Transição Capilar, Minha História e a Nossa Revolução.

Olá! Meu nome é Fernanda, mas pode me chamar de Nanda Cury. Sou paulistana, tenho 35 anos, e é com muita alegria que faço esse primeiro post aqui no blog Naturalmente Bonita, para me apresentar a vocês e iniciar a minha coluna sobre beleza consciente e vegana. Estou super feliz com esse espaço e em compor o time, a convite da Bio Extratus.  

Hoje, vou contar um pouco da minha trajetória e sobre como parar de alisar o cabelo e aceitar a minha textura naturalmente crespa e cacheada foi o início de mudanças profundas na minha vida e que hoje dizem muito sobre a pessoa que me tornei. Assumir o cabelo natural, numa época em que todo mundo alisava, me fortaleceu profundamente e foi essencial para a construção da minha da minha autoestima e identidade.

Há dez anos, auge da progressiva, tratamento para cabelos crespos era sinônimo de alisar. Nas prateleiras das lojas de cosméticos não havia produtos para hidratar, nutrir e definir os cabelos crespos e cacheados, faltavam informações, profissionais especializados e representatividade. Mulheres crespas e cacheadas estampando capas de revistas era algo inimaginável e, nem mesmo as publicações focadas em cabelos traziam matérias e dicas para crespos. Se hoje a decisão de passar pela transição capilar é difícil, imaginem no século passado, antes da democratização do acesso à internet e do advento das redes sociais! A gente procurava referências simples como cortes de cabelo nessas revistas dos salões de beleza e era frustrante constatar que não havia sequer um corte para cabelo crespo em meio a todo aquele acervo de imagens. Até mesmo as embalagens dos poucos produtos destinados a cachos, traziam sempre uma modelo loira, de olhos azuis e com cachos feitos com babyliss no rótulo. Eu não conseguia me identificar com nenhum produto por conta disso, não me via representada e sentia que eles não eram feitos para mim.

Passei vinte e seis anos usando o cabelo preso e escondido em rabos de cavalo, tranças e coques. Na família e na escola, eu era a única diferente, com o cabelo crespo “armado”. Minha mãe e irmã tem o cabelo liso e eu sentia que era uma tremenda injustiça ser a única a puxar o cabelo da família do meu pai.

Na infância, foram dias de choro e frustração com “o cabelo ruim, que não tinha jeito”, que era o que eu ouvia na escola. Minha mãe fazia de tudo para cuidar e hidratar os meus cachos, carinhosamente chamados de “juba”. Ela recorreu a todos os recursos disponíveis na época: banho de creme com vitaminas semanal e trinta minutos com touca térmica, hidratação com ingredientes naturais, como abacate, mel, ovo, maizena, vinagre de maçã e azeite são alguns dos ingredientes naturais que me lembro que eram usados para manter os fios mais saudáveis. No entanto, tudo o que eu queria era ter o cabelo liso e comprido, como o das minhas bonecas Barbie:

Quando lançaram o primeiro spray desembaraçante, usei o pote de produto inteiro em um único dia. Meu cabelo parecia um deserto de tão ressecado e embaraçava muito. No dia-a-dia, antes de ir para a escola, eu molhava o cabelo na água fria antes de sair de casa e ao longo do dia. Além disso, passava bastante creme para “baixar o volume” e conseguir o efeito que hoje chamamos de “ativação de cachos”. Como os produtos não eram adequados para essa função (eu misturava máscara de hidratação com gel que prometia “brilho molhado”) e eu exagerava na quantidade, os cremes escorriam na camiseta do uniforme, além de acumularem nos fios, impedindo meu cabelo de respirar. Hoje sei que essa foi a realidade de muitas meninas crespas e cacheadas naquela época e que ser crespa ou cacheada nos anos 80 e 90 era um desafio diário!

Passei a adolescência com o cabelo preso, era super insegura, não me achava bonita e nem tinha autoestima. Quando comecei a trabalhar e ganhar o meu próprio dinheiro, gastava de quatro a cinco horas semanais no salão de beleza, alisando os fios com escova e chapinha e fazendo os melhores tratamentos para o cabelo. Afinal, diante de tantas horas de exposição térmica, se eu não protegesse os fios, a escova não durava e as pontas do cabelo ficavam espigadas. Lembro que chamava os fios mais curtos de “rebeldes” e passava bastante silicone e outros produtos que prometiam “controlar o frizz”.

Ao longo da semana, eu evitava sol, piscina, chuva, vento, sair para dançar ou realizar qualquer atividade que fizesse o meu cabelo enrolar. Ir à praia nem pensar, já que a umidade era a minha maior inimiga. Sei que para a maioria das pessoas que tem cabelo liso isso parece loucura e um grande exagero, mas acreditem, manter o cabelo alisado dá mais trabalho do que cuidar do crespo ou cacheado. Isso sem contar o tanto de dinheiro que a gente gastava!

Já na faculdade, dois episódios de viagem foram bem marcantes. Em um deles, na minha primeira vez fora do Brasil (viajei para a Inglaterra), eu passei dez dias sem lavar o cabelo, porque não tinha encontrado um salão confiável para fazer escova. Esse tipo de serviço costuma ser caríssimo lá fora e não é qualquer profissional que consegue fazer uma escova tão caprichada quanto a que eu estava acostumada aqui no Brasil.

Resolvi que eu mesma iria escovar, com o secador e chapinha que uma amiga gringa emprestou. Eu sabia que tinha muito cabelo e que seria trabalhoso, mas levei quase SEIS horas no processo todo. Isso porque o secador da minha amiga pifou no meio. Acreditam que eu até rezei para ele voltar a funcionar?! (graças a Deus funcionou! rs) Imaginem a cena: você escovou a metade do cabelo e a outra metade ficou crespa.. Nem preciso dizer que entrei em pânico, né?

Outra situação bem marcante foi quando finalmente aceitei o convite para viajar com uma amiga para a praia e ela me fez enxergar que todo esse esforço para manter o cabelo alisado tinha me tornado uma pessoa neurótica. Graças a insistência dela, entrei no mar e molhei o cabelo. Foi uma sensação maravilhosa sentir a água do mar, depois de tantos anos, mas depois veio a insegurança de saber que eu teria de passar o final de semana com o meu cabelo natural, sendo que nem sequer havia levado shampoo, condicionador, leave-in ou secador, afinal eu só lavava o cabelo no salão. Sobrevivi à experiência e acreditem, me diverti mais do que me preocupei e esse foi o primeiro passo para eu me libertar da obrigação de alisar o cabelo para me sentir feliz com a minha aparência.

Em 2008, eu já estava há anos sem relaxamento, escova e chapinha, mas apesar de estar com o cabelo natural, ainda usava sempre preso, pois o volume me incomodava muito. Um dia, fui a um salão, sem planejar muito, e pedi para cortar curto. Dei a sorte de encontrar um cabeleireiro que tinha o cabelo igual ao meu e , pela primeira vez na vida, fiquei satisfeita com o corte. Ao ver o meu cabelo curto, natural e super volumoso fiquei radiante! Me reconheci ao ver a imagem refletida no espelho, me senti maravilhosa e foi como se, a partir daquele momento, toda a experiência negativa associada ao meu cabelo tivesse ido embora com o corte. Eu estava livre! Apesar de eu não ter mais química do relaxamento, hoje considero que aquele dia fiz o meu big chop.

Mesmo estando super satisfeita com a minha aparência, entendi, por meio dos olhares e comentários das pessoas que o meu cabelo era totalmente fora do padrão, já que naquela época, auge da progressiva, as pessoas não estavam acostumadas a ver cabelos como o meu. Sem querer, acabei me tornando uma referência em cabelos crespos, passei a pesquisar e testar produtos e aprendi a estilizar e a criar penteados. Eu era parada na rua, por colegas de trabalho e pessoas que queriam tocar o meu cabelo e perguntavam como eu tive coragem de assumir o cabelo crespo. Também gerava confusão nas pessoas eu ser branca e ter o cabelo tão crespo!

Quando digo que meu cabelo é crespo e que ele não definia sem ativador de cachos, é assim que ele ficava:

Eu estava confusa e intrigada com tanta comoção sobre um simples cabelo e curiosa por todas as reflexões que surgiram a partir do momento em que decidi me aceitar como sou. Foi aí que entendi que não havia representatividade dos cabelos crespos e cacheados na mídia e nem na indústria de cosméticos. As poucas matérias sobre cabelos crespos nas revistas eram sempre negativas “Como domar o seu cabelo crespo e sem vida”, “Como acabar com o frizz”, elas nunca exaltavam a beleza do cabelo natural e sempre colocavam o cabelo crespo um problema que precisava ser resolvido.

A partir dessa constatação, resolvi criar a minha própria narrativa de beleza, para fortalecer e inspirar outras mulheres a se libertarem da obrigação de alisarem os cabelos para se sentirem bonitas. Foi assim que, em 2008, surgiu o Blog das Cabeludas. Comecei a fotografar e entrevistar as poucas mulheres que via na rua, com o cabelo natural. Percebi que todas tinham uma história de aceitação e resistência muito parecida e haviam percorrido um longo caminho até se aceitarem. Minha intenção inicial era publicar aquelas fotos e histórias para que outras mulheres pudessem se reconhecer e se inspirar, criando uma rede de empoderamento.

Ao longo dos anos, o Blog das Cabeludas foi acessado por milhares de mulheres, muitas dizem que amaram ver as suas fotos e histórias publicadas, outras nos contam que o Blog foi fundamental para elas assumirem o cabelo natural. Conforme eu imaginava em 2008, cada mulher que assume o seu cabelo, fortalece todas as outras a sua volta. Em 2015, fizemos a primeira Marcha do Orgulho Crespo, em São Paulo, um movimento que reverberou por todo o país. Mas sobre a Marcha eu conto mais no próximo post.

Aceitar e a amar o meu cabelo foi uma micro revolução e o primeiro passo para construir a minha autoestima. Hoje, fico feliz em ver que nós, crespas e cacheadas, estamos unidas, pautando as revistas, estamos na mídia, somos vistas pela indústria de cosméticos e não aceitamos discriminação. Esta revolução não é mais minha, é do mundo, é linda e crespa!

Por trás de cada cabelo crespo e cacheado há uma história de resistência. Qual é a sua? Compartilhe com a gente, aqui nos comentários!

Gratidão a todas que leram até o fim este longo post e a Bio Extratus pelo espaço!

Beijos, e até o próximo post.

A ligação direta do meu cabelo com minha autoestima

Tem gente que duvida do poder de uma boa hidratação e finalização né? Mas só nós mulheres entendemos o quanto a vida melhora quando o cabelo tá bom, não tenho um real na conta, mas olha meu cabelo como tá lindo?! Hahaha, acontece! E o que me fez vir aqui abordar esse assunto foi um episódio que vivi no meu tatuador no mês passado , dia 15/3 , uma seguidora minha, Lorena de 11 anos, foi até o estúdio me ver, e cara, eu vi nela esperança, eu vi o resultado do meu trabalho, tá dando certo!! Na idade dela, meu sonho era ter cabelo liso, uma franja mais lisa ainda, e por não ter, me odiava de uma maneira inexplicável; “Ah Nath, mas era só um cabelo”, sóooooo? Cara, eu era uma pré-adolescente que não gostava de mim por causa do meu cabelo, entende a gravidade disso e o tanto de frustração que isso acarretou na minha vida? MUITA! E ao ver Lorena, linda, jovem e bela nos seus 11 lindos anos, assumida, feliz com o formato e volume do seu cabelo me fez refletir sobre essa fase da minha vida e como lidei com ela.

Hoje, youtuber cacheada, e embaixadora de uma marca que acredita na beleza natural, me sinto orgulhosa de influenciar diretamente meninas a se aceitarem e não passarem por situações que abalariam a autoestima delas; Como um “Não tem pente em casa?”, ou “Você acha que eu namoraria uma menina do cabelo ruim que nem o seu?”. Pode parecer inacreditável para quem não passou por isso, mas sei que muita gente vai ler esse texto e lembrar de cada frase responsável por diminuir cada dia mais o seu amor próprio.

A época em que aceitei meu volume e comecei a me descobrir cacheada, foi LIBERTADOR! Ufa, meu cabelo tem uma identidade única, porque até então eu não era nem lisa e nem cacheada, era o que? Um E.T? hahaha, o E.T mais cabisbaixo e frustrado da escola. Hoje, você fala meu nome no meio cacheado, e vou estar altamente ligada à aceitação do meu cabelo, mas nem sempre foi assim. Custei a me amar, porque não via quem queria no reflexo do espelho, e isso machucava, deixou cicatrizes, que custei a remendar. Mas como me amar, se na mídia nacional e internacional não me via representada? Cabelos baixos, domados e peles claras, as mais claras possíveis, poxa, eu realmente não estava no padrão; E é essa nossa luta, representatividade, o que eu fui na vida da Lorena e de muitas outras seguidoras que se viram em mim, se identificaram, e se amaram.

Tá aí a importância de cacheadas e crespas nas mídias, internet, televisão e revistas, porque tem muita menina e também tem muita mãe de família que nunca iria se encontrar, se não houvesse a resistência que estamos tendo em não abaixar a cabeça e nem o cabelo para ninguém. Vai muito além de um vídeo ensinando a cuidar e arrumar o cabelo cacheado, é ajudar a se encontrar, é mostrar que dá para ser linda e segura, mesmo não sendo igual a maioria do mundo todo, e quer saber? Que graça tem ser igual a todo mundo? É tão mais gostoso ser você, cada pedacinho, único e especial como deve ser.

E você? Conhece o melhor do seu cabelo e de você? Se não, corra atrás desse prejuízo AGORA, mas se sim, ajude outras a descobrirem quão grande é a satisfação da liberdade de ser quem é. Eu nunca vou me cansar até que todas as mulheres da minha volta saibam o quanto são lindas, faça sua parte você também. A mudança no mundo, começa em mudar a si mesmo.

Um beijo,

Nath Barros

10 passos para ter cabelos saudáveis no frio

O sonho de consumo de toda mulher do mundo é aquele cabelo forte, saudável, brilhante e sem quebra. Desfilar com os fios incríveis no inverno é uma tarefa que parece difícil mas que pode se tornar simples com alguns passos básicos na sua rotina de beleza. Para que seu cabelo não sofra com o vento e com a diminuição da umidade do ar, venho contar os 10 passos para ter cabelos saudáveis no frio.

1- Tenha uma alimentação equilibrada. O processo começa de dentro para fora, procure se alimentar corretamente, incluindo nas refeições algumas hortaliças e frutas que fazem bem para os fios (e para o resto do corpo). A falta de algumas vitaminas podem acarretar em vários prejuízos para o fio e para o couro cabeludo. O cabelo é composto principalmente de proteínas. É importante ingerir alimentos desse grupo (carne, ovos, queijos) para deixar os fios mais fortes e nada quebradiços.

2-  Observe sempre se o produto usado é o ideal para seu tipo de cabelo. Escolha produtos sem sal, que não agridem o couro cabeludo e não deixam os fios sem brilho. Se necessário, passe por um especialista que te indique o melhor tipo de produto a ser usado. Uma boa dica é visitar o site da Bio Extratus e conferir as propriedades de cada produto, assim você saberá qual o perfeito para você.

3- Lave e hidrate o cabelo pelo menos uma vez por semana. Tenha sempre um bom shampoo anti resíduos pois poeira, oleosidade e sujeira acumulada impedem o crescimento dos fios. Lave bem. Em seguida, aplique um shampoo mais leitoso, que vai hidratar o couro cabeludo sem deixar oleoso. Aplique a máscara de sua preferência, permaneça com ela o tempo indicado e enxágue bem.

4- Quando usar secador, chapinha e babyliss, passe um finalizador termo protetor bem potente nos fios. Assim eles não ficarão opacos, quebradiços e evitará qualquer risco de “torrar” o cabelo. Meu favorito é o finalizador da linha Spécialiste Resgate, que ajuda a reconstruir os fios danificados.

5- Procure lavar sempre com água fria ou morna. A água quente abre as cutículas dos cabelos e os deixam quebradiços e ressecados.

6- Use uma boa escova para desembaraçar os cabelos ainda úmidos, evitando a quebra do cabelo. Escovas e pentes de convencionais acabam danificando, à longo prazo, a estrutura dos fios. A escova Michel Mercier, por exemplo, é desenvolvida e pensada especialmente para não quebrar os fios. Vale a pena investir.

7- Evite produtos com muita química. Hoje em dia há vários shampoos no mercado que contém produtos químicos encontrados até em detergentes e que agridem o couro cabeludo. Dê uma olhada nos ingredientes e descarte os produtos que não valorizam seus fios. É só dar um google e ver o que realmente faz bem para o cabelo e o que pode ser descartado.

8- Corte o cabelo com frequência. Procure fazer uma visita ao cabeleireiro de 3 em 3 meses para tirar as pontinhas. Assim eles cresceram bem fortes e evita que seja necessário cortar muito a longo prazo. Até porque ninguém merece pontas duplas.

9- Evite prender o cabelo com elásticos ou prendedores de metal. Eles podem enferrujar e/ou quebrar os fios ao soltar. Hoje em dia os modelos revestidos por plástico, como aqueles que parecem fio de telefone, são ótimos, super baratinhos e não marcam os fios.

10- Nunca durma com o cabelo molhado. O contato com o travesseiro faz com que o couro cabeludo não respire durante a noite, deixando os cabelos marcados e opacos. A longo prazo eles se quebram e formam as temidas pontas duplas. Aproveite a parte da noite para usar aquele óleo super potente nas pontas e deixa-lo agindo durante o sono.

E ai, gostaram desses 10 passos para ter cabelos saudáveis? Comenta com a gente qual foi seu favorito!

 

Delineado Esfumado Chic

 

Quem é apaixonada por delineado gatinho, como eu, vai se apaixonar muito facilmente por este tutorial que trago hoje.

Vou mostrar a vocês um delineado esfumado que fica muito chic.

Ele fica maravilhoso e muda o tradicional. Afinal, fazer detalhes diferentes é muito legal na maquiagem.

Vamos lá se apaixonar e aprender?

Passo 1: Coloque uma fita crepe para delimitar os olhos e ajudar na marcação. Após isso, com um lápis preto daqueles com textura em gel, faça um delineado bem livre. Não precisa ficar certinho, não!

 

Passo 2: Pegue um pincel bem pequeno modelo lápis e esfume as bordas deste lápis. Vai dar uma borradinha e é esta a intenção.

Passo 3: Com uma sombra tom de camurça aplique em cima do lápis preto e também  um pouquinho acima.

Passo 4: Com um pincel de esfumar pequeno esfume bem as bordinhas da sombra camurça. Tem que ficar delicado.

Passo 5: Use o primeiro pincel lápis e aplique a sombra marrom e depois a preta rente aos cílios inferiores também.

Depois disso é só abusar da máscara de cílios e cílios postiços também. Você vai arrasar!

Viu que resultado incrível?

Estou amando usar essa maquiagem. Fica muito poderosa e linda demais!

Faz aí em casa também! Você vai ficar mais gatinha ainda! Garanto!

Bjoca

Daiana

Produtos Usados:

Lápis Preto Mori Makeup, Sombra cor Sia Fand Makeup, Batom cor Sarabi Pausa Para Feminices

Veludo no Inverno: Dicas de Como Usar

É fácil a gente perceber que, na moda, as tendências vão e vêm com frequência e, para quem tem um guarda-roupa bem grande, hehe, vale a pena deixar as peças guardadinhas, até que elas voltem a estar em evidência novamente.

Como hoje em dia vivemos um momento de inspiração na moda dos anos 90, é bastante normal que o veludo esteja em alta novamente, aparecendo com força em todas as coleções de inverno, seja nas roupas e calçados, seja nos demais acessórios.

 

Por ser um tecido muito querido das pessoas, rapidamente ele já se tornou febre e, assim, achei legal a gente bater um papo aqui a respeito das apostas que vêm por aí, bem como dividir dicas que podem ajudar na hora de usar ou investir em um item em veludo.

1 Escolha o tom: Por ser um material quentinho e que esquenta bastante, ele não poderia aparecer em outra temporada que não fosse o outono-inverno. Por isso, a cartela de cores se baseia principalmente em tons escuros, fechados ou pálidos. Assim, nas coleções vemos aparecendo o preto, vinho, azul, vermelho e rosa blush, bem como um pouquinho de lilás, cinza e verde.

2. Pés cobertos, pés à mostra: Apesar de ser um tecido invernal, ele não aparece apenas em sapatos fechados. É claro que botas, oxfords e tênis são fortes apostas em calçados feitos em veludo, porém também vemos ótimas opções em sandálias, slides e mules, que deixam os pés de fora e que podem ser uma boa alternativa para as regiões do Brasil onde não faz tanto frio assim.

Via Marte, Moleca, Azaleia, Santa Lolla

3. Modelos da vez: É claro que as roupas mais variadas podem ser feitas em veludo, ficando restritas apenas à criatividade do estilista. Mas, para este inverno, vemos alguns modelos que já se tornaram hits, como o slip dress (vestido camisola), a calça jogging e a jaqueta bomber.

4. Combina com o quê?  Veludo é um tecido que, em si, já carrega muita informação, não só pela sua textura e cor, mas também pelo seu brilho natural – especialmente o veludo molhado e o veludo cristal, queridinhos da moda atual. Por isso, ele sempre será um dos focos de atenção principais no look. Ele vai bem com materiais mais encorpados, como o couro e o jeans, ou mais leves, como rendas, chiffon e tricoline, mas pode pesar quando combinado a materiais texturizados, como peles e lãs, por exemplo.

5. Apenas uma peça: Como comentei no item anterior, o veludo, por si só, já chama bastante a atenção e atrai o olhar. Por isso, para deixar seu look mais interessante, atual e nem um pouquinho pesado, opte por usar apenas uma peça nesse tecido, para deixar o look criativo e manter a composição equilibrada. Mas, claro, na moda, às vezes, o exagero pode dar certo e ser muito bem-vindo! Na dúvida, confie no espelho, ele sempre é seu melhor amigo.

Fonte das imagens: Paulien, Glam Radar, Farfetch, ascotandhart, Keep Shopping, aloveisblind, & Other Stories, Brit Morin, Harper’s Bazaar, Pinterest, eBay.