Naturalmente Bonita

3 esfoliações para te deixar nas nuvens

28.nov.2018

Eu sou viciada em esfoliação. De verdade! Amo a sensação ao passar. Parece que a esfoliação me ajuda a focar no meu próprio corpo ao invés de ficar com milhões de pensamentos na cabeça, e isso é um ritual super relaxante para mim. Também amo como a pele fica depois. Lisinha e hidratada, uma delícia!

Por causa disso, eu estou sempre procurando formas novas de esfoliação. E hoje eu vim dividir com vocês alguns dos produtos da Bio Extratus que nunca saem da minha prateleira.

1) Sal Esfoliante da linha Botica Lavanda

Esse é item número 1 e obrigatório na minha lista. Quando estou com pouco tempo, uso no chuveiro depois do shampoo e condicionador, nos minutinhos finais do banho. E a essência de lavanda é a melhor para ajudar no relaxamento. Saio do chuveiro nas nuvens.

Nos dias que eu tenho mais tempo, eu aproveito a banheira e uso o sal esfoliante como sal de banho e fico ali, imersa em água quentinha e com cheirinho de lavanda. Praticamente esqueço da vida, é maravilhoso!

Se você ainda não sabe o poder da lavanda como relaxante, pode ficar por dentro clicando aqui e já pode garantir o seu aqui!

2) Pré-Shampoo esfoliante da linha Detox

Muito antes de eu conhecer os produtos da Bio Extratus (ou seja, há mais de 5 anos) o esfoliante capilar já era uma realidade na minha vida. Eu sempre tive muito acumulo de resíduos no couro cabeludo e a única coisa que me ajudava era esse tipo de produto.

Quando a Bio Extratus lançou a linha Detox, lá em 2015, eu quase morri quando vi que o pré-shampoo esfoliante era uma realidade! Desde então ele nunca mais saiu do meu chuveiro, e eu uso religiosamente toda semana.

A esfoliação é feita de forma suave por causa das sementes de damasco, e ele dá uma sensação refrescante que eu amo.

Se você ainda não conhece o Detox Capilar, te contamos tudo aqui!

esfoliante detox e lavanda bio extratus

.

3) Receitinha caseira: Propomel + açúcar mascavo!

Minha boca descama com facilidade, principalmente no inverno. As temperaturas muito baixas aliada ao tempo muito seco e à calefação deixam minha boca em estado de calamidade. O Propomel é meu aliado na maior parte das vezes para deixá-la hidratada, só que acabei descobrindo uma outra forma de usá-lo. Sim, como esfoliante!

Um pouco de açúcar mascavo (1 parte de açúcar para 2 de propomel) e eu consigo um esfoliante super eficiente, hidratante e a presença do própolis e do mel ainda ajudam na cicatrização dos lábios rachados. Sinceramente, é a forma que eu mais uso hoje em dia, adoro!

propomel esfoliante Bio Extratus

.

Vocês também adoram um esfoliante? Me conta, como vocês fazem com produtos da Bio Extratus?

Se quiser saber como esfoliar a sua pele da melhor maneira, confira esse passo-a-passo aqui!

Carla Paredes Futilidades

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre procurando um equilíbrio saudável entre a vida de mãe e de mulher.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre...

Como Virar Ruiva Fez Com Que Eu Me Divertisse Mais

12.nov.2018

Eu passei boa parte da minha vida com californianas. Apesar das horas na cadeira do salão para retocar as mechas (para mim é a parte mais chata de todo o processo), eu amava a praticidade que era ter um cabelo onde não precisava retocar a raiz e que eu podia esperar de 6 a 9 meses para voltar ali. Mesmo assim resolvi pintar.

De 2 em 2 meses (apesar de já ter ficado 4), lá estou eu, no salão, retocando a raiz. E em uma dessas vezes, meu cabeleireiro me postou no seu Instagram com a seguinte legenda: “ruivas se divertem mais”.

Fiquei pensando nessa frase, que é tão atribuída para as loiras. Fiquei pensando o que o ruivo fez na minha vida. E tive que concordar. Desde que a Bio Extratus lançou a linha coloração e eu vi a gama de cores disponíveis, não tive nem uma duvida da minha escolha: cor 9.4! E apesar de eu usar ela com a OX de 20 volumes – o que dá um tom mais próximo do 8.4 – foi a escolha de beleza mais acertada que eu já fiz. Aqui eu falo um pouquinho sobre a mudança!

ruiva-bio-extratus-naturalmente-bonita

Crédito: Michelle Cadari

.

Já ouvi muita gente dizendo que minha escolha foi ousada. Eu achei ousada também. Eu sou o tipo de pessoa mais discreta, que não usa muitas coisas que chamem atenção, que quase sempre prefere passar despercebida pelos lugares. Mas eu queria algo além, por isso escolhi o ruivo.

As californianas, além de práticas, me davam essa sensação de estar camuflada nos ambientes. Eu só era mais uma mulher com mechas loiras em todos os lugares que eu ia. Hoje, tem muitas vezes que eu sou a única ruiva. Se eu to com o cabelo recém pintado e o ruivo está mais acobreado que nunca, então, isso chama muito a atenção. Mas não me importo, lá estou eu me divertindo. E o melhor? Mais segura do que nunca!

Me divirto mais porque descobri esse lado meu que não segue as regras. Existe essa ideia que ruivo não é um tom de cabelo que combina com todo mundo. Com certeza quem trabalha com coloração pessoal vai ter toda uma teoria que explica os motivos disso. Eu simplesmente ignorei qualquer possibilidade de regra, afinal, a escolha foi justamente para quebrar meus próprios padrões. E com eles, quebrar umas regrinhas também. Me senti mais ousada ainda. (rs)

E por fim, me divirto porque descobri que esse lado meu – que eu considerava ser ousado – na verdade me é muito natural. Sabe aquela história que a vida te vira pelo avesso e você descobre que o avesso era seu lado certo? No caso, o ruivo me virou pelo avesso e eu descobri que esse era meu lado certo. Me descobri mais poderosa, mais sofisticada, mais ousada – claro – e até mesmo mais sexy.

Hoje olho para as minhas fotos antigas e até gosto dos meus cabelos aloirados. Às vezes sinto uma certa saudade. Mas quando olho para o espelho hoje em dia e comparo com quem eu sou hoje em dia, tenho que concordar com meu cabeleireiro.

Sei lá se são todas as ruivas que se divertem mais, mas eu com certeza estou me divertindo.

Carla Paredes Futilidades

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre procurando um equilíbrio saudável entre a vida de mãe e de mulher.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre...

Como praticar a sustentabilidade no dia a dia?

20.set.2018

Toda vez que pensava sobre sustentabilidade, eu tinha uma imagem meio distorcida do assunto e jurava que eu não era uma pessoa sustentável. Na verdade, não era mesmo. Quando morava no Brasil, o máximo que eu me preocupava era em não tomar banhos demorados e não deixar as luzes acesas. E só.

Quando vim morar em NY, muita coisa mudou, inclusive minhas atitudes sustentáveis. E sabem quando eu fui me dar conta disso? Quando gravei este vídeo aqui:

.

Quem conhece a Bio Extratus sabe dos seus valores e sabe que um dos pilares da marca é justamente a sustentabilidade. Então, não poderíamos começar a websérie de outra forma senão falando sobre isso (se quiser acompanhar os outros episódios, clique aqui!).

Enquanto conversava com as meninas, eu fui me dando conta da quantidade de atitudes sustentáveis que passei a ter depois que me mudei. Queria dizer que foi por livre e espontânea vontade, mas a verdade é que morar em uma cidade que se preocupa com isso (NY é considerada a cidade mais sustentável de todo os EUA) faz você mudar seus hábitos. Mas muitas dessas atitudes que eu passei a ter por influência do meu meio podem ser aplicadas em qualquer lugar. Por exemplo:

Tenha sempre uma ecobag com você

Elas são ótimas não só para reduzir a quantidade de sacolas de plástico, mas também para ajudar a levar as compras pesadas. Eu tenho umas maiores que levo quando faço compras e tenho outras mais fáceis de dobrar e que uso em bolsas menores do dia a dia. Escolha uma com alças maiores que permitam que você leve a parte mais difícil no ombro e você nunca mais vai querer sacolas de plástico.

Evite impressões

Aqui a onda paperless (sem papel) é grande e muitos lugares te dão a opção de mandar tudo para o seu e-mail ou mensagem no celular. Isso vale desde ingressos para eventos a notas fiscais. O que eu acho que, além de ser bom para o meio ambiente, é bom para mim, que mantenho o que preciso no meu e-mail, sem correr o risco de perder. Se der para fazer tudo online, escolha essa opção!

Doe ou venda suas roupas

Acho que esse é um dos itens mais fáceis de seguir. Procure lugares que aceitem doações ou então faça um bazar com as amigas. Venda suas peças em algum brechó ou até mesmo online.

Compre em brechó ou bazares

Falando em brechó, esqueça a ideia de comprar peças vintage ou antigas cheirando a mofo (eu admito que tinha essa ideia). Existem vários com peças atuais e super bem-conservadas. É uma ótima forma de fazer a moda girar e ainda por cima gastando menos.

Informe-se sobre a coleta seletiva

Veja no seu prédio ou na sua cidade como é realizada a coletiva seletiva. Aqui, separar o lixo para reciclagem é obrigatório, e quem não faz isso é multado. No Brasil não existe multa, mas existem meios de fazer a coleta seletiva. Infelizmente nem sempre é bem divulgado, por isso vale saber como ela é feita na sua cidade e bairro.

Opte por meios de transporte públicos

Acho que essa foi a maior mudança que aconteceu na minha vida. Se, antes de vir para cá, eu usava o carro para basicamente tudo, aqui ter carro não é uma opção. O transito é caótico, os estacionamentos são caríssimos e temos muitas opções de transporte público eficientes, além de andarmos muito a pé também. Sei que nem todas as cidades contam com essas facilidades, mas acredito que qualquer oportunidade de deixar o carro na garagem já vale.

E aí? Quais são as suas atitudes sustentáveis? Vamos colocar a sustentabilidade em prática!

Carla Paredes Futilidades

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre procurando um equilíbrio saudável entre a vida de mãe e de mulher.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre...

Meu pai & o maior trauma da minha vida

7.ago.2018

Dizem que toda garota tem uma relação de verdadeira adoração com o pai. Sei lá se esse é um padrão, mas só sei que, para mim, fez todo sentido. Segundo minha mãe leonina, eu sempre idolatrei ele. Não sei se ela falou por ciúmes ou se era pura verdade, mas só sei que uma das primeiras lembranças que eu tenho da minha infância é de quando eu passei pelo maior trauma da minha vida – e ele foi o culpado.

Imaginem vocês que, desde que eu me entendia por gente, meu pai tinha bigode. Não era barba ralinha, não era um bigode qualquer, era um senhor bigode, farto, imponente, que se encaixava perfeitamente em cima de sua boca e que ele cultivava com muito afinco. Na minha cabeça de criança de 3 a 4 anos, eu tinha certeza que o barbeador que ele usava quase todas as manhãs não tinha como atingir o bigode. Achava que ele só era feito para deixar o rosto lisinho e não fazia ideia do poder que eles tinham sobre pelos mais longos. Tudo bem que naquela época eu nem entendia direito para que o barbeador servia, mas tudo fez sentido em uma fatídica manhã de ferias.

Estávamos em uma casa de praia, quando de repente vejo uma pessoa de bermuda vermelha descendo o caminho de pedras que saía da parte de trás da casa. Um homem com a altura do meu pai, com o porte do meu pai, que andava como meu pai, mas que não era meu pai. Ele veio se aproximando de braços abertos e quando chegou perto de mim, falou: “gostou, filha??”. FILHA?? Claro que aquele cara que estava ali não era meu pai!! Aquele dali com certeza era um impostor que estava tentando me enganar. Eu não sou uma pessoa muito dramática, mas meu choque com aquela mudança drástica foi tão grande que eu passei umas 2 horas chorando e sem coragem de olhar para ele. Dica para pais de primeira viagem: nunca façam uma mudança tão drástica desse jeito em uma idade que seu filho já consegue entender as coisas.

Me senti traída naquele dia que ele simplesmente entrou na casa e tirou o que eu considerava o maior símbolo de quem ele era, sem me preparar para isso. O trauma foi tão grande que por muitos anos (eu disse ANOS) o assunto bigode era tabu na minha casa. Eu não queria saber quais motivos o levaram a cometer tamanha agressão com a sua imagem. Aliás, nutri um gosto por homens sem nenhum pelo facial, contrariando a maior parte das minhas amigas que acham barba a característica mais sexy em um homem. Eu justifico minha escolha dizendo que barba incomoda, espeta e arranha, mas para ser muito sincera, acho que eu tenho mesmo é medo de me acostumar com aquele homem e, de repente, ele virar outra pessoa completamente diferente ao se barbear.

Exatos 28 anos se passaram e ele nunca mais voltou a ter bigode. Hoje eu acho graça de pensar que em algum momento da minha vida eu considerava aquele adorno com um símbolo de quem ele era. Recentemente, quando fiquei sabendo do lançamento da linha Homem com produtos para cabelo e barba, até tentei convencê-lo a voltar para o visual dos anos 90, mas ele preferiu experimentar os produtos (inclusive, sem nenhuma surpresa, o Pós-Barba é o preferido dele hehe) e sabe o que ele me respondeu? “Você acha que eu vou fazer você passar por aquele desespero todo novamente? Nunca!” Realmente, meu pai é meu herói. <3

.

Feliz Dia dos Pais, pai!

 

Carla Paredes Futilidades

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre procurando um equilíbrio saudável entre a vida de mãe e de mulher.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre...

#PicnicDoPapo em NY e um papo sobre reinventar-se

30.jul.2018

Quem costuma ler o que eu ou a Jô escrevemos aqui no Naturalmente Bonita provavelmente já cruzou com algum post onde falamos do #picnicdopapo que fazemos por aí. Foi uma ideia que tivemos para trazer o ambiente de troca, conversa e apoio mútuo que temos online no #paposobreautoestima para o offline e a coisa foi tomando proporções que nunca imaginamos. Ficou tão grande que no começo desse mês fizemos nossa segunda edição lá em NY.

Engraçado pensar que todas as ferramentas de métricas que temos acesso mostram que nossos números fora do Brasil não são grandes. No instagram, por exemplo, de 130 mil seguidoras, temos pouco mais de 1000 mulheres que moram nos Estados Unidos. Por isso mesmo, fiquei espantada de ver que consegui reunir quase 30 mulheres no último piquenique.

E querem saber um dos principais assuntos que a gente aborda ao reunir tantas brasileiras morando no exterior? Reinvenção. A parte de amizades e família, por exemplo, apesar de ser difícil lidar com a saudade, é mais fácil de resolver. Não precisamos nos reinventar e os amigos que chegam nessa nova vida só vêm para somar. De resto, a gente pode fazer ligação pela internet, chamada de vídeo, vemos fotos postadas no instagram toda hora, nos stories conseguimos acompanhar a rotina de muitos. E, apesar de bater a saudade e dar aquela vontade de pegar o primeiro avião, é mais fácil a gente achar que está perto, mesmo estando longe.

Só que, quando o assunto é reinventar-se profissionalmente, o bicho pega e a coisa muda de figura. A grande maioria – e eu estou nessa contagem – foi morar fora porque o marido recebeu alguma proposta de trabalho. E quase todas largaram tudo que tinham no Brasil para acompanhá-los.

Muitas não têm o visto que as permite trabalhar. Outras não têm como transferir suas licenças. Mas o que acontece é que, por algum tempo, a maioria passa a ser uma extensão do marido. “Oi, tudo bem, eu sou fulana, mulher do sicrano.” E por mais que a gente saiba que somos muito mais que mulheres de alguém, recomeçar do zero é difícil. E recomeçar do zero em um lugar com outra língua e outra cultura é mais difícil ainda.

Mas é nessas horas que a gente se redescobre. Como somos poderosas e resilientes. Vi mulher que resolveu apostar suas fichas em habilidades que estavam adormecidas e descobriu que podia ganhar dinheiro com aquilo que ela é boa e lhe dá prazer. Vi mulher que largou todos os clientes que ela tinha como freelancer no Brasil para se dedicar ao blog, que até então era um hobby, e hoje tem um dos sites mais bacanas com conteúdo para NY. Vi mulher que criou seus próprios negócios do zero e hoje tem escolas e lojas bacanas pela cidade. E também vi mulheres que se divorciaram mas, ao invés de voltar para o Brasil, resolveram continuar tentando a vida lá e se reinventaram completamente. Teve até quem se mudou para lá para trabalhar e, no meio do caminho, se casou, teve filho, se descobriu como mãe e mudou a forma de trabalho para conseguir ter mais tempo livre e flexível para a família.

No final daquela tarde, percebi que todas ali tinham uma história de reinvenção para contar, cada uma com suas particularidades e vitórias, o que me deixou realmente tocada. É engraçado pensar como tantas histórias diferentes podem ter tantos pontos em comum. E é tão bom ver que como conversar com outras pessoas que estão no mesmo barco que você pode nos ajudar a enxergar nosso valor.

 

Carla Paredes Futilidades

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre procurando um equilíbrio saudável entre a vida de mãe e de mulher.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre...

Carregar Mais