Naturalmente Bonita

A liberdade de entrar na água com o cabelo protegido: creme de silicone com tutano

27.mar.2017

Eu uso Bio Extratus há pelo menos uns 3 anos e nesse tempo sempre ouvi falar na famosa linha de tutano, aquela linha que vende, que tem fãs de mais de década e que supre a necessidade de muitos tipos de cabelos que precisam de uma boa hidratação, dos cacheados aos de ponta seca.

O que eu não sabia era o que o creme de tutano tinha mais a oferecer, já que ele vai além de ser parte de uma linha que muitas mulheres de cabelo cacheados amam. Ele funciona muito bem como aquele produto que você não pode deixar de levar para a praia ou piscina. Eu pude comprovar isso muito bem na minha última viagem, onde fui à piscina todo dia – e mergulhei, o que é raro já que morro de medo do cloro estragar todo o cuidado que tenho com meus fios.

Ele protege o fio da água salgada, do cloro e principalmente do sol, por conter filtro solar. Além de ser usado antes para a proteção ele também funciona perfeitamente depois que a gente sai da água, desembaraçando e deixando o cabelo secar naturalmente mais bonito, com menos frizz e com um visual mais hidratado. Além de continuar a proteger o cabelo se você vai passar o dia no sol.

Aproveitei para usar como finalizador também e assim o produto foi uma bela surpresa pra mim, meu cabelo secou mais encorpado, de uma forma bonita e sem pesar. Para contextualizar, eu tenho química no cabelo, ele tem a raiz mais para oleosa e as pontas mais secas, dito isso ele funcionou muito bem pra mim. Na verdade ele é indicado para todos os tipos de cabelo, o que torna o produto muito versátil. Basta uma das amigas ter na bolsa que todas poderão usar.

Como finalizador os principais benefícios são: deixar os cabelos mais saudáveis, mais macios e brilhantes. Por que não dizer mais bonitos, né? Tudo isso deixando o cabelo mais protegido dos agentes externos como poluição, poeira, vento e sol. Então por mais que ele seja maravilhoso pra bolsa de praia, o uso diário dele é mais do que indicado também.

Confesso que fiquei curiosa pra testar esse creme na rotina, porque nesses dias de sol, calor e piscina ele foi mais do que aprovado por mim.

 

Ah! Acho importante contar que a fórmula continua igual, com a mesma eficiência para desembaraçar, proteger os fios e revitalizar os cabelos. No entanto a embalagem está renovada, no mesmo formato, mas com rótulo diferente. Ele tem novas cores, novas imagens e novas informações, que explicam melhor os atributos maravilhosos desse produto, que tem seus motivos pra ser o queridinho de tanta gente.

Beijos,

Joana!

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de ...

Se Joga no Batom Laranja!

24.mar.2017

O Outono está as portas e a tendência do Batom Laranja chega muito forte nesta estação.

É verdade que o laranja super combina com o verão, com cores vibrantes e acesas, mas para o Outono, ele vem mais fechado e em um tom mais queimado.

Fica bem em todo mundo! Quem é mais branquinha pode optar por tons mais claros, já as negras podem se jogar nos tons mais escuros.

Mas, a verdade é que está liberado usar aquilo que dá vontade!

Vou dar para vocês duas opções de Batons Laranjas em tons mais queimados que são ótimas escolhas para arrasar nesta nova estação.

Sugiro usar com olhos marcantes em tons de marrom escuro que vai casar muito bem com laranja.

 

Batom Avelã

Este tom é levemente mais amendoado e claro. Fica bem delicado para usar à qualquer hora.

 

 

Batom Bianca

Já aqui temos um tom bem intenso de laranja queimado. Escolha certa para quem quer uma maquiagem bem marcante.

 

 

Lá fora esse tom está fazendo o maior sucesso. Todas as gringas estão apostando com força!

Mas, não é por menos, a cor é linda e esquenta qualquer produção.

Espero que gostem e que abusem desta linda cor.

Bjoca

Daiana

Produtos Usados:

Batom Avelã – Ricosti

Batom Bianca – Bruna Tavares

 

Daiana Krebs

Formada em gestão financeira, amante de gatos e brigadeiro. Resolveu ter um espaço onde pudesse dividir experiências. Auto aceitação sempre foi um tabu, mas o blog a ajudou a se enxergar e hoj...

Embaixadora Bio Extratus – Realizando um sonho

23.mar.2017

Antes mesmo de acontecer, de se materializar em meus sonhos, a Bio Extratus já fazia parte da minha vida. E o futuro como embaixadora me aguardava. Aos 11 anos, minha caminhada com a marca começou: lá estava eu, ensopando meu cabelo com Creme Silicone de Tutano. Mal sabia o poder que esse produto teria em meu cabelo numa boa finalização.

Na cidade dos meus familiares, Gastão Vidigal, um dos meus primos trabalhava como representante da marca, o que me fez conhecê-la. Foi amor ao primeiro aroma. Sim, o aroma me ganhou de primeira e me fez ser mais uma consumidora. O tempo foi passando, entrei naquela bendita fase chamada “adolescência” e o que se passava na minha cabeça? Ser uma Fernanda Vasconcellos da vida, a linda mulher que tinha o rosto e cabelos estampados nas campanhas Bio Extratus. UAU, QUE SONHO, NÃO É MESMO? O chefe do meu primo até dizia que ia me apresentar para o dono da empresa, mas, depois de alguns anos, o destino mesmo se encarregou disso.

O tempo passou, engrenei na carreira de Digital Influencer, que naquela época que conheci a marca nem existia, e o menos esperado aconteceu: ME DESCOBRIRAM! Meu primeiro contato com a Bio foi uma viagem que fiz com a #funtripcheckin, em Foz do Iguaçu/RS, o que já me deixou extremamente empolgada. Despertou em mim aquele sonho de menina, que já estava quase morto, por achar impossível. Não, não era, para quem não tem medo de arriscar e ir atrás, a vida sempre dá aquele “empurrãozinho”. E deu, ô se deu! Na minha segunda viagem, tive um contato mais direto com a empresa e percebi que não tinha outro jeito, meu coração era deles, e meu nome e redes sociais também seriam. Logo em seguida, surgiram rumores de negociações para o ano de 2017 e meus olhos brilharam de emoção – e brilham até hoje.

Mas porque escrever o texto de embaixadora só em março? Porque queria contar um pouco mais da experiência, já sendo e, posso dizer? Se tem uma escolha que fiz certo na minha vida, foi essa. Estar com uma marca que você acredita e te representa não tem preço. Porque o trabalho rende, é recompensador. Depois de todo esse “glamour”, conheci a história da marca. Aí pronto, vi que tinha minha cara e que vestiria a camisa com todo meu orgulho, porque começar uma empresa do zero há 25 anos e hoje ser exemplo para muitas outras, é para poucos, bem poucos. Desde o faxineiro até o dono da empresa, dá para sentir o amor e a vontade de dar certo que todos têm. E a fábrica é um espetáculo à parte, só conhecendo um pouco mais, como conheci, pra saber.

No mais, estou aqui vibrando alegria, ansiosa pra realizar tudo que planejamos para este ano lindo, como conhecer muitas de vocês em diversos lugares do Brasil. Então, se você quer meu abraço, insista pra firma me levar até sua cidade! Haha tô brincando, mas é sério! Assim, além de me conhecer, ainda vai conhecer muito mais da marca e se apaixonar, porque a única coisa que a Bio Extratus precisa é de uma oportunidade para ganhar seus cabelos e coração. Espero poder encontrar cada uma e dizer de pertinho o quanto vocês são significativas na minha vida e carreira. Tudo que estou alcançando hoje, devo à vocês.

Obrigada por tudo.

Nath Barros, embaixadora Bio Extratus 2017.

Nathalie Barros

Nathalie de Barros Moreira, 22 anos, youtuber, cacheada com orgulho e dona de grandes sonhos. Essa “jovem adulta” começou sua carreira muito cedo, já foi bailarina, modelo, recepcionista, massag...

A história do meu cabelo e a sua importância na minha autoestima

20.mar.2017

Quando eu era criança eu não me sentia nada representada por ser branca e cacheada. Na minha turma só tinha uma menina cacheada além de mim, ela tinha cachos mais definidos e bem cuidados. Nos anos 80 não me lembro de se falar nada sobre representatividade, mas olhando as coisas como são hoje eu noto que eu sentia falta de algumas coisas.

“Desde que eu tinha vontade própria quase não teve foto da infância de cabelo solto”.

Sentia falta de informação sobre como cuidar dos cachos como existe hoje no youtube, sentia falta da diversidade e qualidade de produtos que existem hoje e sentia falta de ver por todo lugar mulheres lindas e cacheadas. Eu não me sentia representada no meu ambiente, nas revistas, no mundo que me cercava.

Me lembro muito de pedir pra minha mãe – que era totalmente contra eu alisar os fios – esticar todo meu cabelo, sem nenhuma onda sequer para fazer o perfeito rabo de cavalo. Eu parecia uma criança desesperada por um rabo de cavalo perfeito, hoje eu vejo que devia ser algo muito forte dentro de mim para tentar pertencer, para tentar me identificar com quem estava à minha volta.

Até que aos 19 eu fiz o que minha mãe me proibia, alisei. Daquele jeito sem forma, esticado e nada bonito, mas pela primeira vez eu me senti pertencendo. Engraçado como escrever isso hoje chega a dar uma tristeza no coração, afinal, eu não conseguia ver o quanto meu cabelo era naturalmente bonito. Eu não conseguia me identificar com o cabelo com o qual eu nasci.

“Quando eu alisei o cabelo eu só queria tirar fotos de cabelo solto, ainda que ele ficasse muito liso em alguns momentos, hoje não acho bonito, na época eu adorava”.

Os anos se passaram, a moda do liso foi dando espaço para os cabelos menos quimicamente modificados e eu comecei a ver muitas mulheres com cabelos cacheados, ondulados e crespos por todos os lugares. Meu olhar ampliou, meu coração preencheu e eu finalmente comecei a acreditar que vivemos numa era onde uma mulher pode ser o que ela quiser, ou melhor, ter o cabelo que ela quiser.

Eu venho modificando meu cabelo quimicamente há mais de 10 anos, mas se no início eu queria ele esticado para me sentir pertencendo, nos últimos anos eu fui mudando. Fui deixando a paranoia e a neurose da perfeição de lado. Fui esquecendo do perrengue da raiz e passei a fazer modificações mais suaves, menos agressivas e que deixam meu cabelo cheio, com volume e inclusive cacheado nas pontas quando eu finalizo para tal.

É curioso porque minha história não tem o final feliz politicamente correto, que diria pra vocês que eu fiz a transição capilar e sou a cacheada mais feliz do mundo. Eu considero que arrumei um final feliz, só um pouquinho diferente já que eu deixo ele cada vez menos liso, cada vez mais cheio e cada vez mais bagunçado, de um jeito que combina com a minha rotina, combina comigo e que me faz sentir linda.

Se na minha infância o primeiro motivo de eu não ver beleza em mim foi meu cabelo, hoje aos 30 eu diria que a primeira coisa que eu intitularia como bonita no meu corpo é o meu cabelo. Ainda com um processo químico – que eu não defendo e nem demonizo – mas do meu jeitinho, do jeito que eu acho lindo.

Bem tratado no salão por profissionais que entendem de fios e bem tratado em casa, com os produtos e linhas de cabelo pós química da Bio Extratus.

Quando eu fui deixando o alisamento muito abrasivo de lado fui podendo começar a mexer na cor e hoje não poderia estar mais satisfeita com cada detalhe dos meus fios.

“Eu nunca gostei tanto do meu cabelo quanto hoje, eu cuido, trato e uso como eu quiser, sempre amando o volume e o infinito de possibilidades que ele me oferece”.

Pode ser que um dia eu anime de fazer a transição e me dê a oportunidade de me enxergar com o meu cabelo conforme ele veio ao mundo? Sim, é muito possível e eu mesma acho racionalmente que eu deveria. No entanto também acho que posso ter o cabelo que eu desejo ter, a tecnologia e os produtos estão ai para investirmos em cuidados que permitam essa versatilidade.

Eu sou mulher, sou feminista e acredito que posso ser o que quiser. Me sinto muito bem com meus cabelos hoje, eles me ajudam a colocar pra fora toda a beleza que acredito que vem de dentro e me sinto muito segura por estar com eles de uma forma que eu acho tão bonita e única, com raiz por fazer ou não, com ele seco no secador ou naturalmente, de babyliss perfeito ou bagunçado.

Nunca gostei tanto dos meus cabelos, nunca gostei tanto de mim de uma forma geral e nunca me senti tão naturalmente bonita.

 

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de ...

Aprendi que amar é bom, mas se amar é maravilhoso!

15.mar.2017

Sou uma shopaholic assumida e, em uma de minhas visitas ao meu shopping favorito, entrei em uma loja na qual não conhecia. As cores e estampas me chamaram a atenção, fiquei encantada com o caimento dos tecidos. 5 minutos dentro do estabelecimento e um total de 0 vendedoras para me atender. Loja vazia de clientes e com 3 funcionários que fizeram questão de me analisar de cima a baixo antes da singela pergunta: “posso ajudar?”. Quando perguntei sobre a numeração de um vestido, ouvi que não tinham peças para gente “do meu tamanho”. Detalhe que na época eu vestia 44. Fiquei atônita e sai da loja engasgada, pensando em fazer vários textões no facebook divulgando para o mundo o ocorrido.

Nós mulheres muitas vezes nos vemos bombardeadas de informações sobre o corpo “perfeito”, seja em revistas, TV ou até mesmo em blogs de moda. Depois do fato ocorrido comigo nessa loja, comecei a pensar no quanto o padrão imposto pela sociedade sempre será inalcançável. Na renascença italiana, em meados dos anos 1600, o corpo gordo era idolatrado. A mulher que possuía barriguinha saliente, seios fartos e quadril avantajado era tratada como o padrão de beleza, uma vez que na época poucas mulheres eram gordas e na maioria das vezes eram nobres. E as magras nessa época, como ficavam?

Pulando algumas gerações e caindo dos anos 30 à 50, o corpo ampulheta era o tido como ideal. Seios bem fartos, quadris avantajados e uma cinturinha de causar inveja em mulheres mais magras ou mais gordas, que ficavam à margem neste padrão. Também passamos pelos anos 60 e 90 onde quanto menos curvas, melhor. Um corpo reto, magro, com pernas longas e braços finos era essencial.

E hoje? Depois de estudar mais sobre gordofobia e até mesmo sobre feminismo vejo o quanto o padrão de beleza sempre será inalcançável. Convivo com pessoas que se acabam em cirurgias estéticas para tentar conquistar um corpo do qual nunca estará satisfeita, nunca será o suficiente. Mesmo depois de tanta reflexão, custei para entender que de fato eu não precisava ser bonita que nem fulana nem ter o corpo igual ao da ciclana, que o certo era eu ser bonita como eu, ter o corpo que eu tenho e nunca me amar menos por isso independente se o padrão da época ditar o contrário. Não devo subestimar meu corpo apenas porque uma loja não quer confeccionar roupas que o sirva, mesmo porque em meu ver quem está perdendo é ela!

Aprendi que amar é bom, mas se amar é maravilhoso!

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

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