Naturalmente Bonita

Dicas de óleos e finalizadores para os cabelos secarem naturalmente lindos!

28.maio.2018

Eu sempre vi minha mãe deixar o cabelo secar naturalmente. Ela tem os fios cacheados e, por isso, nunca tive chapinha, babyliss e secador em casa quando era adolescente. Quando consegui meu primeiro dinheirinho, resolvi comprar um secador pra “facilitar a vida” e “domar os fios”. Porém, comecei a perceber que meus cabelos foram ficando opacos e sem vida, justamente por não saber cuidar na época. Foi desde então que comecei a deixar meus cabelos secarem sempre naturalmente.

Acredito que o principal problema dos secadores, chapinhas e afins está nas altas temperaturas, já que o calor pode deixar os cabelos fracos e quebradiços a longo prazo. Hoje, depois de estudar muito sobre cabelos, sei que existem diversos produtos no mercado que ajudam a prevenir esse resultado, protegendo contra o fator externo do calor. Porém, mesmo assim continuo deixando secar naturalmente e gostando bastante do efeito ondulado que ele fica. A idéia é realmente proteger o fio do calor ao máximo, expor a esse efeito apenas em dias de festas e eventos em que preciso usá-lo mais arrumadinho.

Senti uma supermudança desde então, tanto na força quanto no brilho dos cabelos. Mesmo quando resolvo usar chapinha ou babyliss, o efeito fica muito mais bonito, justamente por ele estar saudável e protegido na maior parte do tempo sem exposição ao calor.

E claro que alguns produtos são meus grandes aliados para conseguir deixar que os fios sequem naturalmente. O primeiro deles é, sem dúvidas, o finalizador da linha Resgate, da Bio Extratus. Minha mãe começou a usá-lo antes de mim, aplicando nos cachos e deixando secar naturalmente também. Percebi que os fios dela ficam muito mais definidos quando ela o usa e resolvi adotar essa dica nos meus também. E funcionou! Sinto que ele promove uma hidratação final nos cabelos sem deixar pesado, fazendo com que o fio fique bem definido em seu formato natural, seja ele qual for. Gosto de aplicar uma quantidade parecida com o tamanho de uma moeda de 1 real na mão. Em seguida espalho bem e aplico nos cabelos do meio às pontas. Funciona superbem.

No day after e com os fios secos, gosto de usar óleos diferenciados pra dar aquele brilho e maciez aos cabelos. O que mais amo é o de Argan e Cártamo. Eu gosto de aplicar no meio e nas pontas, logo após espalhar nas mãos, assim como o finalizador em creme. Ah! Uma dica boa também é colocar umas gotinhas na sua máscara de hidratação pra potencializar o efeito dela, mas isso é assunto pra outro post. Usar óleos com os cabelos já secos evita que eu precise lavá-lo todos os dias e os deixa saudáveis a longo prazo.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Mudar a cor do cabelo pode fazer bem pra você!

25.maio.2018

Há alguns meses comecei a ver minhas amigas mudando as cores dos seus cabelos e despertou em mim uma vontade de mudar também. Eu queria deixar meu visual de morena discretamente iluminada para abraçar a ideia de fazer luzes mudando o tom delas, sem mexer na base escura da raiz do meu cabelo.

Parece muito simples, não é mesmo? Só que, como eu aliso meus fios, me faltava uma dose de coragem. Dose essa que foi aparecendo ao ver os cabelos das embaixadoras da Bio Extratus supertratados, bem cuidados e coloridos, mesmo os que foram descoloridos. O motivo? A coloração da Bio Extratus, que é a primeira do Brasil com tutano na fórmula. Somada à microqueratina, essa coloração é uma das poucas que trata enquanto muda a cor dos cabelos e, por isso, eu comecei a pensar mais sério no assunto.

Nesse contexto, a vontade de mudar foi se tornando uma ideia cada vez menos hipotética e se transformou aos poucos em uma verdadeira possibilidade. Nessa hora, procurei a cartela de mais de 40 cores da Bio Extratus Color e decidi que iria pintar meu cabelo e matizar as luzes. Usei pó descolorante, água oxigenada e coloração para tal processo. Primeiro fizemos as luzes e depois matizamos a cor delas.

Como eu tenho química no cabelo, tudo é mais delicado, mas combinando a tinta que trata enquanto colore com a profissional que conhece cada milímetro do meu fio e cuida deles há anos, não tinha erro. Ela usou os produtos da marca pela primeira vez e também adorou meu resultado. Deu vontade de descolorir tudo e pintar o cabelo como de algumas amigas? Deu, mas por enquanto resolvi começar do começo, respeitando a quantidade de químicas que o meu cabelo tem.

Foi uma mudança relativamente suave para alguns, para mim foi o suficiente para fazer uma enorme diferença. Me senti linda, iluminada e trazendo um pouco da confiança que tenho dentro, para fora. Eu adorei mudar. Externar algo que por dentro já estava acontecendo é sempre mágico. Usei essa mudança para marcar um processo de transformação interna que eu venho vivendo – e não podia ter ficado mais feliz. Adorei misturar essa dose de ousadia na minha rotina e fico feliz de estar me sentindo mais naturalmente bonita do que nunca.

Por fim, se quiser passar lá no futilidades, mostrei as mudanças das minhas amigas e falei tudo sobre todo o processo do meu cabelo por lá. O post está supercompleto e pode complementar esse aqui para quem vier a se identificar com a minha história. (http://f-utilidades.com/2018/05/03/cor-do-cabelo/).

 

Espero que vocês também gostem do resultado dessa mudancinha de visual.

Beijos

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalment...

Cinco jaquetas pra arrasar no outono/inverno 2018

23.maio.2018

Talvez você já tenha ouvido por aí que a terceira peça é aquela que faz toda a diferença no look, né? Mas, afinal, o que vem a ser essa tal de terceira peça?

É verdade que a terceira peça pode ou não ser um item fundamental na hora de fechar a composição. Mas, sem dúvida, ela é um ponto capaz de amarrar toda a produção, fazendo com que exista um sentido mais amplo e detalhado no visual. Trocando em miúdos, depois de escolher uma peça para a parte de baixo e uma para a parte de cima do corpo, ou seja, duas peças, você opta por incluir uma terceira, que pode ser traduzida em jaquetas, blazers, coletes, cardigãs, boleros, trench coats, entre outros.

 

 

É claro que, em nosso verão extremamente tropical, nem sempre conseguimos incluir uma terceira peça no look – se parar pra pensar, o colete é um dos poucos itens que transita bem nos dias mais frios e nos dias mais calorentos. Por isso, é no outono/inverno que, em algumas regiões brasileiras, conseguimos apostar na terceira peça, principalmente nela, na jaqueta, que é o tema deste bate-papo de hoje.

Por isso, separei cinco modelos que podem funcionar muito bem para finalizar o look, deixando-o mais interessante e até mais atualizado. Alguns modelos são clássicos, mas outros são pura modinha dos últimos anos. Vem conferir!

 

1. Jaqueta jeans alongada

É evidente que a jaqueta jeans é um clássico do guarda-roupa e poder contar com uma para chamar de sua é sempre uma boa pedida. Para esta temporada 2018, o modelo alongado é aquele que está em alta, principalmente em jeans com lavagens mais claras, assim como propostas que contam com algum tipo de detalhe, como puídos, rasgos, tachas, patches, grafites, etc.

 

2. Jaqueta perfecto ou biker

Conhecida por sua pegada rebelde, com origem ligada aos motociclistas da Harley Davidson, dá pra dizer que, apesar da ousadia desta jaqueta, ela é do tipo raro que consegue transitar com certa facilidade por looks mais arrumadinhos ou mais casuais. Geralmente feita em tecidos mais resistentes, como couro ou suede, por exemplo, ela conta com zíperes, gola transversal e botões, principalmente, botões de pressão.

 

3. Jaqueta puffer

Famosa por ser a jaqueta dos esportes de inverno, a puffer é a conhecida jaqueta com “enchimento” e, por conta disso, é um modelo capaz de agregar bastante volume ao corpo. Geralmente feita em nylon, pode ser opaca ou ter acabamento brilhante como o vinil, assim como pode surgir em tons mais neutros ou bem mais chamativos, sendo sempre, porém, o foco de atenção de qualquer look.

 

4. Parka

Nesses tempos oversized que a moda atual vive, não é de estranhar que a parka, jaqueta alongada e ajustada na cintura por cordões e cintos, com bolsos amplos e várias tiras, esteja em alta e em evidência. Assim como acontece com a perfecto, a parka também é uma jaqueta versátil, que consegue compor ótimos looks casuais ou mais formais, tudo dependendo do tipo de material do qual é feita, assim como do nível de formalidade das outras peças que, junto com ela, fazem parte do look.

 

5. Jaqueta bomber

Em alta há algumas temporadas, a jaqueta bomber – que tem pegada esportiva evidenciada pela aplicação de elásticos nos punhos e na cintura – não dá sinais de ir embora tão cedo. Totalmente casual, ela é capaz de acrescentar um toque de modernidade a qualquer look, atualizando até os combos mais formais.

 

E então, vai se jogar na jaqueta? Qual modelo é o seu preferido? Conta aí nos comentários!

 

Fonte das imagens: Renner e Pinterest

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

O amor corajoso é vulnerável

21.maio.2018

Oiii maravilhosas!!!

Vim compartilhar algo com vocês que tenho refletido muito nesses últimos tempos…

Estava lendo um livro que recebi num treinamento chama “Brave Love” | “Amor Corajoso” e logo no início define: o amor corajoso é vulnerável.

Já faz um tempo que venho analisando a minha vida em todos os aspectos: no meu trabalho, como mulher, esposa, filha, cidadã, amiga… E percebi o quanto tenho sido vulnerável. Mas aí pensei: será isso positivo ou negativo?

Li um outro texto que fala, “ser vulnerável é importante para progredir” e que vulnerabilidade significa que seu coração e sua cabeça estão dispostos a aceitar as emoções que surgem quando se vive uma vida plena.

Uau! Quem não quer uma vida plena?

Num primeiro momento, ser vulnerável parece ser um sinal de fraqueza, até soa como se você não tivesse opinião. Mas na verdade quando você abre o seu coração e está disposta ser “melhorada”, ser “refinada”, ser uma pessoa melhor, é preciso ser vulnerável. É tão importante estarmos abertas a ouvir outras ideias, e não fechar a “cabeça” para o novo. Sempre temos a aprender. Sempre.

Deus se tornou tão vulnerável ao homem entregando o seu amor maior através do Seu filho. Um grande exemplo pra nós.

Precisamos ser sinceras com a gente sobre o que sentimos, pensamos e entender o que está em nosso coração. Um conselho bacana que encontrei no texto foi: falar sobre o que a torna vulnerável é uma maneira excelente de começar. Saber quais são os motivos que a levaram a isso a ajudará a se manter acessível ao que existe de bom, se sentir mais alegre e deixar para trás a tristeza que tem vivido.

Meu desafio para você essa semana é: abrir o coração e liberar toda a dor que existe aí dentro e dar espaço para aquilo ou pessoas que te fazem bem. E que essa vulnerabilidade seja revertida em positividade!!!

Um beijo enorme e depois me conte se você é uma pessoa vulnerável.

 

Ah! Alguns dias atrás, depois que eu já tinha feito essa reflexão sobre vulnerabilidade, uma amiga compartilhou um vídeo da Brene Brown e ela analisa, após anos de profunda pesquisa, como o fator vulnerabilidade se revela decisivo para as interações humanas, o senso de comunidade e, mais amplamente, para a capacidade humana de sentir empatia e pertencimento.

É, acho que vale ainda mais reflexões nesse assunto. Podemos sempre melhorar. Assista ao vídeo, é muito bom!

 

Bjokas da Japa e até a próxima :*

Érika Okazaki

Érika Okazaki é Jornalista especializada em Design de Moda, Consultora de Imagem formada pelo IRCNY – Image Resource Center of New York. Abriu a própria fábrica de confecções aos 17 anos...

Como poupar a proteína ingerida?

18.maio.2018

Seja com o objetivo de ganho de massa muscular, seja para um melhor aproveitamento do organismo devido a uma condição clínica específica, seja pelo que for: muitas pessoas querem saber como não desperdiçar a proteína que ingerem.

A proteína é um nutriente nobre; assim, o ideal é utilizá-la para funções igualmente importantes, como a construção de hormônios e a manutenção da massa muscular.

 

 

No entanto, ao ingerir menos proteínas do que o necessário, ela é destruída e transformada em carboidrato e gordura. Isso ocorre porque o cérebro não pode ficar sem carboidrato (glicose), que é seu combustível principal. Na falta dele, o organismo recorre à proteína muscular como fonte energética.

Portanto, se você quiser poupar a proteína que ingere, é fundamental comer alimentos que contenham bons carboidratos, de forma geral, nas três principais refeições do dia.

A forma de escolher esses carboidratos e a distribuição adequada deles no seu plano alimentar deverá ser feita sempre pelo nutricionista, que é o profissional mais adequado para lhe ajudar.

Fique atento!

 

Renata Rodrigues

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricion...

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