Naturalmente Bonita

Desabafo de uma gorda que namora

11.jun.2018

Prazer, esse é o Rodrigo. Nós nos conhecemos no dia 1o de janeiro de 2016, no sítio da minha família. Ele é primo da noiva do meu primo, que inclusive vão se casar neste mês de junho. Conversamos bastante nesse dia, trocamos mil ideias, jogamos truco, bebemos cerveja. Eu adicionei Rodrigo no facebook. Ele puxou papo e pediu meu whatsapp. Ele me convidou pra sair. Eu sugeri cinema. Começamos a nos falar todos os dias e sair pelo menos uma vez por semana. Desde o primeiro dia em que nos conhecemos, nunca deixamos de nos falar nem um diazinho. Em março começamos a namorar, nunca lembro o dia certo, ele sempre puxa minha orelha por isso.

Não sou muito de expor meu relacionamento nas redes sociais por uma questão minha mesmo, de querer preservar um pouco essa parte da minha vida. Mas, de uns tempos pra cá, senti necessidade de falar sobre um assunto específico que eu não sabia o tanto de mulheres que são atingidas por ele: o fato de uma gorda namorar um cara magro. Ou simplesmente mais magro que ela. Ou mais forte, enfim. Rodrigo é 100% adepto de academia, se deixar vai até sábado e domingo. Mesmo assim, nunca me cobrou nada com relação ao corpo ou afins, nem eu o cobro também.

Desde que ele começou a aparecer um pouco em stories, fotos no meu perfil pessoal, marcações com amigos e até mesmo no encontrinho que fiz aqui em BH, muitas mulheres vieram me perguntar sobre como namorar sendo gorda, como não basear qualquer frustração amorosa no peso, como não se sentir pra baixo por causa de questões do corpo. E pra mim é muito simples: eu não sou só um corpo.

Rodrigo não me vê só como um corpo, apesar de ter certeza que ele gosta do meu. Nosso relacionamento definitivamente não é pautado na base da perfeição. Ele é pautado nos memes que a gente se marca no facebook, nos rolês com nossos casais de amigos que a gente tanto ama, no sushi que a gente marca de vez em quando no meio da semana pra sair da rotina, nas séries que a gente maratona no fim de semana e quase afunda o sofá de tanto ficar deitado.

Quando a gente cria um relacionamento baseado apenas na estética, a chance dele ruir é gigantesca. Isso não quer dizer que não precisa ter atração física. Mas quem somos nós pra falar o tipo de pessoa que atrai outra pessoa? Quem somos nós pra pautar que apenas um tipo de corpo deve ser desejado e qualquer outro deve ser infeliz no amor eternamente e nunca será amado? Difícil engolir, mas fácil de entender, né?!

Nunca consegui pensar na idéia de que seria infeliz pra sempre por ser gorda. Muito menos que alguém me trocaria por outra pessoa dentro do padrão apenas por estética. Aliás, se existe alguém que faz isso, essa pessoa é babaca. Até porque, padrões mudam, beleza passa e o que fica é o que temos dentro da gente. Então, vamos aproveitar esse dia 12, namorando ou solteira, culpando menos nosso próprio corpo e nos amando mais pra depois entregar amor a outras pessoas.

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Pelo direito de poder vestir o que você quiser!

20.abr.2018

Outro dia me peguei pensando, após uma aula de consultoria de moda, o tanto que nós mulheres somos cobradas socialmente com relação ao que vestimos. Se estamos muito arrumadas, dizem que estamos tentando demais. Se estamos mais básicas, nos chamam de relaxadas. Se queremos usar peças da moda, somos escravas da mídia. Se queremos ficar de pijama o dia todo em casa, somos desleixadas.

Mesmo que inconscientemente, pensamos no que vamos usar em uma festa, no trabalho ou simplesmente para ir à padaria. Afinal de contas, o ato de se vestir é diário e obrigatório, tornando assim algo importante no nosso dia a dia. Mesmo a pessoa menos ligada às tendências precisa se vestir de acordo para determinada ocasião. E foi aí que me peguei pensando: até quando o que eu visto diz respeito a mim mesma ou diz respeito apenas ao que esperam de mim socialmente?

Quantas vezes você já se pegou vestindo uma peça apenas pensando no que o outro ia pensar de você? Quantas vezes você montou um look genuíno, que exprime sua personalidade de verdade? Mesmo que as regras de etiqueta existam, mesmo que alguns costumes devam ser mantidos em situações formais, por que deixamos nossa opinião de lado e damos voz aos outros?

Me questionei e cheguei à conclusão de que, muitas vezes, damos voz a essas ideias por medo de rejeição social, medo de não se sentir aceito e não fazer parte do grupo. Daí, quando paramos pra observar, vemos várias pessoas iguais, padronizadas, sem personalidade. Por que não exprimir sua personalidade em suas produções do dia a dia?

Não, não estou dizendo pra ir de chinelo para o trabalho ou de jeans para um casamento. Estou dizendo apenas para que a gente pare de se preocupar tanto com o olhar que outras pessoas terão para nossas produções. Tomemos para nós o direito de poder vestir o que a gente quiser em situações que nos permitam isso. Que a gente se permita usar e ousar peças que nos deixem confortáveis e estilosas, do jeitinho que sempre quisemos, sem medo do que o outro vai pensar a respeito. Que a gente seja realmente livre para comprar as peças não apenas por tendência ou para nos encaixarmos no padrão e sim por gostarmos dela. E que tomemos posse do nosso direito de usar a moda em nosso favor, sem nos tornarmos escravas dela.

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Encontrinho em BH com bate-papo e troca de experiências

23.mar.2018

O dia 17 de março poderia ser um sábado normal, mas resolvi fazer um encontrinho com minhas seguidoras das redes sociais e leitoras do blog (que completou 6 anos!). Eu planejei o evento para que fosse um momento de bate-papo sobre autoestima feminina, moda plus size, beleza inclusiva e tudo que temos direito. Não queria que fosse um evento chato, onde as pessoas vão para tirar foto e já vão embora. Realmente arquitetei tudo para que pudéssemos trocar experiências e conhecer gente nova, que estão na mesma sintonia de busca por autoconhecimento que eu tanto falo no blog.

E não é que deu certo? Escolhi marcar o nosso encontro em um shopping de fácil acesso em BH, assim todo mundo poderia participar. Cheguei no local 1h antes do marcado para início do evento e, pra minha surpresa, já tinham chegado várias meninas. Fiquei espantada com o número de mulheres maravilhosas que apareceram lá naquela tarde de sábado. Ao todo foram mais de 70 pessoas para esse bate-papo incrível!

Tratamos de assuntos como empoderamento feminino, relacionamento amoroso e familiar, gordofobia, preconceito, pressão estética, feminismo e muito mais. Pude conhecer muitas mulheres que, assim como eu, estão se conhecendo cada dia mais e se entendendo donas do próprio corpo e das próprias escolhas. Bati na tecla do respeito que devemos ter conosco, que muitas vezes é deixado de lado quando ouvimos algum comentário de gente próxima.

Outro assunto que me perguntaram foi sobre marcas inclusivas, que realmente encabeçam projetos para todo tipo de mulher, respeitando as diferenças. Realmente, hoje em dia é muito difícil diferir o que é genuíno da marca e o que ela faz apenas para gerar buzz e converter em vendas. Conversei sobre o assunto e dei o exemplo mais próximo da minha realidade, que é a Bio Extratus, que além de respeitar o meio ambiente e ser extremamente sustentável, apoia todo tipo de beleza feminina.

No final, todas saíram com produtos da marca para testar em seus fios. Foi um encontrinho muito gostoso e emocionante em diversos momentos. Espero que em breve eu consiga promover mais e mais desse tipo de evento, para que a gente consiga sempre trocar experiências e conhecer gente engajada na causa.

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Como meu cabelo influencia minha autoestima

14.mar.2018

Quantas vezes seu cabelo acordou diferente do que você gostaria (nem por isso estava feio) e seu humor mudou, sua cara emburrou e você nem quis sair?

Lidar com o cabelo de uma forma mais leve e certeira é algo que precisamos aprender. Vou falar um pouco de mim e quem sabe você se identifica.

Sempre fui apaixonada por cabelo. Desde bem pequena, brincava de tranças, rabos e coques com minhas tias, que tinham longos cabelos pretos, abaixo da cintura, lindos, pesados e volumosos. Tenho recordações tão lindas dos cabelos delas!

Porém, geneticamente eu não herdei esse traço da família. Puxei os fios finos e delicados do meu pai. Pensa na frustração de uma criança que queria ser a Rapunzel e o cabelo nunca que crescia.

Ao longo da vida, fui aprendendo a lidar com isso. Na fase da minha adolescência, comecei a usar novos produtos, máscaras de hidratação, leave-in e, aos poucos, meu cabelo e eu fomos nos entendendo.

Na fase adulta, após algum tempo e muito ganho de peso, decidi fazer cirurgia bariátrica. E o que aconteceu com meu cabelo? CAIU, caiu muito, caiu horrores, achei que ficaria sem ele! Quantas pessoas não ficam sem cabelo por problemas de saúde, não é mesmo? É um momento muito delicado para a autoestima de qualquer um.

A frase “o cabelo é a moldura do rosto” é clássica. Então, como eu ficaria sem uma? Eu não sabia como seria essa nova moldura, mas ela aos poucos foi ressurgindo. Com dois anos de cirurgia, meu cabelo voltou a ficar mais forte e a crescer. Porém, sempre fininho e o comprimento dele não passava dos ombros. A forma também mudou, deixou de ter leves cachos para ondas.

Foi aí que decidi colocar megahair e para mim, uma apaixonada por cabelos, a vida mudou.

Tudo aquilo que imaginei sentir quando tivesse um cabelão eu realmente senti quando coloquei meu mega. Ter um cabelo mais longo (na altura do fecho do sutiã) mais pesado, com caimento, me fez ver como a “tal moldura” não é do rosto e sim da autoestima.

O cabelo hoje para mim é muito mais que apenas um “capim que cresce na cabeça” é realmente um acessório de beleza.

Cuido muito bem dos meus cabelos. Há quem diga que megahair faz mal aos fios, mas eu uso cola de queratina e não concordo com isso. Quando eu tiro o aplique, meu cabelo apenas está como era antes. A verdade é que ficamos acostumadas ao cabelo cheio, longo e volumoso e quando tiramos dá a impressão de ter menos, mas ele apenas voltou a ser como era.

Depois do mega, o amor pelo meu cabelo voltou e recentemente até arrisquei mudar a cor. Saí do loiro com luzes bem clarinhas para o 6.7 da Bio Extratus Color e me descobri ainda mais jovem, bem e feliz!

Mudar a cor fez com que eu me visse de uma forma diferente e mais bonita. Daqui pra frente, quero mudar ainda mais e curtir o meu cabelo, sem ficar na neurose com ele.

Agora já aprendi a cuidar, a tratar, a escovar da forma correta e a me divertir com ele.

 

Me conte um pouco a sua relação com seu cabelo. Como ele te faz feliz?

Beijão.

Andreza Goulart é de Itajubá, MG , tem 36 anos, casada, mãe de um menino de 1 ano e 9 meses chamado Leonardo e da gata Amora. Começou a falar sobre beleza há quase 10 anos, no YouTube e também no seu blog por estar passando uma fase difícil que foi a perda de sua mãe. Falar sobre um assunto que gosta a fez uma pessoa mais leve e feliz e a melhor maneira era de incentivar a pessoas a se sentirem mais bonitas também.

Desde então vem falando sobre beleza e não consegue mais parar. Que caminho maravilhoso que escolheu, não é mesmo?

Andreza Goulart

Andreza Goulart é de Itajubá, MG , tem 36 anos, casada, mãe de um menino de 1 ano e 9 meses chamado Leonardo e da gata Amora. Começou a falar sobre beleza há quase 10 anos, no  posts de Andreza

Naturalmente bonita no Dia da Mulher!

7.mar.2018

Com a aproximação do Dia Internacional da Mulher, eu me vi pensando no quão desafiador é ser mulher, para mim. Não posso falar em nome de outras pessoas, mas eu fui criada sob pressões distintas. Forças opostas me levavam a uma série de pensamentos, na maior parte das vezes, paradoxais. Eu precisava ser magra, pois as pessoas só namoravam e casavam com pessoas magras. Eu precisava ser bonita, afinal era praticamente uma obrigação moral e ética. Mas eu também precisava falar línguas, estudar, tirar boas notas no colégio, passar no vestibular, ingressar numa boa faculdade, arrumar um bom trabalho e não depender de homem nenhum (nem de marido, nem de pai). Eu precisava ser bem-sucedida, eu deveria criar uma família, não ter babá, ser boa filha e despontar na carreira, além do óbvio: ser bonita enquanto fazia tudo isso.

Nossa, quanta pressão!

Me dei conta de que eu fui criada para ser uma SUPERMULHER e acho que no meio disso fui me tornando uma SUPERBAGUNÇA.

O que eu não sabia era que eu não estava sozinha. Todas as mulheres, das mais perfeitas às imperfeitas – aos meus olhos – têm suas inseguranças, mas como somos condicionadas a não expor nossas fragilidades, muitas vezes não sabemos que sofremos todas dos mesmos pensamentos venenosos.

Não é à toa que eu vejo tanta mulher em quadro de ansiedade ao meu redor. Fomos criadas para buscar patamares inatingíveis em tudo, da beleza ao intelecto. Quanta pressão para ser uma mulher no mundo em que eu acreditava existir: magra, cabelo bem cuidado, unha feita, bom namorado, ir bem no trabalho, dividir a conta, não depender, estudar, fazer pós, ser promovida, casar, ser mãe, criar seu filho com sabedoria, levar no colégio, visitar os pais, viajar nas férias, ensinar a comer bem, não deixar assistir porcaria, ser bonita, cuidar do marido, ir pro trabalho e viver repetidamente funções acumuladas.

E quando eu teria tempo de ser eu? Quando poderia me conectar comigo e descobrir do que eu gosto? Enquanto essa pressão era uma verdade, eu me pegava ali: gostando do que me educaram para gostar, pensando o que eu considerava ser o socialmente aceito e fazendo qualquer sacrifício para alcançar esse padrão de beleza tantas vezes inatingível. Eu fiquei doente, muitas outras ainda ficam e poucas de nós conversamos sobre isso.

Com o avanço do feminismo começamos as desconstruções e, aos poucos, bem aos poucos mesmo, foi possível começar a falar daquilo que nos aprisionava. De cara ficou claro que muitas compartilhávamos das mesmas vulnerabilidades, da mesma sensação de pressão.

Alisa o cabelo daqui, faz dieta restritiva dali, coloca unha postiça, contorna o rosto, afina o nariz, exagera na maquiagem e busca parecer tão bonita quanto aquela menina que ainda passa 10 filtros de aplicativo antes de postar a foto. Faz tudo isso, malha de novo, não atrasa no trabalho, junta dinheiro, viaja e volta, tudo sem perder o emprego, tudo tendo de ser inteligente.

De novo, quanta pressão.

Aos poucos percebi que, para a sociedade na qual eu fui criada, ser bonita é mesmo importante. Não posso ser hipócrita e dizer que não me preocupo com isso, que não me preocupo com meu corpo, meu cabelo ou com o reflexo como um todo no espelho. Entretanto, eu não preciso atender ao padrão nos moldes impostos por essa sociedade adoecida, me contento com a beleza que hoje vejo por meio dos meus olhos menos rígidos, um pouco mais flexíveis.

Eu mudei, passei a cuidar de mim de forma diferente, a ver beleza onde antes não enxergava e busquei um novo olhar sobre tudo na minha vida, um ponto de vista amoroso e acolhedor. Entendi que posso estar produzida e poderosa em um dia, da mesma forma que livre e simples em outro. O cabelo poderia ser bonito secando ao vento ou modelado na escova, da mesma forma que preso em um penteado ou naturalmente solto. Claro que ele também pode ter um dia ruim e não ficar bonito de jeito nenhum, tá tudo bem. O importante é que isso não muda nada, tampouco me define. Ser mulher é muito além disso.

Adoro me sentir poderosa, afinal quem não gosta? Adoro ter um tempo para cuidar de mim, da minha pele, do meu cabelo e da minha maquiagem, mas nesse Dia Internacional da Mulher queria reiterar que não precisamos ser perfeitas. Pode ser divertido cuidar da beleza, mas não devemos transformar isso em novas prisões. Muitas vezes condicionamos a nossa felicidade a estar bonita de um jeito padronizado e esquecemos que existem os mais variados conceitos de belo. No fim, mais importante do que a estética é lembrar que a beleza é uma espécie de estado de espírito, uma energia que agente emana. Um borogodó que vem de dentro.

 

Pare e reflita. Passe um tempo com você. Olhe para dentro e você vai descobrir a mulher que você realmente quer ser, não a que esperam de você.

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de relacionamento, comportamento e autoestima e busca se enxergar cada vez mais com um olhar mais amoroso e acolhedor. Sua bandeira? Incentivar uma busca pelo amor próprio.

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalment...

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