Começou-se o que era doce

O açúcar é um doce para as nossas vidas! E engana-se quem acha que ele é vilão e que tem o poder apenas de engordar. Ele é importante para o corpo, nos dá energia e produz uma substância que estimula a sensação de bem-estar.

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O grande problema é comê-lo em grande quantidade. A dica é consumir frutas que possuem açúcar natural e deixar o doce para a sobremesa.

Além disso, é importante conhecer as opções para escolher qual delas é mais nutritiva e saborosa. Veja outras opções além do nosso açúcar branco de todo dia.

  1. MASCAVO – possui o gosto mais forte, é obtido por meio da cana de açúcar, passa por poucos processos de produção e conserva as suas propriedades, principalmente, ferro e manganês.
  2. DEMERARA – possui o gosto mais parecido com o açúcar branco, um pouco mais claro do que o açúcar mascavo e conserva muitas propriedades também.

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  1. MELADO – é o mais puro e mais forte de todos, pois ele não passa por nenhum processo industrial, é muito rico em ferro e vitaminas do complexo B.
  2. AÇÚCAR DE COCO – é extraído da fruta e conserva todas as vitaminas e minerais do coco, além disso, possui a metade de calorias do açúcar branco.

Há vários tipos de açúcar, além do famoso refinado, do adoçante e de todos esses que foram apresentados. Conheça, experimente e escolha qual tipo se adapta melhor ao seu paladar.

Alimentação durante a TPM

Durante o período pré-menstrual vários sintomas como  dores de cabeça, câimbras, obstipação intestinal, edema e irritação são comuns, porém podem ser amenizados com uma dieta contendo alguns alimentos que ajudam a evitar estes agravantes. Supõe-se que uma ingestão aumentada de cálcio poderia prevenir as alterações no humor antes e após o período menstrual. Assim, um copo de leite magro extra ou uma xícara de couve por dia parecem ajudar na cura ou prevenção destas alterações.

A intensidade do fluxo menstrual pode ocorrer devido à carência dos alimentos ricos em manganês. Para ajudar a prevenir essas perdas menstruais anormalmente intensas, ingerir alimentos ricos nesse nutriente como frutas (principalmente abacaxi) e vegetais; grãos integrais; nozes e sementes.

Uma pequena ingestão de carboidratos ricos em amidos (pão, batata, massas, aveia, arroz) a cada 3 horas e uma hora ou menos antes de se deitar ou levantar, combate os sintomas da TPM.

Um dos fatores que podem afetar negativamente a TPM é a cafeína, portanto seria adequado não ingerir bebidas que contenham a mesma como chá, café ou refrigerantes.

Uma dieta saudável é capaz de amenizar os desconfortos da síndrome pré-menstrual. Vejam quais são os nutrientes e os alimentos que recomendados neste período…

  • Vitamina B6: contra enjôo, cefaléia e irritabilidade. Boas fontes: arroz integral, germe de trigo, aveia, amendoim, nozes, batata, banana, salmão, atum, fígado de boi.
  • Vitamina E: evita cefaléia, dores nas mamas e cólicas. Boas fontes: cereais integrais, noz, castanhas, azeite de oliva, azeitona, óleo de soja e de girassol, milho, gema de ovo, agrião.
  • Cálcio: alivia cólicas, dor nas costas e nervosismo, porque diminui a contração muscular dolorosa do útero e diminui a retenção de líquidos. Boas fontes: leite e derivados, vegetais e folhas verde escuros, couve e brócolis.
  • Magnésio: este mineral tem função complementar às funções do cálcio, portanto pode diminuir dores na intensidade de contração dos músculos. São boas fontes de magnésio as folhas verdes escuras.
  • Ácidos Graxos: reduz irritabilidade e dores nas mamas. Boas fontes: óleos de peixes marinhos e frutos do mar (ricos em ômega 6 e ômega 3) Bons exemplos: salmão e atum.
  • Vitamina D: necessária à assimilação de cálcio e magnésio, nos ossos. Porém, não é específico para a TPM, e sim para toda a vida da mulher, pois previne a osteoporose.

Cuidado com alguns alimentos…

  • Café: atua sobre o sistema neurosensorial, age sobre o sistema rítmico, acelerando o coração a digestão, além de conter inúmeras substâncias da torrefação do café que são tóxicas e muito prejudiciais ao fígado e a vesícula. O café parece atuar sobre o retículo sarcoplasmático, aumentando a permeabilidade ao cálcio, que torna disponível ao processo de contração, podendo provocar câimbras. A cafeína pode causar insônia, dores de cabeça e irritabilidade.
  • Chá Preto: atua no aparelho digestivo provocando obstipação.
  • Chá Mate: tem ação estimulante sobre o sistema nervoso, mas não é tão forte quanto o chá preto e o café.
  • Guaraná: tem conteúdo de cafeína três vezes mais do que no café, por isso deve ser evitado nesse período.
  • Chocolate: tem função semelhante ao café e o chá. Deve ser ingerido com moderação devido ao alto teor de gordura, podendo ocasionar ganho de peso.

Com relação às câimbras, estas podem ocorrer devido ao desequilíbrio de sódio e potássio, que favorece a entrada de cálcio na célula provocando a contração. Neste caso o ideal é o consumo de alimentos ricos neste nutriente (cálcio) que seriam os leites e derivados e alguns folhosos como brócolis e repolho principalmente.

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Reganho de peso pós cirurgia bariátrica

O sucesso da cirurgia bariátrica é definido como perda mínima de 50% do excesso de peso durante os dois primeiros anos e sua manutenção a longo prazo.
Após dois anos de cirurgia, os pacientes praticamente não emagrecem mais. nesse período, inicia-se a fase de manutenção, mas muitas vezes os pacientes voltam a ganhar peso. Mas, por quê isso acontece?
As hipóteses são:
Dilatação da bolsa gástrica e aumento da capacidade funcional absortiva do intestino delgado, reduzindo os efeitos restritivos e disabsortivos da operação:
Embora pouco comum a dilatação da bolsa gástrica ou da anastomose gastrojejunal pode ocorrer após a operação, em função da elasticidade do estômago. Essa dilatação leva à consequente redução da saciedade e aumento da ingestão alimentar a longo prazo.
Sedentarismo:
O sedentarismo, assim como o comportamento alimentar pode ser considerado importante fator na manutenção  e na reaquisição de peso. Diversos estudos mostram que a aderência ao programa de treinamento prediz a perda e manutenção do peso. Pacientes que praticam atividade física regular tem menor chance de reganho de peso.
Má qualidade da alimentação e retorno aos hábitos alimentares inadequados de antes da cirurgia:
Entre os principais fatores relacionados ao aumento do consumo de calorias podem-se considerar a melhora das intolerâncias alimentares e dos sintomas do Dumping, a dilatação da bolsa gástrica ou da anastomose gastrojejunal e a qualidade do alimento ingerido.
Em função da restrição alimentar provocada pela operação, os pacientes não conseguem ingerir grande volume de alimentos. Portanto, a qualidade do alimento ingerido passa a desempenhar especial valor no controle do valor calórico total da dieta.
Ao longo do tempo, observou-se que pacientes com maior dificuldade de manter o peso após a cirurgia são aqueles que apresentam o hábito de comer frequentemente, beliscando durante todo o dia, e que abusam de alimentos com alta densidade calórica como refrigerantes, doces, sorvetes, bebidas alcoólicas e guloseimas.
Redução da taxa metabólica basal:
Após a cirurgia, as alterações anatômicas e fisiológicas provocadas pela operação levam à rápida perda de peso. que parece estar associada a uma significativa perda de massa muscular. Com isso, há evidências que mostram redução na TMB e consequente predisposição dos pacientes a ganharem peso.
Vale lembrar que a cirurgia bariátrica não é milagrosa como muitos acreditam. Apesar de ser uma das melhores abordagens no controle da obesidade, ainda não é garantia de sucesso. Para que isso aconteça, ainda é necessário acompanhamentos nutricional, psicológico e médico adequado e atividade física regular.
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Carboidratos e exercício físico

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Muitos pacientes sabem que pode ser necessário comer carboidratos antes, durante e após o treino, mas muitos não sabem a real função deles.
Então vamos esclarecer essa dúvida:
Pré-exercício físico: tem o objetivo principal de armazenar energia para utilização durante o exercício na forma de glicogênio hepático e muscular, já que quanto maior for a concentração deste no início da atividade física, melhor será o rendimento. Destaca-se que o período que antecede a prática não deve ser pensado somente como o momento imediatamente antes do treino/prova, mas sim as 24 ou 48 horas anteriores.
Durante o exercício físico: tem o objetivo principal de diminuir a taxa de uso do glicogênio hepático e muscular, que passa a ser crítico para os momentos finais do exercício.
Após o exercício físico: tem o objetivo principal de repor os estoques de glicogênio hepático e muscular, mas ressalta-se que esse momento não se traduz somente pelo período próximo ao término da modalidade, mas sim todo aquele que antecederá a realização da próxima sessão de treino/prova.
Deu pra ver que o mais importante é ter uma alimentação saudável como um todo, e não se alimentar corretamente somente antes ou depois do treino.
Portanto, a avaliação de um nutricionista é fundamental para que você atinja seus objetivos com mais facilidade e rapidez. Só ele é capaz de montar um plano alimentar personalizado pra você, com os carboidratos certos, considerando seu estilo de vida e o tipo de atividade física que você pratica.

 

Parece saudável, mas não é

Para muitos, fazer supermercado é uma aventura. Um prazer inexplicável que começa quando os olhos passam pelas informações: “zero gordura”, “light” ou “menos calorias”.

Quando esses produtos pulam da gôndola para o carrinho de compras, a satisfação, mesmo antes de comê-los, está completa.

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Mas nem sempre o que parece, realmente, é. Vários deles aparentam ser naturais, leves e fazer bem à saúde, mas não tem um valor nutricional tão importante para o corpo. Podem fazer um efeito contrário, atrapalhando o funcionamento do organismo.

OLHE COM OUTROS OLHOS

  1. CHOCOLATE COM MAIS CACAU – as opções com chocolate amargo e sem açúcar são ideais para trazer ganhos à saúde.

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  1. MANTEIGA OU MARGARINA – escolha sempre a manteiga, pois a margarina é totalmente industrializada. De qualquer forma, consuma esse item em pequenas quantidades.
  1. BARRA DE CEREAL – as conhecidas barrinhas de cereal contêm xaropes de frutose, que as deixam mais gostosas, mas também menos saudáveis.
  1. PÃES INTEGRAIS – fique atento aos rótulos, pois para ser considerado uma fonte de fibras deve ter 2,5 gramas por porção.