Naturalmente Bonita

Mudar a cor do cabelo pode fazer bem pra você!

25.maio.2018

Há alguns meses comecei a ver minhas amigas mudando as cores dos seus cabelos e despertou em mim uma vontade de mudar também. Eu queria deixar meu visual de morena discretamente iluminada para abraçar a ideia de fazer luzes mudando o tom delas, sem mexer na base escura da raiz do meu cabelo.

Parece muito simples, não é mesmo? Só que, como eu aliso meus fios, me faltava uma dose de coragem. Dose essa que foi aparecendo ao ver os cabelos das embaixadoras da Bio Extratus supertratados, bem cuidados e coloridos, mesmo os que foram descoloridos. O motivo? A coloração da Bio Extratus, que é a primeira do Brasil com tutano na fórmula. Somada à microqueratina, essa coloração é uma das poucas que trata enquanto muda a cor dos cabelos e, por isso, eu comecei a pensar mais sério no assunto.

Nesse contexto, a vontade de mudar foi se tornando uma ideia cada vez menos hipotética e se transformou aos poucos em uma verdadeira possibilidade. Nessa hora, procurei a cartela de mais de 40 cores da Bio Extratus Color e decidi que iria pintar meu cabelo e matizar as luzes. Usei pó descolorante, água oxigenada e coloração para tal processo. Primeiro fizemos as luzes e depois matizamos a cor delas.

Como eu tenho química no cabelo, tudo é mais delicado, mas combinando a tinta que trata enquanto colore com a profissional que conhece cada milímetro do meu fio e cuida deles há anos, não tinha erro. Ela usou os produtos da marca pela primeira vez e também adorou meu resultado. Deu vontade de descolorir tudo e pintar o cabelo como de algumas amigas? Deu, mas por enquanto resolvi começar do começo, respeitando a quantidade de químicas que o meu cabelo tem.

Foi uma mudança relativamente suave para alguns, para mim foi o suficiente para fazer uma enorme diferença. Me senti linda, iluminada e trazendo um pouco da confiança que tenho dentro, para fora. Eu adorei mudar. Externar algo que por dentro já estava acontecendo é sempre mágico. Usei essa mudança para marcar um processo de transformação interna que eu venho vivendo – e não podia ter ficado mais feliz. Adorei misturar essa dose de ousadia na minha rotina e fico feliz de estar me sentindo mais naturalmente bonita do que nunca.

Por fim, se quiser passar lá no futilidades, mostrei as mudanças das minhas amigas e falei tudo sobre todo o processo do meu cabelo por lá. O post está supercompleto e pode complementar esse aqui para quem vier a se identificar com a minha história. (http://f-utilidades.com/2018/05/03/cor-do-cabelo/).

 

Espero que vocês também gostem do resultado dessa mudancinha de visual.

Beijos

Joana Futilidades

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de relacionamento, comportamento e autoestima e busca se enxergar cada vez mais com um olhar mais amoroso e acolhedor. Sua bandeira? Incentivar uma busca pelo amor próprio.

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de r...

Naturalmente bonita no Dia da Mulher!

7.mar.2018

Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher, eu me vi pensando no quão desafiador é ser mulher, para mim. Não posso falar em nome de outras pessoas, mas eu fui criada sob pressões distintas. Forças opostas me levavam a uma série de pensamentos, na maior parte das vezes, paradoxais. Eu precisava ser magra, pois as pessoas só namoravam e casavam com pessoas magras. Eu precisava ser bonita, afinal era praticamente uma obrigação moral e ética. Mas eu também precisava falar línguas, estudar, tirar boas notas no colégio, passar no vestibular, ingressar numa boa faculdade, arrumar um bom trabalho e não depender de homem nenhum (nem de marido, nem de pai). Eu precisava ser bem-sucedida, eu deveria criar uma família, não ter babá, ser boa filha e despontar na carreira, além do óbvio: ser bonita enquanto fazia tudo isso.

Nossa, quanta pressão!

Me dei conta de que eu fui criada para ser uma SUPERMULHER e acho que no meio disso fui me tornando uma SUPERBAGUNÇA.

O que eu não sabia era que eu não estava sozinha. Todas as mulheres, das mais perfeitas às imperfeitas – aos meus olhos – têm suas inseguranças, mas como somos condicionadas a não expor nossas fragilidades, muitas vezes não sabemos que sofremos todas dos mesmos pensamentos venenosos.

Não é à toa que eu vejo tanta mulher em quadro de ansiedade ao meu redor. Fomos criadas para buscar patamares inatingíveis em tudo, da beleza ao intelecto. Quanta pressão para ser uma mulher no mundo em que eu acreditava existir: magra, cabelo bem cuidado, unha feita, bom namorado, ir bem no trabalho, dividir a conta, não depender, estudar, fazer pós, ser promovida, casar, ser mãe, criar seu filho com sabedoria, levar no colégio, visitar os pais, viajar nas férias, ensinar a comer bem, não deixar assistir porcaria, ser bonita, cuidar do marido, ir pro trabalho e viver repetidamente funções acumuladas.

E quando eu teria tempo de ser eu? Quando poderia me conectar comigo e descobrir do que eu gosto? Enquanto essa pressão era uma verdade, eu me pegava ali: gostando do que me educaram para gostar, pensando o que eu considerava ser o socialmente aceito e fazendo qualquer sacrifício para alcançar esse padrão de beleza tantas vezes inatingível. Eu fiquei doente, muitas outras ainda ficam e poucas de nós conversamos sobre isso.

Com o avanço do feminismo começamos as desconstruções e, aos poucos, bem aos poucos mesmo, foi possível começar a falar daquilo que nos aprisionava. De cara ficou claro que muitas compartilhávamos das mesmas vulnerabilidades, da mesma sensação de pressão.

Alisa o cabelo daqui, faz dieta restritiva dali, coloca unha postiça, contorna o rosto, afina o nariz, exagera na maquiagem e busca parecer tão bonita quanto aquela menina que ainda passa 10 filtros de aplicativo antes de postar a foto. Faz tudo isso, malha de novo, não atrasa no trabalho, junta dinheiro, viaja e volta, tudo sem perder o emprego, tudo tendo de ser inteligente.

De novo, quanta pressão.

Aos poucos percebi que, para a sociedade na qual eu fui criada, ser bonita é mesmo importante. Não posso ser hipócrita e dizer que não me preocupo com isso, que não me preocupo com meu corpo, meu cabelo ou com o reflexo como um todo no espelho. Entretanto, eu não preciso atender ao padrão nos moldes impostos por essa sociedade adoecida, me contento com a beleza que hoje vejo por meio dos meus olhos menos rígidos, um pouco mais flexíveis.

Eu mudei, passei a cuidar de mim de forma diferente, a ver beleza onde antes não enxergava e busquei um novo olhar sobre tudo na minha vida, um ponto de vista amoroso e acolhedor. Entendi que posso estar produzida e poderosa em um dia, da mesma forma que livre e simples em outro. O cabelo poderia ser bonito secando ao vento ou modelado na escova, da mesma forma que preso em um penteado ou naturalmente solto. Claro que ele também pode ter um dia ruim e não ficar bonito de jeito nenhum, tá tudo bem. O importante é que isso não muda nada, tampouco me define. Ser mulher é muito além disso.

Adoro me sentir poderosa, afinal quem não gosta? Adoro ter um tempo para cuidar de mim, da minha pele, do meu cabelo e da minha maquiagem, mas nesse Dia Internacional da Mulher queria reiterar que não precisamos ser perfeitas. Pode ser divertido cuidar da beleza, mas não devemos transformar isso em novas prisões. Muitas vezes condicionamos a nossa felicidade a estar bonita de um jeito padronizado e esquecemos que existem os mais variados conceitos de belo. No fim, mais importante do que a estética é lembrar que a beleza é uma espécie de estado de espírito, uma energia que agente emana. Um borogodó que vem de dentro.

 

Pare e reflita. Passe um tempo com você. Olhe para dentro e você vai descobrir a mulher que você realmente quer ser, não a que esperam de você.

Joana Futilidades

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de relacionamento, comportamento e autoestima e busca se enxergar cada vez mais com um olhar mais amoroso e acolhedor. Sua bandeira? Incentivar uma busca pelo amor próprio.

Joana Cannabrava

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2018 chegou e o desejo de mudar também!

26.jan.2018

Ano novo, vida nova e novos cuidados com os cabelos. Um pouco antes da chegada de 2018 fui contaminada por um desejo enorme de mudar. Sabe aquela vontade que ninguém nem imaginava que poderia bater, mas mesmo assim ela chega e tira seu sossego? Foi basicamente isso que aconteceu comigo.

 

Desde que vi a Carla ficando incrivelmente mais moderna com seu ruivo de Bio Extratus Color (cor 9.4), eu fiquei desejando mudar também minha cor de cabelo. Por isso, resolvi cuidar um pouco mais de perto da minha química e estudar a possibilidade de sair do meu atual morena com luzes, que eu adoro. Mas essa tal vontade de mudar é uma coisa, parece que se espalha muito rápido, ainda mais num começo de ano.

Quando 2018 começou, fiquei desejando brincar entre o loiro da Ana Luisa Palhares (nossa cinderela de mentira) e um preto mesmo (pra voltar pro passado), mas a verdade é que ainda não consegui me decidir. A cor da Ana é a que mais me identifico de toda a cartela de cores da Bio Extratus. Aliás, se não fosse a marca lançar uma coloração, eu não teria coragem de pintar – morro de medo de danificar ainda mais o cabelo. Mas é impressionante que, até nesse caso, o produto trata o cabelo. Quando tem tutano, a gente abraça sem medo, não é mesmo?

 

Enquanto não me decido se pinto ou não meus cabelos, sigo com a certeza de que não vou parar de tratar deles. Nesse tempo de cuidados para mudança de química que eu faço no salão, a profissional que cuida dos meus fios me recomendou a linha NEUTRO.

Durante os últimos meses, apostei todas as minhas fichas no shampoo e condicionador da linha Neutro. Eles limpam, hidratam e deixam o cabelo brilhoso. Tudo de forma muito suave, sem grandes ingredientes milagrosos, mas com muita qualidade e suavidade. A proteína do leite ajuda nesse processo de umectação do cabelo e eu posso garantir que maciez e brilho não faltou desde que comecei a usar a linha.

O banho de creme, que eu usei nos dias de praia ou uma vez por semana, ajudou muito a desembaraçar e a tratar os fios de uma maneira geral.

O cabelo ficou macio e brilhoso, mas o que eu mais gostei é que não pesou em nada a raiz. Confesso que estava meio desconfiada se uma linha tão “genérica” iria cuidar bem de um cabelo tão particular quanto o meu, mas para minha surpresa o cabelo ficou maravilhoso. O melhor? Esse é para todas nós, independente do tipo de fio, cor ou mudança capilar.

Vou seguir meu tratamento, deixando os fios 100% bem cuidados para resolver se vou mesmo querer mudar de visual em 2018. Se eu for, apostarei em Bio Extratus Color. Daí teremos que estudar quais cores de fato podem combinar comigo.

Enquanto isso, a gente segue com o cabelo assim, cheio, sedoso e bonito de um jeito que eu gosto.

Beijos

 

Joana Futilidades

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de relacionamento, comportamento e autoestima e busca se enxergar cada vez mais com um olhar mais amoroso e acolhedor. Sua bandeira? Incentivar uma busca pelo amor próprio.

Joana Cannabrava

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Não pode faltar no kit de sobrevivência de uma viagem? Propomel!

19.jun.2017

Em maio eu embarquei com a Bio Extratus para o Pantanal e durante essa experiência incrível aconteceu um imprevisto não tão imprevisível assim: tive uma reação de coceira às mordidas de mosquito. Todo dia no fim da tarde eu morria de coceira na perna.

 

 

 Nessa hora você pensa: Joana, você não levou repelente? Sim, eu levei o spray e usei roupas de manga comprida justamente por causa dos mosquitos. Só descobri depois que em alguns lugares do mundo a gente deve passar um creme, por a roupa e passar por cima da roupa o spray. Ou seja? Por mais cuidado que eu tenha tomado, fui devorada pelos mosquitos.

 

Precisei tomar meu antialérgico mas a sensação era de desespero: EU PRECISAVA coçar as mordidas. Nisso minha pele começou a inchar e a machucar. Nessa hora uma amiga me lembrou que eu tinha Propomel, esse produto super versátil da Bio Extratus que eu uso em áreas muito ressecadas, espinhas inflamadas, calcanhar, cotovelo e tudo quanto é canto que precisa de uma SUPER hidratação.

 

Como o própolis tem uma ação anti-inflamatória eu uso sempre que tenho uma espinha inflamada, claro que não substituo nenhum remédio importante, mas faço uso desse produto sempre que minha pele precisa de uma solução prática, rápida e eficaz.

 

Foi assim que combati a reação tomando antialérgico e cuidando das feridas com PROPOMEL. No fim minha perna não ficou com NENHUMA marca do ataque eu sofri e eu aprendi uma lição para a vida: Propomel é um produto tão versátil que não dá para embarcar em viagens sem ele. Em agosto eu vou para um deserto e não tem a MENOR chance de eu viajar sem ele.

 

 

Então vou compartilhar essa dica com vocês, se você já usa esse produto pra mil e uma utilidades, não deixe ele de fora da sua nécessaire de viagem. Securas, coceiras ou incômodos podem atrapalhar a forma como a gente se sente numa experiência que é para ser única, feliz e marcante.

 

 

Joana Futilidades

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Joana Cannabrava

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A beleza que eu enxergo no dia dos namorados.

12.jun.2017

Acho que o Naturalmente Bonita alcança mulheres dos mais variados status, da solteira a casada, da que namora ou apenas está saindo com alguém. A verdade é que não importa muito qual é o momento do seu relacionamento, se ele é um relacionamento sério com ou outro ou se você está sozinha, o que realmente importa é estar num relacionamento sério consigo.

 

Pode parecer clichê, mas a maior verdade é que para estar num relacionamento sadio com outra pessoa precisamos estar num relacionamento sadio com a gente mesma. Para isso cuidar da nossa saúde física, mental e emocional é muito importante. Se sentir bem na própria pele é um passo enorme na direção de nos sentirmos seguras, plenas, completas.

 

 

Acredito que se sentir naturalmente bonita tem uma enorme parcela nisso, independente de ser só para nós mesmas ou para encantar a quem a gente gosta. Se amar e amar o outro tem muito mais a ver do que a gente pensa, acredito plenamente que a gente só ama o outro de verdade quando encontra um jeitinho de amar a gente mesma, seja nosso caráter, olhar, seja aquele detalhe da nossa personalidade ou do nosso corpo. Um olhar generoso e amigo para com a gente mesma pode fazer uma diferença enorme nessa sensação de gostar de si.

 

Eu poderia falar de uma roupa linda para você passar o dia dos namorados, ou mesmo contar sobre alguns dos maravilhosos produtos de cabelo sobre os quais falamos aqui, mas a verdade é uma só: nenhum produto, maquiagem ou cabelo vai substituir o melhor acessório que você pode usar: O AMOR PRÓPRIO

 

Todo o universo de beleza pode – e deve – nos ajudar na sensação de segurança e auto confiança, mas só nós mesmas temos o poder de nos sentirmos naturalmente bonitas. Então, nesse dia 12 de junho, vamos apostar no melhor segredo de beleza que eu já vi ser usado: olhar pra si com o mesmo amor, compreensão e carinho, os mesmos que usamos para olhar pra quem a gente gosta.

 

Seja lá como você vá passar seu dia dos namorados, garanta que você vai passar num relacionamento sério consigo mesma, isso vai fazer a maior diferença. A melhor luz é a que vem de dentro, a gente percebe ela numa foto, num olhar ou mesmo na reação da outra pessoa, então que a gente se preencha de luz e se curta mais. Que esse namoro com a gente mesma não acabe nunca, porque não conheço segredo de sucesso maior do que esse.

Joana Futilidades

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Joana Cannabrava

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