Naturalmente Bonita

Porque a moda tem a ver com a autoestima?

28.set.2018

Já aconteceu com você de ter um compromisso muito, muito especial, seja uma entrevista de emprego, uma reunião decisiva ou até mesmo um jantar com o boy e, para essa ocasião, ficar pensando no que ia vestir? No que seria “certo ou errado”? E já aconteceu com você de usar uma roupa e sentir que ela te deixou poderosa demais, com força suficiente para enfrentar uma determinada situação-limite na sua vida? Vamos falar sobre moda e autoestima!

moda autoestima

.

Pois é, então…

Às vezes, a gente, as pessoas ao nosso redor, aquele artista na TV ou o influencer X no Instagram podem dizer que moda não tem nada a ver com nada, que não vale a pena ligar pra isso ou que tudo é muito fútil. Mas o que nem sempre a gente para pra pensar é que as roupas, sapatos, bijoux, make-up, o que seja que usamos são ferramentas capazes de levantar a nossa autoestima, de fazer nos sentirmos bem conosco mesmo ou até podem ser uma forma de passar uma mensagem pro mundo sobre quem somos, sobre coisas em que acreditamos ou desejos que têm muito a ver conosco. Chega até a parecer uma tradução da nossa alma, sabe?

moda autoestima

.

É claro que quando se trata do “vestir-se para empoderar-se” não necessariamente precisa ser vestir-se com roupas caríssimas, sapatos desconfortáveis ou complementar com aquela bolsa de grife que acabou de chegar às lojas – e que custou um mês de salário! Isso não!

Acho que moda empoderada, autoestima e confiança têm pouco, mas muito pouco mesmo a ver com o dinheiro que se gasta nisso ou naquilo. Acredito muito que essa questão da autoestima refletida na moda tem muito mais a ver com usar peças que reflitam nosso estilo, nosso jeito de pensar e de ser, nossos valores e também nossos gostos, preferências e estilo cultural.

moda autoestima

Ai, quantas vezes não usei uma camiseta do Nirvana pra “gritar ao mundo” que sou louca por essa banda ou quantas vezes não usei minha “camisa da sorte”, muito bem passada, hehe, com aquela saia preta coringa, pra apresentar planilhas e resultados em uma reunião importante no trabalho… Isso já aconteceu com você? A gente se sente muito forte, né? Ah, e só detalhe, essa tal camisa não custou nem R$ 40,00, mas eu a amo porque acho que cai bem em mim, não amassa e tem minha cor roxinha preferida, por tudo isso, com ela me sinto mais forte.

moda autoestima

Não dá pra negar que também existe o outro lado da moeda, quando uma roupa pode nos deixar tristes, fazer com que sintamos que nosso corpo não é “perfeito” (como se existisse, realmente, um corpo “im-perfeito”, né, gente?!) ou que não estamos à altura daquele compromisso ou das pessoas que fazem parte do tal compromisso. Isso é hard, bem hard, totalmente nocivo e um erro do tamanho do mundo!

Essa questão negativa do vestir, dá muito o que falar e, sem dúvida, podemos deixar isso pra uma próxima coluna porque hoje, neste nosso bate-papo, quero falar de quando as roupas e os acessórios são nossos aliados e fazem bem pra gente!

moda autoestima

Por isso, pra fechar, quero compartilhar por aqui uma história que vivi e que me tocou demais:

Estava eu participando de uma ação de voluntariado, servindo refeições para moradores de rua e, no momento em que eles começaram a entrar no enorme salão do refeitório, vi um homem com uma bermuda, chinelo e camiseta regata. Em suas mãos, havia uma sacola plástica. Quando ele se sentou na enorme mesa coletiva para receber sua refeição, a primeira coisa que fez foi abrir sua sacola e colocar um blazer. É claro que não era de luxo, é claro que ele devia tê-lo recebido como doação. Estava, sim, bem amarrotado, sujo e rasgado nos cotovelos, mas quando ele o colocou no corpo, abriu um sorrisão e quando percebeu que eu o observava, ele me disse “Dona, a gente tem que ficar bonito pra cumé, né?”. Puxa, achei tão bonito isso! Achei uma oportunidade incrível de ver como uma roupa simples pode alegrar a vida de uma pessoa e como aquele jantar era uma ocasião importante, importantíssima para esse morador de rua!

Agora, me conta você, qual roupa te deixar empoderada, com a autoestima lá em cima!

moda autoestima

Se você acha que além do que veste, o seu cabelo também diz muito sobre você e sua autoestima, confira esse post.

Fonte das imagens: HuffPost, Iris Apfel, Baddie Winkle, FreeImages, OutfitTrends, My Big Fat Fabulous Life

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

Linho, o tecido-tendência da Primavera/Verão 2019

24.ago.2018

Se tem um tecido que promete ser uma aposta certeira para a primavera/verão, é o linho. O linho é um tecido clássico, fino e que remete às estações mais quentes. É sofisticado e veste muito bem, já que a maioria de suas peças contam com cortes retos e elegantes. Perfeito, não?

Seria o tecido perfeito, mas como trabalhamos com a verdade e nada é perfeito, o grande inconveniente desse tipo de peça é o fato de ele amarrotar com muita facilidade. Mas isso faz parte do tecido e digamos que dá até um certo charme para as peças.

Pensando nisso, selecionei algumas maneiras que você pode incluir o linho no seu armário pra vc já ir pensando em como entrar na moda e arrasar nas estações mais quentes.

.

Macacão

Sou suspeita para falar, porque sou fã número 1 de macacão. Mas essa peça no linho consegue ficar ainda mais elegante do que já costuma ser. Além do tecido, outra tendência que vem forte nas próximas estações é a listra. Combinar essa estampa com o linho é certeza de sucesso total.

.

Saias

Saias são peças que também ficam ótimas no linho. O comprimento mídi, que parece ter vindo pra ficar, será um dos grandes queridinhos para se usar no linho. Mas peças compridas também têm seu valor e ficam muito estilosas nesse tecido.

.

Shorts

Hit do verão, os shorts em linho deixam esse tipo de peça muito mais sofisticado e a gente com aquela aparência de estar sempre pronta pra qualquer situação. Para empresas que liberam o uso de bermudas, é uma alternativa bem interessante. Sem falar que é uma ótima opção para se levar na mala em uma viagem de verão. Rola um look para passar o fim de tarde vendo o pôr do sol na orla da praia e depois sair pra jantar fácil, fácil.

.

Vestidos

Não tem nada mais primaveril do que vestido em linho. Eles ficam meigos, românticos e bem descontraídos. As opções são as mais variadas: curtinhos, compridos, mídi, com manga, regatinha, enfim… É só escolher o que mais te agrada e investir na peça.

.

Calças

E, por fim, as calças em linho. Uma ótima opção, não só para momentos casuais, como para ir trabalhar. Uma calça de linho com uma camisa ou regata social fica simplesmente incrível super a ver com a época do ano.

.

E essas são as minhas escolhas em linho para a Primavera/Verão:

Macacão, vestido, calça e bermudinha, todas em linho e em tons bem diferentes, para eu conseguir brincar bastante com essa tendência nos próximos meses.

.

Espero que tenham gostado das dicas.

Um beijo.

Brunha Munhoz Vaidosa e Feminina

Bruna Munhoz, paulista, é formada em Administração Financeira e uma apaixonada por beleza, moda, viagens e tudo que diz respeito ao universo feminino. Dessa paixão, surgiu o desejo de criar o blog Vaidosa e Feminina, para reunir tudo isso em um cantinho só e, assim, aprender cada dia mais sobre esse assunto apaixonante que é o mundo das mulheres.

Bruna Munhoz

Bruna Munhoz, paulista, é formada em Administração Financeira e uma apaixonada por beleza, moda, viagens e tudo que diz respeito ao universo feminino. Dessa paixão, surgiu o desejo de criar o blog...

Tênis: cinco tendências pra usar já!

23.jul.2018

Não é de hoje que o tênis ganhou nossos pés e nossos corações. Ele já vem fazendo sucesso há muitas e muitas temporadas e, cada vez mais, podemos dizer que ele não vai embora tão cedo. Aliás, acho que o mais certo seria dizer que ele não vai embora.

É claro que o conforto é o ponto principal desse amor incondicional, mas tem outras características que o colocam no patamar de hit: é que ele consegue ser usado com uma variedade enorme de peças, assim como é um calçado capaz de deixar qualquer look mais interessante e com “atitude”, sabe?

Evidentemente, não é de se estranhar que as marcas invistam, cada vez mais, em novas propostas desse calçado. Por isso, separei as cinco principais que vêm por aí nos próximos meses, apostas democráticas, onde tudo tem seu espaço garantido, desde o branco basiquinho, até o superelaborado e exótico.

Bora conhecer? Vem!

.

DAD SNEAKERS – em uma tradução literal, dad sneakers significa “tênis do papai”, mas esse tipo ganhou também outros nomes, como chunkyugly. Falando do modelo em si, ele nada mais é do que o tênis com aquela pegada mais de treino, de academia mesmo, muitas vezes com cores bem chamativas. A proposta de styling aqui é apostar em combiná-lo com peças inusitadas, como itens de alfaiataria, look hi-lo, etc.

Louis Vuitton, Fiever

.

CORES & ESTAMPAS – OK, o tênis branco é o queridinho e, sim, continua em alta na moda, mas isso não quer dizer que não exista – e muito! – espaço para cores e estampas. Aliás, as cores fortes, bem chamativas mesmo, vão aparecer com bastante frequência nos tênis da temporada, resultando até em modelos formados por blocos de cores. Para quem gosta de estampas, elas estarão presentes também, seguindo uma cartela de cores mais vibrantes ou mais neutras.

Vans, Vert

.

LETTERING, SKETCHES E LOGOMANIA – é claro que a gente vai encontrar boas opções de tênis básicos, casuais e minimalistas nos próximos meses, porém a forte inspiração na customização/personalização estará mais presente do que nunca. Além de ver os logotipos e os nomes das marcas gravados nos tênis, veremos patches, principalmente feitos com cristais, sketches (desenhos que parecem esboços), desenhos abstratos inspirados no grafite, etc.

Dolce & Gabbana, Moleca

.

FLATFORM/PLATAFORMA – não é porque o tênis, por natureza, é mais informal e confortável que não seja possível “ganhar” alguns centímetros a mais com ele. Com essa característica, entram em cena os tênis com solado inteiriço, do tipo flatform ou plataforma. Totalmente branco ou multicolorido, esse tipo de solado consegue agregar uma personalidade impactante ao calçado, para quem não tem medo de arriscar e ousar!

Vizzano, Via Marte

.

TRICÔ TECNOLÓGICO – mais anatômico, capacidade de oferecer uma boa ventilação e boa adaptação à forma individual de cada pé são os pontos positivos traduzidos agora nos tênis feitos em tricô tecnológico, sejam eles em cano baixo ou médio. Inclusive, esse tênis de cano médio já começa a ser chamado de tênis-meia, como uma consequência direta das sock boots (botas-meia), forte aposta que vimos aparecendo muito neste outono-inverno/2018.

Arezzo

.

E aí, já sabe qual é sua tendência preferida? Conta pra mim!

 

Fonte das imagens: fornecidas pelas respectivas marcas

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

A moda é fútil?

22.jun.2018

Acho que posso dizer que, desde que comecei a trabalhar como consultora de moda, ou ainda, desde que comecei a estudar moda, ouço comentários sobre a futilidade da área, de como é um ambiente corrosivo, cheinho de afetação, ostentação e apreço pelo luxo.

Não vou negar que a moda tem, sim, essa veia de glamourização – ridícula, em minha opinião! – que só quer saber de mostrar “riqueza”, que trata roupas, sapatos e acessórios como artigos descartáveis, que rapidamente ficam “fora de moda”. É verdade, isso existe, sim!

Mas, quando a gente para pra pensar que a roupa que a gente veste pode servir como uma tradução de quem nós somos, do que nós acreditamos e das ideias – e ideais! – que queremos compartilhar com o mundo… ah, aí tudo muda. É nesse momento que a gente pode usar a moda como uma ferramenta útil a nosso favor, de forma que ela seja capaz de levantar nossa autoestima e de expressar, exatamente, o nosso EU.

Não à toa, restrições e regras que existiam no mundinho da moda não “pegam” mais. Quem ainda se importa com isso, pode ter certeza, está ficando pra trás.

Com isso, é muito bom perceber que o street style ganhou as passarelas e o coração das pessoas, que o conforto foi elevado à categoria máxima (vide o sucesso do tênis), que existe uma preocupação ambiental na fabricação das peças e que, cada vez mais, passamos a usar a moda como um recurso de empoderamento para nosso dia a dia.

E, gente, é tão bom ter esse empoderamento nas nossas mãos! Acho que não existe liberdade maior do que vestir o que a gente quer, quando e como a gente quer, abraçar e usar as tendências de moda que mais curtimos e que mais têm a ver com nosso estilo.

De verdade, é tão bom usarmos as peças que valorizam nosso corpo e nossa alma… Isso é fútil? Acho que não, pois acredito que, quando estamos felizes dentro de uma roupa, nos sentimos mais corajosas e mais confiantes para trilhar nosso caminho rumo aos nossos sonhos. Não precisa de luxo, não precisa de ostentação, precisa de carinho com nós mesmas, precisa amar seu corpo do jeito que ele é – acima ou abaixo do peso, alto ou baixinho – significa se olhar no espelho e gritar “sou perfeita, gostosa e vou arrasar!”

Porque, sinceramente, não existe nada mais prejudicial pra nossa autoestima do que se jogar em uma roupa desconfortável, que não tem nada a ver com nosso jeito de ser – ou pior, quando a gente veste alguma coisa pra agradar alguém e acaba deixando de lado quem realmente somos. Mas, ó, é claro que é muito legal a gente vestir aquela blusa ou aquela saia, por exemplo, pra agradar o mozão e se sentir irresistível dentro dela. O errado é a gente se anular pelo outro, se sentir mal “em nossa pele”… aí não tem como dar certo, né?

Resumindo, no final das contas, o que vale mesmo não é usar aquela peça que custou uma fortuna e que vamos suar muito pra pagar, mas, sim, se sentir arrasando, vestindo a roupa que você escolheu com o coração, que te faz sentir poderosa e alegre, e que você nem teve que morrer uma grana exorbitante nela. Diz aí: não é bom demais poder falar “amiga, essa blusinha só custou R$ 20,00 e não tiro mais do corpo!”, “customizei meu tênis e nem precisei gastar com isso”, “reformei aquela calça jeans e agora ela parece novinha”.

Aquilo, né: no fundo, a gente não precisa “rapar” o bolso pra se sentir plena!

Fontes das imagens:

Divulgação, Versace, Chanel, Harper’s Bazaar, Diversity, Wookmark

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

Pelo direito de poder vestir o que você quiser!

20.abr.2018

Outro dia me peguei pensando, após uma aula de consultoria de moda, o tanto que nós mulheres somos cobradas socialmente com relação ao que vestimos. Se estamos muito arrumadas, dizem que estamos tentando demais. Se estamos mais básicas, nos chamam de relaxadas. Se queremos usar peças da moda, somos escravas da mídia. Se queremos ficar de pijama o dia todo em casa, somos desleixadas.

Mesmo que inconscientemente, pensamos no que vamos usar em uma festa, no trabalho ou simplesmente para ir à padaria. Afinal de contas, o ato de se vestir é diário e obrigatório, tornando assim algo importante no nosso dia a dia. Mesmo a pessoa menos ligada às tendências precisa se vestir de acordo para determinada ocasião. E foi aí que me peguei pensando: até quando o que eu visto diz respeito a mim mesma ou diz respeito apenas ao que esperam de mim socialmente?

Quantas vezes você já se pegou vestindo uma peça apenas pensando no que o outro ia pensar de você? Quantas vezes você montou um look genuíno, que exprime sua personalidade de verdade? Mesmo que as regras de etiqueta existam, mesmo que alguns costumes devam ser mantidos em situações formais, por que deixamos nossa opinião de lado e damos voz aos outros?

Me questionei e cheguei à conclusão de que, muitas vezes, damos voz a essas ideias por medo de rejeição social, medo de não se sentir aceito e não fazer parte do grupo. Daí, quando paramos pra observar, vemos várias pessoas iguais, padronizadas, sem personalidade. Por que não exprimir sua personalidade em suas produções do dia a dia?

Não, não estou dizendo pra ir de chinelo para o trabalho ou de jeans para um casamento. Estou dizendo apenas para que a gente pare de se preocupar tanto com o olhar que outras pessoas terão para nossas produções. Tomemos para nós o direito de poder vestir o que a gente quiser em situações que nos permitam isso. Que a gente se permita usar e ousar peças que nos deixem confortáveis e estilosas, do jeitinho que sempre quisemos, sem medo do que o outro vai pensar a respeito. Que a gente seja realmente livre para comprar as peças não apenas por tendência ou para nos encaixarmos no padrão e sim por gostarmos dela. E que tomemos posse do nosso direito de usar a moda em nosso favor, sem nos tornarmos escravas dela.

Ana Luiza Palhares Cinderela de Mentira

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Carregar Mais