua casa, essas mães precisam aprender a fazer de tudo MUITO! 

Andreza Goulart, embaixadora Bio Extratus, e seu filho Leo

A mãe precisa continuar sendo mãe, sendo esposa, trabalhadora, mas agora ela também tem que ser a professora da escola, o amiguinho do recreio, o entretenimento no lugar do parquinho, a professora de inglês, de música, psicóloga, médica, o pastor da igreja (ou o cargo que exista na fé dessa mãe e que leve ensinamento para seu filho), tudo para tentar manter aqueles que mais amamos o mais perto possível daquilo que fazia parte do seu dia-a-dia.

Nossa embaixadora Manuela e sua mãe

Além das mães dos pequenos, das crianças e dos adolescentes, as mães de adultos também precisaram se reinventar, aprender a lidar com a saudade, com a distância mesmo que muitas vezes elas estivessem perto de seus filhos. Para isso quem nunca mexeu em um celular, precisou aprender a mexer com a tecnologia, a se contentar em matar a saudade de seus filhos através de uma tela, tudo para proteger quem se ama.

Bruna e sua mãe Ana

Esse ainda vai ser um dia das mães diferente, que muitas mães ainda vão precisar celebrar esse dia especial a distância, mas gostaríamos de deixar aqui o nosso carinho, o nosso respeito a todas vocês por esse dia, dizer que mais do que nunca vocês mostraram força , dedicação, resiliência e amor e que, se Deus quiser, o próximo dia das mães vai ser diferente! Se precisarmos passar por mais um segundo domingo de maio distantes para que ainda tenhamos muitos dia das mães juntos, vamos fazer isso sorrindo, e sem deixar de falar “Eu te amo” para aquela que nos deu a vida!

Nathi Blog, embaixadora Bio Extratus e sua mãe Alexandra

Um feliz dia das mães a todas as mães por tanto amor, por fazerem da felicidade de seus filhos a sua própria felicidade. Que Deus recompense cada espera, cada lágrima, cada renúncia e acima de tudo todo o amor devotado! Que o próximo dia das mães seja ainda melhor e que todas possam comemorar essa data ao lado de seus filhos amados.

Um beijo com carinho!

Bruna Munhoz

Bruna Munhoz, paulista, é formada em Administração Financeira e uma apaixonada por beleza, moda, viagens e tudo que diz respeito ao universo feminino. Dessa paixão, surgiu o desejo de criar o blog...

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