Usando pela primeira vez: linha Antiqueda – Jaborandi

Quando comecei a usar a linha Antiqueda-Jaborandi da Bio Extratus, fiquei pensando: “Como nunca usei essa linha antes?” Sério! Desde o momento que eu passei a escrever aqui no Naturalmente Bonita, e isso já tem três anos, ainda não tinha testado essa linha tão famosa! O que me deixa com mais vergonha ainda é ouvir da minha mãe “Eu já usei essa linha filha!” COMO ASSIIIIIIIIIM? hahahaha

Tenho cabelo crespo, seco e tingido. Ao ler a sua composição percebemos jaborandi, quilaia, alecrim e vitaminas A, B e E. Quem gosta do assunto e lê bastante sobre, sabe que alecrim é inicialmente indicado para cabelos oleosos. Porém, a queda do fio acontece pelo excesso de oleosidade na raiz, obstruindo assim o folículo. Isso pode acontecer com todo e qualquer tipo de cabelo.

O cabelo crespo é seco no seu comprimento e pontas. A raiz tem oleosidade que, pela curvatura dos fios, não consegue chegar até as pontas. Já ouviram falar para esfregar o shampoo apenas no couro cabeludo? Sim, eu só lavo meus fios dessa forma.

Essa linha consegue limpar o cabelo de maneira gentil, delicada e não ressecar os fios. Estimula a circulação dos vasos na região ajudando no crescimento saudável dos cabelos. A fragrância é gostosa e acolhedora. Assim que senti, parece que voltei para minha infância, quando mamãe cuidava do meu cabelo na casa da vovó. É algo gostoso e familiar, aconchegante.

O banho de creme pode ser usado sozinho ou com o tônico, para um resultado ainda mais “potente”. Por falar em tônico, é bem fácil de usá-lo! Antes de colocar água nos fios, aplica na raiz, massageia bem e deixa agir de 15 a 45 minutos. Depois é só lavar normalmente e usar a linha toda por aproximadamente um mês, que o resultado é explícito.

O finalizador é leve e hidratante. Se você gosta de um produto mais pesado, indico que misture o Óleo de Argan e Cártamo. Se gosta de creme leve, se joga com gosto porque vai amar!

A minha dica é sempre a mesma: pare, leia o rótulo do produto e passe a entender as necessidades do seu fio. Com isso, usamos as linhas com a sua máxima eficácia e nosso cabelo apenas agradece!

Beijos
Mah

Transição Capilar, Minha História e a Nossa Revolução.

Olá! Meu nome é Fernanda, mas pode me chamar de Nanda Cury. Sou paulistana, tenho 35 anos, e é com muita alegria que faço esse primeiro post aqui no blog Naturalmente Bonita, para me apresentar a vocês e iniciar a minha coluna sobre beleza consciente e vegana. Estou super feliz com esse espaço e em compor o time, a convite da Bio Extratus.  

Hoje, vou contar um pouco da minha trajetória e sobre como parar de alisar o cabelo e aceitar a minha textura naturalmente crespa e cacheada foi o início de mudanças profundas na minha vida e que hoje dizem muito sobre a pessoa que me tornei. Assumir o cabelo natural, numa época em que todo mundo alisava, me fortaleceu profundamente e foi essencial para a construção da minha da minha autoestima e identidade.

Há dez anos, auge da progressiva, tratamento para cabelos crespos era sinônimo de alisar. Nas prateleiras das lojas de cosméticos não havia produtos para hidratar, nutrir e definir os cabelos crespos e cacheados, faltavam informações, profissionais especializados e representatividade. Mulheres crespas e cacheadas estampando capas de revistas era algo inimaginável e, nem mesmo as publicações focadas em cabelos traziam matérias e dicas para crespos. Se hoje a decisão de passar pela transição capilar é difícil, imaginem no século passado, antes da democratização do acesso à internet e do advento das redes sociais! A gente procurava referências simples como cortes de cabelo nessas revistas dos salões de beleza e era frustrante constatar que não havia sequer um corte para cabelo crespo em meio a todo aquele acervo de imagens. Até mesmo as embalagens dos poucos produtos destinados a cachos, traziam sempre uma modelo loira, de olhos azuis e com cachos feitos com babyliss no rótulo. Eu não conseguia me identificar com nenhum produto por conta disso, não me via representada e sentia que eles não eram feitos para mim.

Passei vinte e seis anos usando o cabelo preso e escondido em rabos de cavalo, tranças e coques. Na família e na escola, eu era a única diferente, com o cabelo crespo “armado”. Minha mãe e irmã tem o cabelo liso e eu sentia que era uma tremenda injustiça ser a única a puxar o cabelo da família do meu pai.

Na infância, foram dias de choro e frustração com “o cabelo ruim, que não tinha jeito”, que era o que eu ouvia na escola. Minha mãe fazia de tudo para cuidar e hidratar os meus cachos, carinhosamente chamados de “juba”. Ela recorreu a todos os recursos disponíveis na época: banho de creme com vitaminas semanal e trinta minutos com touca térmica, hidratação com ingredientes naturais, como abacate, mel, ovo, maizena, vinagre de maçã e azeite são alguns dos ingredientes naturais que me lembro que eram usados para manter os fios mais saudáveis. No entanto, tudo o que eu queria era ter o cabelo liso e comprido, como o das minhas bonecas Barbie:

Quando lançaram o primeiro spray desembaraçante, usei o pote de produto inteiro em um único dia. Meu cabelo parecia um deserto de tão ressecado e embaraçava muito. No dia-a-dia, antes de ir para a escola, eu molhava o cabelo na água fria antes de sair de casa e ao longo do dia. Além disso, passava bastante creme para “baixar o volume” e conseguir o efeito que hoje chamamos de “ativação de cachos”. Como os produtos não eram adequados para essa função (eu misturava máscara de hidratação com gel que prometia “brilho molhado”) e eu exagerava na quantidade, os cremes escorriam na camiseta do uniforme, além de acumularem nos fios, impedindo meu cabelo de respirar. Hoje sei que essa foi a realidade de muitas meninas crespas e cacheadas naquela época e que ser crespa ou cacheada nos anos 80 e 90 era um desafio diário!

Passei a adolescência com o cabelo preso, era super insegura, não me achava bonita e nem tinha autoestima. Quando comecei a trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro, gastava de quatro a cinco horas semanais no salão de beleza, alisando os fios com escova e chapinha e fazendo os melhores tratamentos para o cabelo. Afinal, diante de tantas horas de exposição térmica, se eu não protegesse os fios, a escova não durava e as pontas do cabelo ficavam espigadas. Lembro que chamava os fios mais curtos de “rebeldes” e passava bastante silicone e outros produtos que prometiam “controlar o frizz”.

Ao longo da semana, eu evitava sol, piscina, chuva, vento, sair para dançar ou realizar qualquer atividade que fizesse o meu cabelo enrolar. Ir à praia nem pensar, já que a umidade era a minha maior inimiga. Sei que para a maioria das pessoas que tem cabelo liso isso parece loucura e um grande exagero, mas acreditem, manter o cabelo alisado dá mais trabalho do que cuidar do crespo ou cacheado. Isso sem contar o tanto de dinheiro que a gente gastava!

Já na faculdade, dois episódios de viagem foram bem marcantes. Em um deles, na minha primeira vez fora do Brasil (viajei para a Inglaterra), eu passei dez dias sem lavar o cabelo, porque não tinha encontrado um salão confiável para fazer escova. Esse tipo de serviço costuma ser caríssimo lá fora e não é qualquer profissional que consegue fazer uma escova tão caprichada quanto a que eu estava acostumada aqui no Brasil.

Resolvi que eu mesma iria escovar, com o secador e chapinha que uma amiga gringa emprestou. Eu sabia que tinha muito cabelo e que seria trabalhoso, mas levei quase SEIS horas no processo todo. Isso porque o secador da minha amiga pifou no meio. Acreditam que eu até rezei para ele voltar a funcionar?! (graças a Deus funcionou! rs) Imaginem a cena: você escovou a metade do cabelo e a outra metade ficou crespa.. Nem preciso dizer que entrei em pânico, né?

Outra situação bem marcante foi quando finalmente aceitei o convite para viajar com uma amiga para a praia e ela me fez enxergar que todo esse esforço para manter o cabelo alisado tinha me tornado uma pessoa neurótica. Graças a insistência dela, entrei no mar e molhei o cabelo. Foi uma sensação maravilhosa sentir a água do mar, depois de tantos anos, mas depois veio a insegurança de saber que eu teria de passar o final de semana com o meu cabelo natural, sendo que nem sequer havia levado shampoo, condicionador, leave-in ou secador, afinal eu só lavava o cabelo no salão. Sobrevivi à experiência e acreditem, me diverti mais do que me preocupei e esse foi o primeiro passo para eu me libertar da obrigação de alisar o cabelo para me sentir feliz com a minha aparência.

Em 2008, eu já estava há anos sem relaxamento, escova e chapinha, mas apesar de estar com o cabelo natural, ainda usava sempre preso, pois o volume me incomodava muito. Um dia, fui a um salão, sem planejar muito, e pedi para cortar curto. Dei a sorte de encontrar um cabeleireiro que tinha o cabelo igual ao meu e , pela primeira vez na vida, fiquei satisfeita com o corte. Ao ver o meu cabelo curto, natural e super volumoso fiquei radiante! Me reconheci ao ver a imagem refletida no espelho, me senti maravilhosa e foi como se, a partir daquele momento, toda a experiência negativa associada ao meu cabelo tivesse ido embora com o corte. Eu estava livre! Apesar de eu não ter mais química do relaxamento, hoje considero que aquele dia fiz o meu big chop.

Mesmo estando super satisfeita com a minha aparência, entendi, por meio dos olhares e comentários das pessoas que o meu cabelo era totalmente fora do padrão, já que naquela época, auge da progressiva, as pessoas não estavam acostumadas a ver cabelos como o meu. Sem querer, acabei me tornando uma referência em cabelos crespos, passei a pesquisar e testar produtos e aprendi a estilizar e a criar penteados. Eu era parada na rua, por colegas de trabalho e pessoas que queriam tocar o meu cabelo e perguntavam como eu tive coragem de assumir o cabelo crespo. Também gerava confusão nas pessoas eu ser branca e ter o cabelo tão crespo!

Quando digo que meu cabelo é crespo e que ele não definia sem ativador de cachos, é assim que ele ficava:

Eu estava confusa e intrigada com tanta comoção sobre um simples cabelo e curiosa por todas as reflexões que surgiram a partir do momento em que decidi me aceitar como sou. Foi aí que entendi que não havia representatividade dos cabelos crespos e cacheados na mídia e nem na indústria de cosméticos. As poucas matérias sobre cabelos crespos nas revistas eram sempre negativas “Como domar o seu cabelo crespo e sem vida”, “Como acabar com o frizz”, elas nunca exaltavam a beleza do cabelo natural e sempre colocavam o cabelo crespo um problema que precisava ser resolvido.

A partir dessa constatação, resolvi criar a minha própria narrativa de beleza, para fortalecer e inspirar outras mulheres a se libertarem da obrigação de alisarem os cabelos para se sentirem bonitas. Foi assim que, em 2008, surgiu o Blog das Cabeludas. Comecei a fotografar e entrevistar as poucas mulheres que via na rua, com o cabelo natural. Percebi que todas tinham uma história de aceitação e resistência muito parecida e haviam percorrido um longo caminho até se aceitarem. Minha intenção inicial era publicar aquelas fotos e histórias para que outras mulheres pudessem se reconhecer e se inspirar, criando uma rede de empoderamento.

Ao longo dos anos, o Blog das Cabeludas foi acessado por milhares de mulheres, muitas dizem que amaram ver as suas fotos e histórias publicadas, outras nos contam que o Blog foi fundamental para elas assumirem o cabelo natural. Conforme eu imaginava em 2008, cada mulher que assume o seu cabelo, fortalece todas as outras a sua volta. Em 2015, fizemos a primeira Marcha do Orgulho Crespo, em São Paulo, um movimento que reverberou por todo o país. Mas sobre a Marcha eu conto mais no próximo post.

Aceitar e a amar o meu cabelo foi uma micro revolução e o primeiro passo para construir a minha autoestima. Hoje, fico feliz em ver que nós, crespas e cacheadas, estamos unidas, pautando as revistas, estamos na mídia, somos vistas pela indústria de cosméticos e não aceitamos discriminação. Esta revolução não é mais minha, é do mundo, é linda e crespa!

Por trás de cada cabelo crespo e cacheado há uma história de resistência. Qual é a sua? Compartilhe com a gente, aqui nos comentários!

Gratidão a todas que leram até o fim este longo post e a Bio Extratus pelo espaço!

Beijos, e até o próximo post.

Creme de Silicone com Tutano: Uma outra possibilidade

Eu sempre gosto de testar produtos não apenas da forma descrita na embalagem. Tá, seu sei que é doidera e tudo mais, todavia posso achar uma outra função para ele, não é mesmo? Assim que a gente descobriu sobre as mil utilidades do óleo de coco: testando. hahahaha

Eis que estava olhando para o Creme de Silicone com Tutano e li que ele poderia permanecer ou ser retirado dos fios. Me veio na cabeça: Por que não fazer um pré shampoo com ele? Hein? Hein?

*PAUSA* 

O que é pré shampoo Maraisa?

Como o próprio nome diz, é preparar o cabelo para receber o shampoo. Principalmente aqueles que possuam sulfato, um detergente bastante agressivo para cabelos secos e ressecados. Um cabelo crespo, cacheado ou muito fino embaraça com facilidade. Sendo assim, se você coloca o shampoo direto no fio corre o risco de embaraçar mais ainda e, no momento de pentear/escovar, quebrar o cabelo pela tração mecânica. 

O pré shampoo evita exatamente isso: a quebra e o ressecamento excessivo. Você usa um creme fluido para desembaraçar o cabelo previamente e proteger do shampoo.

*VOLTANDO*

Como fazer esse pré shampoo? Com o cabelo seco, antes de entrar no banho, basta pegar o creme de Silicone, separar o cabelo em mechas e enluvar cada uma delas com o produto. A quantidade é a suficiente para o seu cabelo ficar macio e você sentir que penetrou nos fios. Deixe agir por no máximo dez minutos e depois lavagem normal!

Shampoo, máscara, condicionador… da forma que já está acostumada. A diferença é perceptível assim que passamos o shampoo. O fio não está embaraçado, não quebra tanto nem resseca. É uma forma maravilhosa de proteger fios secos e ressecados além de mais um jeito de usar o creme da famosa linha Tutano.

Testem e depois me digam o que acharam!

Beijos
Maraisa Fidelis

 

Cabelo crespo descolorido dá muito trabalho?

Tudo bom pessoas lindas?
Há pouco mais de um ano descoloro o cabelo. Fui passando por diversos tons de loiro até chegar no atual, que eu chamo de loiro claro claríssimo, (mas não sei se tem um nome específico hahaha). Vocês bem sabem que cabelo descolorido dá trabalho; eu diria que BOTA TRABALHO NISSO!
No meu primeiro post por aqui eu falei algumas características do cabelo crespo. Dentre elas estava a fragilidade. Sim, o fio crespo é bem fino e provavelmente mais frágil do que a maioria. Agora imagina um fio finíssimo sem a sua camada melânica? Sim, haja trabalho para deixar bonito.

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A primeira diferença que percebi foi na textura. O cabelo “embola” com uma facilidade IMENSA! Enquanto com o cabelo escuro eu escovava uma vez a cada dez dias (os outros dias sempre desembaracei com os dedos); hoje eu faço isso uma vez por semana religiosamente.

Me perguntam sobre os cachinhos, se com a descoloração eles somem. Serei muito sincera em dizer que o cabelo dá uma esticada sim! Por isso acho interessante fazer com um profissional de confiança, que deixe o descolorante agir o tempo exato no seu cabelo para não perder os cachos. Ficando poucos minutos a mais, corre sim o risco do cabelo cacheado virar ondulado.

Aumentei o número de hidratações e nutrições (reconstrução continua 1x ao mês). Isso porque o cabelo perdeu massa, se ele perde massa não apresenta o mesmo aspecto de antes. É necessário suprir o fio com as necessidades básicas e ficar sempre de olho na forma que seu cabelo reage. Eu aprendi, com o tempo, a olhar no espelho e entender como o meu cabelo funciona, o que ele gosta e o que ele não gosta. Não existe uma fórmula para TODOS os crespos, mas quanto mais atenção, mais você entende o que faz seu cabelo “feliz”.

Diminuir o uso de sulfato é algo maravilhoso! Sulfato é um detergente forte que limpa os nossos fios. Porém, usar frequentemente sulfato em um cabelo crespo não é legal. O comprimento é seco e se colocamos detergente agressivo direto o cabelo fica mais seco ainda! Eu alterno, lavo com shampoo sem sulfato, faço co wash e uma vez por mês coloco sulfato no cabelo. Assim eu não tiro o óleo natural que o meu crespo pouco tem e o mantenho com um aspecto saudável.

Por fim, gosto muito de usar óleos e manteigas. Procuro cremes que contenham estes itens em sua composição porque o meu cabelo sente, reage completamente diferente e a textura logo muda. São cremes que normalmente não dariam certo para cabelos ondulados e cacheados, pesariam nos fios. Porém, o crespo aceita muito bem o que não tem em excesso: óleo.

Dá trabalho? Sim! Dá um trabalho imenso. Mas quando você escuta que o seu cabelo está bonito e bem cuidado, quando você olha no espelho e fica feliz, esquece toda a trabalheira que ele dá. (Tá, pelo menos a gente tenta esquecer! hahahhaha).

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É só ter cuidado que o cabelo crespo descolorido fica lindo! Aí você se joga nas cores!

Beijos
Mah

Gelatina e Finalizador Botica Cachos para todos os gostos

Cabelo cacheado é charme, é beleza, é identidade. É tudo de mais lindo e gracioso. É uma raiz que merece respeito e cuidado especial.

Há várias tipos de tratamento para hidratar, proteger e definir os cachos. Uma das técnicas muito usadas, atualmente, é a técnica Co Wash, com Low Poo e No Poo.

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Independente da técnica escolhida, um passo importante é a finalização. A Bio Extratus desenvolveu a linha Botica Cachos que possui Low Poo, Co Wash, Máscara e dois finalizadores com efeitos diferentes. Veja e escolha:

  1. FIXAÇÃO LEVE – GELATINA BOTICA CACHOS, forma um filme flexível que deixa os cachos hidratados, definidos, brilhantes, maleáveis e protegidos de forma natural.

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  1. HIDRATA E PROTEGE – FINALIZADOR BOTICA CACHOS, hidrata e protege, facilita o desembarace e a modelagem e torna os cachos hidratados, definidos, brilhantes e naturais.

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  1. COMO APLICAR

A aplicação é simples. Passe os produto nos fios úmidos, do meio para as pontas. Com movimentos de baixo para cima, aperte e solte o cabelo para estimular a formação de cachos. Deixe secar naturalmente ou use um difusor.