Um #paponapiscina para ficar na memória

Quando pensamos em criar uma pool party do projeto #paposobreautoestima, a primeira coisa que nós pensamos foi que ela seria uma festa para celebrarmos verões sem padrões e sem julgamentos. Nossa ideia foi justamente usar uma piscina como pano de fundo para que leitoras, seguidoras e participantes do grupo se encontrassem para uma tarde descontraída e divertida, com direito a muito biquíni, maiô, caídas na piscina e muito amor próprio.

Acho que nem preciso falar como ficamos felizes de ter a Bio Extratus nos apoiando nessa empreitada, né? Porque o discurso de liberdade com seus cabelos e as diversas linhas pensadas para fazer TODOS ELES serem os melhores possíveis é muito alinhado com o #paposobreautoestima. A quantidade de linhas disponíveis para quem descoloriu, pintou de loiro, fez mechas, pintou de escuro, deixou grisalho, alisou, deixou cachear naturalmente é enorme, assim como as famílias feitas para quem quer revitalizar, fazer crescer, reidratar e tornar seus fios mais fortes.

A primeira festa teve tudo que a gente podia esperar e o feedback que mais ouvimos foi: “eu nunca imaginei que estaria em uma festa na piscina, rodeada de mulheres, dançando de biquíni e não me importando com o meu corpo nem por um segundo”.

A segunda teve um empecilho: a chuva. E, apesar de todos os nossos receios, sabem de uma coisa? Foi incrível do mesmo jeito! Muitas entraram no clima com a gente e apareceram de biquíni com saídas de praia abertas, várias de fato entraram na água e usaram os finalizadores e escovas disponíveis para experimentarem os produtos da Bio Extratus depois. Nós entramos na piscina!

Todas levaram para casa o finalizador da linha Resgate, que é um dos queridinhos, e o Óleo de Argan e Cártamo, ideal para selar as pontas e deixá-las brilhantes e bonitas. Esses dois produtos foram pensados justamente porque são sensacionais e, para quem não conhece a marca, não existe melhor porta de entrada. Quem ficou no hotel – quase 40 meninas vindas de BH, Porto Alegre, São Paulo e outros cantinhos desse Brasilzão – também recebeu no quarto o shampoo e o condicionador da novíssima linha Pós-Coloração.

E, no fim, o que ficou marcado é como a gente não precisa de um tempo maravilhoso para apoiar o #paposobreautoestima. Nesse dia, conseguimos provar que a força do coletivo em criar um ambiente sem julgamentos, com empatia e amor próprio, tem muita luz e energia. Hoje faz quase uma semana que a festa aconteceu, hoje o sol já voltou a brilhar (aliás, voltou a brilhar no dia seguinte da festa, como se São Pedro tivesse feito a chuva cair no sábado só para mostrar pra gente que somos mais fortes que condições meteorológicas) e eu ainda estou pensando em como foi tudo tão especial. E só posso finalizar esse post agradecendo à Bio Extratus por nos apoiar faça chuva ou faça sol e ajudar a levar essa mensagem de liberdade e empoderamento para mulheres de todo o Brasil!

O poder do elogio sincero

Era 1º de janeiro, acordei ainda sonolenta e com um pouco de ressaca da noite da virada. Olhei para o lado e estava ele, me observando dormir e fazendo cafuné em meus cabelos. Dei um sorriso de lado meio sem graça com minha cara lavada e amassada. Antes que eu pudesse falar algo ele me disse: “você é a mulher mais maravilhosa do mundo”.

Naquele momento percebi o quanto estou ao lado de alguém que me ama acima de qualquer padrão. Sempre estive acima do peso e, em minha adolescência, isso foi motivo para fazer dietas malucas e extremamente restritivas, chorar sozinha por “não ter roupa” que caiba em mim e até por vomitar após o almoço com culpa de ter comido além do que deveria.

Depois de alguns anos fazendo terapia, consegui entender melhor minha relação com meu corpo, a supervalorização do padrão inatingível de beleza pela mídia e o quanto isso me afetou na adolescência e poderia afetar outras meninas. E o que isso tem a ver com o fato de meu namorado me achar “a mulher mais maravilhosa do mundo”?

Não estou querendo pregar que sem a opinião dele eu ficaria mal ou que preciso que alguém me ache maravilhosa. Não. Mas aquela atitude tão sincerona logo pela manhã do dia 1º foi tão inesperada que ativou uma chama extra de auto estima em mim. E se, no auge da minha adolescência, essa chama tivesse sido acesa? Quantas chamas conseguimos acender apenas dizendo um elogio sincero em momentos inesperados? Quantos conhecidos você elogiou hoje? E desconhecidos?

A partir daí comecei a colocar em ação algo que já havia feito em 2016: a pratica do elogio. Me levantei, abracei minha mãe e falei que o cabelo dela estava perfeito com aquele corte. No dia seguinte, no trabalho, elogiei a bolsa da minha colega. Na hora do almoço fiz questão de ir até a cozinha do restaurante elogiar o tempero delicioso da carne seca. E desse dia em diante me prometi acender o máximo de chamas que eu conseguir por onde passar. E você? Já acendeu a chama da auto estima de alguém hoje?