Naturalmente Bonita

Como ter um cabelo vermelho bonito e saudável!

11.abr.2018

Oi, pessoal… Estou de volta aqui no Naturalmente Bonita para mostrar e contar todos os detalhes desse meu novo hair. Sim, aderi a moda Ariel e deixei meus fios com um tom de vermelho incrível.

Tenho certeza que muitas de vocês já irão perguntar: qual tinta você usou? Aí é que vem a surpresa! Não foi tinta e sim a Máscara Colorante Vermelha que a Bio Extratus criou! Vamos por partes para eu explicar como funcionou esse produto no meu cabelo para que chegasse nesse tom Ariel, rsss…

Eu havia mudado a cor do meu ruivo para um tom de 8.66 (usei OX vol. 20). De um ruivo acobreado, passei para um ruivo mais claro. Muito feliz com o novo visual, me sentindo mais jovial e com uma segurança totalmente de poder! Foi ótimo passar por essa mudança!

Mas, como sempre digo, o cabelo ruivo exige um grande ritual de cuidados para que o desbotamento da cor não aconteça de forma acelerada. Fui em uma viagem para o exterior, não cuidei dele como deveria e o resultado vocês já imaginam qual foi, né? Pontas ressecadas e com aspecto sem brilho da cor.

Foi aí que usei a Máscara Colorante Vermelha da Bio Extratus, para reavivar minha cor de uma forma rápida e surpreendente! Acreditem se quiser, mas esse cabelo novo e poderoso você pode ter sem sair de casa. A máscara é superprática de aplicar e você pode conferir isso no vídeo lá embaixo.

Quer já garantir a sua máscara colorante vermelha? Compre AQUI!

Outra novidade é que fui convidada para estampar a campanha de lançamento do produto, o que me deixou muito feliz pelo fato de eu ser embaixadora da marca e estar em total sintonia com a equipe. Agora vocês irão me ver por aí, segurando a Máscara Colorante Vermelha, rsss… Bom, eu voltarei em outro post contando os detalhes de como funciona o produto após a utilização. Na verdade, eu estou conhecendo o funcionamento dele no meu cabelo para detalhar a experiência e poder ajudar vocês com várias dicas.

 

Então, assistam ao vídeo e fiquem ligadinhas aqui no blog Naturalmente Bonita!

 

Bjinhos…

Nathi Ferreira

Ariana, 28 anos, fisioterapeuta por formação e apaixonada por moda, beleza, viagens e diversão. Dedica seu tempo exclusivamente ao blog, youtube e redes sociais (sua paixão). Busca conectar leitor...

Como cuidar dos cabelos com raiz oleosa e pontas secas

6.abr.2018

Hey amiga, você tem a raiz do cabelo oleosa e as pontas secas? Conheço bem essa realidade! Aliás, o povo brasileiro sabe bem o que estou falando… ôôôô povo pra ter misturas de raças neh rsrsrs. Eu sou prova disso. Metade japa e metade brasileira.

 

E com essa mistura toda, o meu cabelo não é lisinho como dos “japas de verdade”. Ele é todo ondulado e, por consequência, tenho um cabelo misto: raiz oleosa e pontas mais secas, agora mais ainda por ter descoloração. Depois de 32 anos de experiência (tô ficando madura hahaha) posso dizer que aprendi a lidar com o meu cabelo, passei a entender como ele funciona e quais produtos são mais adequados. E nem sempre usar uma linha completa é o indicado para o seu cabelo! Para o meu, especificamente, desenvolvi a #MisturinhaDaJapa. Misturo várias linhas pra deixar do jeitinho que gosto. Na #MisturinhaDaJapa eu faço o seguinte:

 

 

#Passo 01

Uso a primeira e segunda mão de shampoo adstringente, aqueles transparentes que limpam bem a raiz e controlam a oleosidade do couro cabeludo. Sou megafã do shampoo Jaborandi, mas a Bio Extratus possui tb outras linhas ótimas pra isso (já tô preparando as dicas pra outro post).

 

#Passo 02

Na terceira mão de shampoo, opto por um mais hidratante, geralmente eles são perolados pra tratar as pontas que são mais ressecadas. Eu escolhi o shampoo da linha Spécialiste Resgate.

 

#Passo 03

Depois de lavar, entro com máscara ou banho de creme. Você já sabe, mas vale lembrar, aplicar somente no comprimento dos fios, nada de passar na raiz. Meus preferidos são da linha Pós-Química e da linha Queravit.

 

#Passo 04

Pra fechar as cutículas dos fios, mesmo que você aplique a máscara é importante usar condicionador. Pode ser da mesma linha da máscara.

 

#Passo 05

Se eu não faço escova e deixo secar naturalmente o cabelo, aplico um finalizador. O que tô usando agora é da linha Botica Cachos, Now Poo-Low Poo. É MARAVILHOSO e deixa o meu cabelo com efeito “Gisele Bündchen” rsrsrs. E, se faço escova, finalizo com óleo de Argan e Cártamo.

 

No vídeo eu conto mais detalhes:

Essa é minha misturinha básica para raiz oleosa e pontas secas, que pode funcionar pra você também. De tempos em tempos, vou trocando as linhas. Mas vale lembrar que cada cabelo reage de uma maneira, o importante é você “entender” o que ele se adapta mais.

 

Dica bônus: se você não sabe os produtos adequados para seu cabelo, consulte um ponto de revenda da Bio Extratus na sua cidade e se informe sobre a Análise Capilar. Existem consultoras de beleza que podem te ajudar nessa missão!

Bjokas da Japa e até a próxima :*

Érika Okazaki

Érika Okazaki é Jornalista especializada em Design de Moda, Consultora de Imagem formada pelo IRCNY – Image Resource Center of New York. Abriu a própria fábrica de confecções aos 17 anos e ado...

Como cuido do meu cabelo durante viagens

4.abr.2018

Sempre que vou viajar, levo comigo alguns produtos de beleza que vão me manter segura e confortável em meu destino. A ideia é sempre curtir ao máximo o local e explorar cada cantinho, sem me preocupar com os cabelos ou com a pele. E nessa última viagem não foi diferente. Visitei Orlando com meus pais e meu irmão e, sabendo que teríamos parques e outlets para passear, escolhi com antecedência os produtos que seriam meus verdadeiros companheiros de viagem.

O primeiro deles, que me acompanha de 10 em cada 10 viagens, é o Creme de Silicone e Tutano, da Bio Extratus. Ele é um dos meus finalizadores favoritos da marca, o que mais me dá confiança. Isso porque tem ativos que hidratam os fios e os protege de ações externas, que nessa viagem seriam bem agressivas. Peguei desde calor intenso de meio dia, com sol forte, até muito vento e friozinho à noite. Ele realmente blinda o cabelo para que eles não sofram com esses fatores. Me vi 7 dias livre de secador, chapinha e babyliss, deixando os fios bem naturalmente bonitos.

Entre um brinquedo e outro, meu cabelo acabava embolando inteiro, principalmente na parte de baixo, próximo à nuca. Levei todos os dias na bolsa a escova Pack and Go, da Michel Mercier. Assim como os outros modelos da escova, essa versão pocket é ótima porque desembaraça os fios sem quebrá-los e sem doer o couro cabeludo. Me senti livre pra ir a quantas montanhas russas queria, quantas vezes tinha vontade, sem criar um ninho de mafagafos na cabeça. É nítido nas fotos do parque o quanto os fios estavam soltinhos e macios.

Para lavar os cabelos, levei alguns produtos práticos da linha Queravit. Em mudanças de temperatura, meu cabelo tende a ficar mais oleoso na raiz. Levei o Shampoo Antirresíduos que, por fazer uma limpeza profunda, deixava os fios bem soltinhos e limpos de verdade.

Alternei com o Shampoo Hidratante Queravit, que traz hidratação sem tirar a sensação de limpeza, sabe? Diminui o atrito dos fios mas os deixa soltinhos, da melhor forma possível. Levei também o condicionador da linha para selar as cutículas capilares e uma máscara “desmaia” cabelo, superprática e ótima para ter com a gente em viagens.

Esses produtos me mantiveram confortável e livre para curtir minha viagem sem medo de ser feliz e sem deixar os fios desprotegidos.

 

E vocês? O que costumam levar quando viajam? Comentem abaixo!

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Por um mundo com menos competição feminina

2.abr.2018

Por muito tempo eu descobri que, mesmo sendo uma pessoa com muito mais amigas do que amigos, a competição feminina era minha companheira inseparável. Aquela que estava ali, do meu lado, sussurrando sempre no meu ouvido como outras mulheres eram melhores que eu.

 

Na começo da adolescência eu me intimidava com a menina que tinha o cabelo mais bonito, que era mais magra, que era mais popular. “Como alguém vai olhar para mim se eu não sou ela?” “Como deve ser a vida dela?” Fui descobrir muito tempo depois que essa mesma menina popular que me intimidava também se sentia insegura ao olhar pra mim por outros motivos. Motivos que eu não via como feitos ou qualidades na época.

 

Do meio para o final adolescência, quando os namorados, os rolos e as paqueras (ainda existe esse nome? É crush que fala agora, né?) começaram a surgir, a competição feminina me apresentou para a sua prima-irmã, a rivalidade feminina, que alimentou todo tipo de ciúme e insegurança. A menina que estava falando com o menino que eu estava de olho com certeza era a maior mau caráter. E a que ficou com o namorado da minha melhor amiga – mesmo não sabendo que ele estava namorando? Vagabunda, claro, tem que esfregar a cara dela no chão (olha o nível de maturidade desse conselho).

 

Foi preciso eu cair na cilada de um dos meninos mais bonitos da série, junto a mais 3 outras meninas, para entender as variadas nuances dessa competição e o tamanho da roubada que seria se eu entrasse nessa. Foi preciso eu arrumar um namorado com fama de pegador e que nunca tinha namorado sério e receber mensagem de ex-ficante (linda, por sinal) me parabenizando pelo namoro, mas contando como foi incrível transar com ele, para eu entender que nem sempre existe um lado mais frágil nessa balança. Todas as mulheres caem nas garras da competição.

 

Aí fui para a faculdade, onde a pressão de mostrar-me talentosa, criativa e dona de uma futura carreira brilhante pegou feio, me deixou completamente insegura e justamente aí eu cedi ao papo da competição. Passei 4 anos da minha vida achando meus trabalhos uma droga se comparado com o de outras pessoas, ou melhor, mulheres. Passei esses anos todos querendo ser tão estilosa como a menina que fazia aula de ilustração comigo, ou ter um armário tão legal quanto da garota que fazia aula de história da moda. Poxa, por que eu não era talentosa como aquela menina que fez a melhor apresentação da aula de Gráfica? Demorou anos para eu entender que gastei uma energia preciosa da minha faculdade me comparando e competindo com outras mulheres, e era uma competição soltária, que vinha apenas do meu lado. Me prometi que nunca mais faria isso.

 

Mas fiz. Mundo de blog pode ser um caminho traiçoeiro. Ainda mais mundo de blogs de moda. Era sempre uma história de “por que ela conseguiu pegar esse trabalho e eu não?” “Por que ela está fazendo sucesso e eu não, se fazemos o mesmo conteúdo?” “Será que é porque ela é magra e eu não?” “Será que é porque aquela blogueira ali é mais bonita?” Estar em um mercado competitivo com tantas mulheres abriu espaço para a competição feminina aparecer novamente na minha vida. Mas meu mundo se abriu quando eu entendi que tem espaço para todas, que o padrão até existe e é cruel, mas ele não é importante se seu conteúdo conectar-se com suas leitoras.

 

Era um foco no lugar errado novamente e, depois que criamos o #PapoSobreAutoestima, comecei a ver tantas outras mulheres compartilhando suas histórias e percebi que não dá mais para focar no lugar errado.

 

Desde então, tem sido maravilhoso enxergá-las de sua forma mais genuína. Não importa se são mais bonitas, mais talentosas, mais inteligentes, mais articuladas, mais famosas. Todas nós temos nossas particularidades, nossas inseguranças, nossas histórias, nossos medos e nossas superações. E, no fim das contas, tantas coisas são parecidas, que fico me perguntando por que e pra que focamos nas nossas diferenças, justamente naquilo que faz cada uma de nós ser especial e única? Chega.

 

A gente não precisa disso, eu não preciso disso e certamente você também não.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempr...

Clube das Cabeludas Especial – Série sobre Transição Capilar

30.mar.2018

No ano passado, recebemos centenas de depoimentos de mulheres de todo o Brasil que estavam passando pela transição capilar e que gostariam de fazer o “big chop” com o Clube das Cabeludas. Nossa websérie foi criada em parceria com a Bio Extratus para inspirar mulheres a fazerem a transição e assumirem seus cabelos crespos e cacheados naturais.

Dentre todas as emocionantes mensagens recebidas, selecionamos uma história que consideramos inspiradora para presentear a modelo com o corte de cabelo e a participação no primeiro episódio especial do programa. Conheçam a Manu, nossa musa carioca, que veio de São Francisco de Itabapoana (RJ) até São Paulo, para dar adeus à progressiva e descobrir a liberdade de ter de volta seu cabelo cacheado natural.

Ela é atleta, vegana e frugívora. Foi escolhida, dentre diversas mulheres do Brasil todo, por uma causa nobre: divulgar o trabalho com o Santuário Salvando Vidas, que abriga mais de quinhentos animais, sobreviventes de maus tratos.

Uma pesquisa de 2012 revelou que 70% das mulheres brasileiras com cabelos crespos e cacheados alisavam os fios. Muitas vezes, o processo de alisamento químico começa cedo. “Aos nove anos minha tia me levou para fazer a primeira química no cabelo”, conta. O objetivo era “reduzir o volume e soltar os cachos”, relembra Manu. Com o tempo, o cabelo começou a alisar e, dos quinze aos dezenove anos, ela usou progressiva, escova e chapinha, o que causou danos ao cabelo, que se tornou poroso, frágil e quebradiço. Não é pra menos, já que os processos químicos constantes, somados ao uso da chapinha e do secador, prejudicam a saúde capilar.

Em 2017, após aderir a uma alimentação frugívora e vegana natural, baseada no consumo de frutas e de vegetais, a Manu sentiu que também precisava transformar também a relação com o próprio cabelo. Ela não sabia o que fazer, mas estava decidida a parar com o alisamento. Conforme o cabelo foi crescendo, a dupla textura (raiz crespa e pontas alisadas) começou a incomodá-la. Foi aí que surgiu a oportunidade de participar do Clube das Cabeludas, com o cabeleireiro e parceiro do programa Charles Motta.

 

Confira o vídeo dessa linda transformação:

 

Acompanhe o perfil da Manu e do Santuário no Instagram.

Você também está passando pela transição capilar? Conte para a gente nos comentários!

Nanda Cury

Criou o Blog das Cabeludas, Crespas e Cacheadas em 2008 e é uma das idealizadoras da Marcha do Orgulho Crespo Brasil (2015). Ambas iniciativas tem objetivo de empoderar mulheres a aceitarem seu...

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