Naturalmente Bonita

Relação entre a Moda e a Autoestima

14.abr.2017

Como consultora de moda e imagem, sempre tento passar para minhas clientes uma mensagem de estilo maior do que de tendência. Sempre acreditei que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo pessoal, sendo esse a parte mais importante na hora do look. Quando conseguimos deixar nossa marca pessoal em cada peça do nosso guarda-roupa, a personalidade entra em jogo e nos sentimos ainda melhor com nossa imagem.

 

Apesar de a roupa ser um item indispensável do nosso dia a dia, muitas vezes não damos tanta importância ao ato de se vestir, encaramos a moda como algo supérfluo e fútil. Esquecemos que essa relação com a moda pode ser um grande divisor de águas para nossa autoestima e que podemos valorizar nosso corpo e revolucionar a maneira como nos vemos no espelho apenas com um look que combine com nosso estilo.

Ter um estilo próprio é muito mais do que ter um mundo de roupas. Quando conseguimos relacionar a moda com a autoestima, podemos usá-la a nosso favor e eleger peças que valorizem o corpo e nos deixem seguras no dia a dia.

Muitas vezes até a forma como nos vemos no espelho influencia nosso jeito de nos vestir, pois a imagem é um resultado de uma vida inteira de expectativas e experiências que tivemos no passado e de situações que já passamos ao longo da vida.

Experimente usar uma peça que levante sua autoestima, que te deixe confiante em seu dia a dia. Aproveite para eleger o corte perfeito, a modelagem que valorize seu corpo e uma cor que ilumine naturalmente seu tom de pele. Os acessórios também poderão ser seus maiores aliados na hora de se sentir de bem com sua autoestima e de fazer as pazes com o espelho e com seus looks.

Aproveite para ousar, para usar e abusar de algo inusitado que nunca se imaginou usando. Crie novas possibilidades, apostando na moda como sua aliada, como um plus na sua relação consigo mesma. Tenho certeza que com essas dicas você se sentirá ainda mais bonita e com a energia renovada.

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Autoestima, cabelo, corpo, e o mundo.

10.abr.2017

 

Sumi né? Mas cá estou novamente para conversar um pouquinho com vocês.

Pelo título do post já dá para imaginar o assunto. Quando penso em falar sobre o quanto mudei após deixar o meu cabelo natural; é tanta coisa que até me espanto. No meu caso eu pauto no cabelo porque realmente foi uma “libertação”mas para cada um pode ser outra coisa como: parar de ligar tanto para o corpo e deixar de querer ser padrão; usar a roupa que bem entende e não o que lhes impõe; pintar as unhas com as cores que bem desejar; largar aquele emprego e aceitar a proposta que realmente combina contigo…

Para falar a verdade, eu desejo conversar sobre como um item, algo não resolvido dentro de nós, pode mudar completamente quando solucionado. E no meu caso foi o cabelo.

Já falei por diversas vezes que fiz muitas químicas, mas lá em 2013, quando decidi parar com tudo, algo mudou. E eu não digo apenas por fora, não foco na minha aparência. Mas o negócio aconteceu aqui dentro. Eu passei a me olhar no espelho e entender quem eu sou, meus traços, minhas características, que sou bonita independente de qualquer padrão imposto. Isso é difícil pra caramba! Tenho 27 anos e fui me entender só com 24.

No momento que eu falo “me entender”, é gostar da imagem refletida, é me achar linda, é andar na rua com confiança, com o rosto empinado mesmo, mudar a forma de falar e me portar. Hoje eu não tenho mais vergonha de algo, eu não me encolho quando escuto algo desagradável, sei me impor e acho isso apenas MARAVILHOSO! Acho tão maravilhoso que quero espalhar para todas as pessoas que eu puder. SE AMEM EM PRIMEIRO LUGAR! Quando você se ama, a vida flui de uma forma indescritível.

É fácil lidar com autoestima em um mundo cheio de padrões? Nem um pouco! É fácil se achar bonita com trocentas campanhas esfregando modelos magérrimas na sua cara? MAS NEM FERRANDO! O que a gente precisa trabalhar é a nossa mente. Ela, que no final das contas, comanda tudo. A mudança pode ser no cabelo, na roupa, no corpo, na forma de falar ou mesmo de se comportar; não importa. Sempre tem um click aí dentro que te desperta para o que você realmente é e o que realmente deseja ser, independente do que pensam.

Que tal refletir um pouco sobre isso? Que tal olhar no espelho e repetir o mantra “Eu sou linda, eu sou fod*?” Minha mãe sempre diz que a palavra tem poder e eu acredito piamente nisso. Nada é fácil no início, eu chorei rios quando me vi com o cabelo curtíssimo, mas depois de alguns meses percebi que eu era mais que um cabelo.

Creia, você também é mais que um cabelo, um corpo, uma altura, um peso, um rosto, uma forma de se vestir. Você, eu, nós temos muito o que mostrar para este mundo.

Bora juntas?

Beijos
Maraisa Fidelis

Paulistana de 28 anos completamente apaixonada pela família. Formada em marketing mas escolheu trabalhar com beleza, que é o que lhe encanta. Fala feito louca, ri descontroladamente e quer apenas ajudar as mulheres a se sentirem lindas.

Maraisa Fidelis

Paulistana de 28 anos completamente apaixonada pela família. Formada em marketing mas escolheu trabalhar com beleza, que é o que lhe encanta. Fala feito louca, ri descontroladamente e quer apenas aj...

A história do meu cabelo e a sua importância na minha autoestima

20.mar.2017

Quando eu era criança eu não me sentia nada representada por ser branca e cacheada. Na minha turma só tinha uma menina cacheada além de mim, ela tinha cachos mais definidos e bem cuidados. Nos anos 80 não me lembro de se falar nada sobre representatividade, mas olhando as coisas como são hoje eu noto que eu sentia falta de algumas coisas.

“Desde que eu tinha vontade própria quase não teve foto da infância de cabelo solto”.

Sentia falta de informação sobre como cuidar dos cachos como existe hoje no youtube, sentia falta da diversidade e qualidade de produtos que existem hoje e sentia falta de ver por todo lugar mulheres lindas e cacheadas. Eu não me sentia representada no meu ambiente, nas revistas, no mundo que me cercava.

Me lembro muito de pedir pra minha mãe – que era totalmente contra eu alisar os fios – esticar todo meu cabelo, sem nenhuma onda sequer para fazer o perfeito rabo de cavalo. Eu parecia uma criança desesperada por um rabo de cavalo perfeito, hoje eu vejo que devia ser algo muito forte dentro de mim para tentar pertencer, para tentar me identificar com quem estava à minha volta.

Até que aos 19 eu fiz o que minha mãe me proibia, alisei. Daquele jeito sem forma, esticado e nada bonito, mas pela primeira vez eu me senti pertencendo. Engraçado como escrever isso hoje chega a dar uma tristeza no coração, afinal, eu não conseguia ver o quanto meu cabelo era naturalmente bonito. Eu não conseguia me identificar com o cabelo com o qual eu nasci.

“Quando eu alisei o cabelo eu só queria tirar fotos de cabelo solto, ainda que ele ficasse muito liso em alguns momentos, hoje não acho bonito, na época eu adorava”.

Os anos se passaram, a moda do liso foi dando espaço para os cabelos menos quimicamente modificados e eu comecei a ver muitas mulheres com cabelos cacheados, ondulados e crespos por todos os lugares. Meu olhar ampliou, meu coração preencheu e eu finalmente comecei a acreditar que vivemos numa era onde uma mulher pode ser o que ela quiser, ou melhor, ter o cabelo que ela quiser.

Eu venho modificando meu cabelo quimicamente há mais de 10 anos, mas se no início eu queria ele esticado para me sentir pertencendo, nos últimos anos eu fui mudando. Fui deixando a paranoia e a neurose da perfeição de lado. Fui esquecendo do perrengue da raiz e passei a fazer modificações mais suaves, menos agressivas e que deixam meu cabelo cheio, com volume e inclusive cacheado nas pontas quando eu finalizo para tal.

É curioso porque minha história não tem o final feliz politicamente correto, que diria pra vocês que eu fiz a transição capilar e sou a cacheada mais feliz do mundo. Eu considero que arrumei um final feliz, só um pouquinho diferente já que eu deixo ele cada vez menos liso, cada vez mais cheio e cada vez mais bagunçado, de um jeito que combina com a minha rotina, combina comigo e que me faz sentir linda.

Se na minha infância o primeiro motivo de eu não ver beleza em mim foi meu cabelo, hoje aos 30 eu diria que a primeira coisa que eu intitularia como bonita no meu corpo é o meu cabelo. Ainda com um processo químico – que eu não defendo e nem demonizo – mas do meu jeitinho, do jeito que eu acho lindo.

Bem tratado no salão por profissionais que entendem de fios e bem tratado em casa, com os produtos e linhas de cabelo pós química da Bio Extratus.

Quando eu fui deixando o alisamento muito abrasivo de lado fui podendo começar a mexer na cor e hoje não poderia estar mais satisfeita com cada detalhe dos meus fios.

“Eu nunca gostei tanto do meu cabelo quanto hoje, eu cuido, trato e uso como eu quiser, sempre amando o volume e o infinito de possibilidades que ele me oferece”.

Pode ser que um dia eu anime de fazer a transição e me dê a oportunidade de me enxergar com o meu cabelo conforme ele veio ao mundo? Sim, é muito possível e eu mesma acho racionalmente que eu deveria. No entanto também acho que posso ter o cabelo que eu desejo ter, a tecnologia e os produtos estão ai para investirmos em cuidados que permitam essa versatilidade.

Eu sou mulher, sou feminista e acredito que posso ser o que quiser. Me sinto muito bem com meus cabelos hoje, eles me ajudam a colocar pra fora toda a beleza que acredito que vem de dentro e me sinto muito segura por estar com eles de uma forma que eu acho tão bonita e única, com raiz por fazer ou não, com ele seco no secador ou naturalmente, de babyliss perfeito ou bagunçado.

Nunca gostei tanto dos meus cabelos, nunca gostei tanto de mim de uma forma geral e nunca me senti tão naturalmente bonita.

 

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de relacionamento, comportamento e autoestima e busca se enxergar cada vez mais com um olhar mais amoroso e acolhedor. Sua bandeira? Incentivar uma busca pelo amor próprio.

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalment...

Aprendi que amar é bom, mas se amar é maravilhoso!

15.mar.2017

Sou uma shopaholic assumida e, em uma de minhas visitas ao meu shopping favorito, entrei em uma loja na qual não conhecia. As cores e estampas me chamaram a atenção, fiquei encantada com o caimento dos tecidos. 5 minutos dentro do estabelecimento e um total de 0 vendedoras para me atender. Loja vazia de clientes e com 3 funcionários que fizeram questão de me analisar de cima a baixo antes da singela pergunta: “posso ajudar?”. Quando perguntei sobre a numeração de um vestido, ouvi que não tinham peças para gente “do meu tamanho”. Detalhe que na época eu vestia 44. Fiquei atônita e sai da loja engasgada, pensando em fazer vários textões no facebook divulgando para o mundo o ocorrido.

Nós mulheres muitas vezes nos vemos bombardeadas de informações sobre o corpo “perfeito”, seja em revistas, TV ou até mesmo em blogs de moda. Depois do fato ocorrido comigo nessa loja, comecei a pensar no quanto o padrão imposto pela sociedade sempre será inalcançável. Na renascença italiana, em meados dos anos 1600, o corpo gordo era idolatrado. A mulher que possuía barriguinha saliente, seios fartos e quadril avantajado era tratada como o padrão de beleza, uma vez que na época poucas mulheres eram gordas e na maioria das vezes eram nobres. E as magras nessa época, como ficavam?

Pulando algumas gerações e caindo dos anos 30 à 50, o corpo ampulheta era o tido como ideal. Seios bem fartos, quadris avantajados e uma cinturinha de causar inveja em mulheres mais magras ou mais gordas, que ficavam à margem neste padrão. Também passamos pelos anos 60 e 90 onde quanto menos curvas, melhor. Um corpo reto, magro, com pernas longas e braços finos era essencial.

E hoje? Depois de estudar mais sobre gordofobia e até mesmo sobre feminismo vejo o quanto o padrão de beleza sempre será inalcançável. Convivo com pessoas que se acabam em cirurgias estéticas para tentar conquistar um corpo do qual nunca estará satisfeita, nunca será o suficiente. Mesmo depois de tanta reflexão, custei para entender que de fato eu não precisava ser bonita que nem fulana nem ter o corpo igual ao da ciclana, que o certo era eu ser bonita como eu, ter o corpo que eu tenho e nunca me amar menos por isso independente se o padrão da época ditar o contrário. Não devo subestimar meu corpo apenas porque uma loja não quer confeccionar roupas que o sirva, mesmo porque em meu ver quem está perdendo é ela!

Aprendi que amar é bom, mas se amar é maravilhoso!

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Uma celebração à autoestima

6.mar.2017

18 de fevereiro, sábado, um dia após meu aniversário, lá estou no aeroporto de Congonhas embarcando para o Rio. O motivo? Uma pool party; mas esperem…. não era uma festa qualquer, era uma festa do blog Futilidades! Escrito por Carla Paredes e Joana Cannabrava. O blog, por muito tempo, teve a sua linha editorial focada em moda. Sim, uma crônica ou outra pelo meio do caminho mas o slogan era “Quem disse que o fútil não pode ser útil?”

Depois de anos, as meninas sentiram necessidade de mudar, viram que o público mudou, o mundo mudou e a moda cada vez mais restringia os corpos femininos. Então, em 2017 o “Quem disse que o fútil não pode ser útil?” se tornou “Um papo sobre autoestima”. Um novo caminho, uma nova vertente, uma conversa com mulheres que, expondo ou não, possuem(possuíam) o mesmo problema: a falta de amor próprio.

Um grupo no Facebook foi criado e em menos de 3 meses já contava com mais de mil mulheres (sim, apenas mulheres), que compartilhavam seus amores, desamores, vida profissional, desabafos sobre distorção de imagem e muito mais do que você possa imaginar. A causa foi longe e se tornou esta festa linda que eu pude participar em 18 de fevereiro no hotel Grand Mercure Riocentro. O melhor da festa? Todas com roupa de banho SEM IMPORTAR O TIPO DE CORPO. Porque é isso que o grupo surgido do blog celebra: a autoestima acima de tudo! Se você está bem com o seu corpo, não importa o que as pessoas digam, você se basta!

Foram quatro horas de conversas, risadas, encontros, desabafos e muita, mas muita diversão. Eu, como amiga das meninas, fiquei tão feliz e tão realizada com este projeto que precisava escrever sobre. Eu precisava falar que me senti completamente à vontade com meu biquini (coisa que não acontece na piscina no prédio). Me senti feliz ao ver tantas mulheres se ajudando e se amando acima de tudo. Vovó sempre dizia e mamãe sempre diz: “Antes de amar qualquer pessoa você precisa se amar primeiro”E isso foi aplicado com maestria na grupo do Facebook, na pool party e é aplicado todos os dias no blog: f-utilidades.com.

Não era para celebrar Carla ou Joana, não era para celebrar uma marca específica, não era para comemorar milhões de seguidores em alguma rede social: Era para celebrar a melhora e a autoestima das mulheres ali presentes, era por uma causa, era por algo muito maior que perdurará neste novo rumo que o Futi tomou. Um encontro feito para as leitoras que viraram amigas que se fizeram um grupo de ajuda que eu tenho a honra de fazer parte.

E sabe a minha alegria? Em saber que empresas como a Bio Extratus apoiou a causa sem pensar duas vezes. “Sim, vamos ajudar! Sim, estaremos presentes neste momento de mudança com o Futilidades”. Na minha cabeça isso vai além de vender produtos, vai além de comercializar cosméticos, isso vai ao encontro da necessidade das mulheres atuais. Não queremos mais engolir forçadamente aquele padrão que a mídia nos impõe. Não queremos mais tentar, a todo custo, sermos perfeitas porque o mundo diz que aquele é o corpo ideal. São poucas, MUITO POUCAS as marcas que abraçam uma causa como esta e desta forma.

Ver as meninas testando os produtos no cabelo, usando as escovas, conhecendo tudo com sorriso nos lábios me fez feliz. Feliz porque eu também trabalho neste meio há muito tempo; e sei o quanto é difícil ajudar uma mulher dita fora do padrão a se sentir linda. E as meninas não fizeram isso com uma, mas com várias. O meu orgulho vai onde? LÁ NO CÉU!

Se quiserem ver com detalhes cada etapa, cada passo desta festa linda, só acessar o Futilidades que estará recheado de fotos, textos e muito, mas muito conteúdo para você sair de lá se sentindo a mais diva do mundo. Ou, no Instagram, use a hashtag #paposobreautoestima e #paponapiscina que você se encantará com as fotos e depoimentos. Ah! O grupo no Facebook é fechado, mas com amor e carinho as solicitações serão aceitas (apenas de mulheres e se tiverem realmente interesse em participar e contribuir com seu depoimento ou mesmo ajudando as amigas).

O post de hoje foi escrito com o maior amor do mundo. Falei de amigas que amo e deram um show. Desculpem se por algum momento rasguei um pouco de seda, mas como não fazê-lo com esta felicidade que sinto em mim? hahaha

Mil beijos
Mah

 

Paulistana de 28 anos completamente apaixonada pela família. Formada em marketing mas escolheu trabalhar com beleza, que é o que lhe encanta. Fala feito louca, ri descontroladamente e quer apenas ajudar as mulheres a se sentirem lindas.

Maraisa Fidelis

Paulistana de 28 anos completamente apaixonada pela família. Formada em marketing mas escolheu trabalhar com beleza, que é o que lhe encanta. Fala feito louca, ri descontroladamente e quer apenas aj...

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