Naturalmente Bonita

Celebrando uma marca onde o Dia do Meio Ambiente é todo dia!

5.jun.2018

Quando entrei nesse mundo do mercado de beleza, anos e anos atrás, eu nunca parei para pensar na responsabilidade das marcas em relação ao meio ambiente. Na verdade, nunca tinha parado para refletir como o impacto ambiental da produção do que consumimos pode ser repensado de forma que a gente estabeleça uma relação saudável com o planeta. Sendo muito sincera mesmo, eu nunca tinha parado para pensar no assunto até a visita que fiz à fábrica da Bio Extratus no ano passado.

Eu já sabia que a marca havia ganhado prêmios importantes relacionados ao meio ambiente (ISO 14001 pela excelência do Sistema de Gestão Ambiental, o VII Prêmio Hugo Wernek de Sustentabilidade e também do Prêmio ABIHPEC – Beleza Brasil, na categoria Sustentabilidade). Também sabia que o investimento em energia elétrica autossustentável (https://bioextratus.com.br/bio-extratus-torna-se-empresa-auto-sustentavel-em-geracao-de-energia-eletrica/) eram diferenciais importantes para uma empresa que assume sua responsabilidade ambiental nos 365 dias do ano. Também já sabia que a Bio Extratus não realiza testes em animais, participa de projetos para recuperar nascentes de rios e proteger a mata nativa, além de controlar os resíduos sólidos da produção. Isso já era o suficiente para me deixar orgulhosa de ser uma das embaixadoras da marca.

No dia da visita que fiz à fábrica (http://f-utilidades.com/2017/10/30/fabrica-bio-extratus/), pude ver com meus próprios olhos as placas fotovoltaicas – que captam a luz solar para gerar energia. Vi também o esquema de tratamento de água e o lago com água de reuso, cheio de peixes nadando. Mas mais do que isso, pude ver a verdadeira conexão com a natureza que eles criaram em Alvinópolis. E, a partir desse dia, vi como sou uma privilegiada de ter essa marca como uma das parceiras mais antigas do blog.

É muito bonito celebrar o Dia do Meio Ambiente dizendo que vai plantar umas árvores ou doar dinheiro para ONG ambientais – a essa altura do campeonato, qualquer ajuda para manter nossa natureza plena é válida – mas naquela visita pude entender que manter a promessa da sustentabilidade não é tarefa das mais fáceis. Por isso mesmo, eu fico feliz e orgulhosa de estar aqui escrevendo este post para vocês.

Todo esse ambiente quase utópico que acontece na fábrica não é algo barato de se fazer. Numa das conversas que pude ter com o Sr. Lindouro, um dos diretores da Bio Extratus e o responsável pelo Projeto Sol Nascente, eu perguntei sobre os anos que demoram para ter um retorno financeiro nesse tipo de investimento. E a resposta que eu tive diz muito sobre a conduta da marca e a sua responsabilidade ambiental: ele contou que a previsão para que esse investimento se pague é de 7 a 10 anos, mas que a melhor recompensa já acontece hoje, quando se analisa os danos que a fábrica deixa de gerar ao meio ambiente por causa de toda essa estrutura sustentável implantada.

Por isso, nesse dia do Meio Ambiente, queria fazer minha parte e contar para vocês um pouco de tudo que eu sei sobre os valores ambientais que a Bio Extratus pratica e como ela consegue aliar produtos de qualidade e tecnologia com respeito à natureza. Porque é valorizando esses gestos e enaltecendo marcas que procuram fazer a diferença no dia a dia que a gente consegue ir, aos poucos, mudando o mundo.

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de relacionamento, comportamento e autoestima e busca se enxergar cada vez mais com um olhar mais amoroso e acolhedor. Sua bandeira? Incentivar uma busca pelo amor próprio.

Joana Cannabrava

Carioca solteira no Rio de Janeiro, libriana, viciada em produtos de cabelo, e blogueira do Futilidades. Fala principalment...

O amor corajoso é vulnerável

21.maio.2018

Oiii maravilhosas!!!

Vim compartilhar algo com vocês que tenho refletido muito nesses últimos tempos…

Estava lendo um livro que recebi num treinamento chama “Brave Love” | “Amor Corajoso” e logo no início define: o amor corajoso é vulnerável.

Já faz um tempo que venho analisando a minha vida em todos os aspectos: no meu trabalho, como mulher, esposa, filha, cidadã, amiga… E percebi o quanto tenho sido vulnerável. Mas aí pensei: será isso positivo ou negativo?

Li um outro texto que fala, “ser vulnerável é importante para progredir” e que vulnerabilidade significa que seu coração e sua cabeça estão dispostos a aceitar as emoções que surgem quando se vive uma vida plena.

Uau! Quem não quer uma vida plena?

Num primeiro momento, ser vulnerável parece ser um sinal de fraqueza, até soa como se você não tivesse opinião. Mas na verdade quando você abre o seu coração e está disposta ser “melhorada”, ser “refinada”, ser uma pessoa melhor, é preciso ser vulnerável. É tão importante estarmos abertas a ouvir outras ideias, e não fechar a “cabeça” para o novo. Sempre temos a aprender. Sempre.

Deus se tornou tão vulnerável ao homem entregando o seu amor maior através do Seu filho. Um grande exemplo pra nós.

Precisamos ser sinceras com a gente sobre o que sentimos, pensamos e entender o que está em nosso coração. Um conselho bacana que encontrei no texto foi: falar sobre o que a torna vulnerável é uma maneira excelente de começar. Saber quais são os motivos que a levaram a isso a ajudará a se manter acessível ao que existe de bom, se sentir mais alegre e deixar para trás a tristeza que tem vivido.

Meu desafio para você essa semana é: abrir o coração e liberar toda a dor que existe aí dentro e dar espaço para aquilo ou pessoas que te fazem bem. E que essa vulnerabilidade seja revertida em positividade!!!

Um beijo enorme e depois me conte se você é uma pessoa vulnerável.

 

Ah! Alguns dias atrás, depois que eu já tinha feito essa reflexão sobre vulnerabilidade, uma amiga compartilhou um vídeo da Brene Brown e ela analisa, após anos de profunda pesquisa, como o fator vulnerabilidade se revela decisivo para as interações humanas, o senso de comunidade e, mais amplamente, para a capacidade humana de sentir empatia e pertencimento.

É, acho que vale ainda mais reflexões nesse assunto. Podemos sempre melhorar. Assista ao vídeo, é muito bom!

 

Bjokas da Japa e até a próxima :*

Érika Okazaki é Jornalista especializada em Design de Moda, Consultora de Imagem formada pelo IRCNY – Image Resource Center of New York. Abriu a própria fábrica de confecções aos 17 anos e adora empreender. Desde 2009 atua na área de comunicação com o Programa Na Moda, que já passou pela TV Bandeirantes PR, Record PR e Record News Internacional – Europa e África. Érika também é professora da Pós Graduação, palestrante e ministra Workshops de Moda e Imagem.

Érika Okazaki

Érika Okazaki é Jornalista especializada em Design de Moda, Consultora de Imagem formada pelo IRCNY – Image Resource Center of New York. Abriu a própria fábrica de confecções aos 17 anos...

Ahhh as mães… naturalmente inspiradoras!

11.maio.2018

Há um ano eu escrevia o post de Dia das Mães para o Naturalmente Bonita. Quando fiquei com a responsabilidade de escrever novamente, em 2018, na hora aceitei. Que honra! Falar sobre mãe é algo que mexe demais comigo porque tenho uma relação muito próxima com a minha. É a mulher que admiro, que me inspira, que me orgulha e ainda por cima minha melhor amiga. <3

Faz tempo soube que Dia das Mães só perde em vendas para o Natal e não é para menos! (Ainda acho que deveria vender mais que no Natal hahaha) Pensar em homenagear de alguma forma, por mais simples que seja, aquela figura que te criou com tanto carinho e amor, que se doou por e para você, que não mede esforços para te ver crescer e voar longe é uma forma de agradecer toda essa trajetória.

Percebam que neste momento eu não foquei na figura feminina com mais ou menos 30 anos a mais que você. Nem sempre mãe é aquela de comercial de margarina. Pode ser sua avó, seu tio, irmã mais velha, seu pai… Mãe é quem cria! Quem oferece o amor incondicional que deixa marcas para o resto de nossas vidas.

Penso que, quando for mãe, quero ser ao menos um décimo do que minha mãe é. Uma mulher forte, elegante, inteligente, carinhosa, vaidosa, coerente, divertida e linda. Sou uma aquariana que não se apega tanto assim às datas. Por que né? Aquário tende a ser da pá virada e não seguir regras ou convenções sociais. Mas mamãe significa tanto pra mim que eu tenho imenso prazer e satisfação em poder escrever para ela.

Tento ser cada dia melhor, ainda deslizo diversas vezes e me arrependo piamente depois. Quando aumento a voz sem necessidade, quando não respondo algo ou ainda quando perco a paciência. “MARAISA TÁ LOUCA?” Sim! Totalmente louca. Porque o mundo gira e lá atrás quando eu não sabia nada da vida foi mamãe quem me ensinou pacientemente, quem me respondeu (e ainda responde) as trocentas perguntas que faço por dia, quem fala no tom mais sereno possível em todos os momentos (mesmo dando bronca).

Peço desculpas, mãe! Peço desculpas não pela data, mas por olhar amplamente o significado de ser mãe. Por entender de maneira macro como você se desprendeu de si para criar Monalisa e eu. Por saber que erro e você continua sendo a mãe mais carinhosa e amiga deste mundo todo.

Agradeço por vir para a Terra e escolher nascer nesta família. Todos nós temos um aprendizado. Pode ser que hoje não entendamos, mas com certeza uma hora o motivo surge e nossas batalhas nos deixarão mais fortes. E, nesses momentos, nossas mães estarão conosco, seja física ou espiritualmente. Sempre com aquele papel de colocar a mão nas nossas costas e dizer “vai, porque qualquer coisa eu te seguro.”

O quão mágico e especial é este sentimento de ser mãe? Eu ainda não sei. Mas quero dar valor antes mesmo de saber, porque que é surreal, é.

Que nesta data nos lembremos não apenas do presente, da ligação no celular ou da mensagem fofa nas redes sociais. Mas que estejamos presentes com aquele olhar compreensivo, com mais paciência e com aquele abraço gostoso que deixa a vida naturalmente bonita!

 

Beijos

Paulistana de 28 anos completamente apaixonada pela família. Formada em marketing mas escolheu trabalhar com beleza, que é o que lhe encanta. Fala feito louca, ri descontroladamente e quer apenas ajudar as mulheres a se sentirem lindas.

Maraisa Fidelis

Paulistana de 28 anos completamente apaixonada pela família. Formada em marketing mas escolheu trabalhar com beleza, que é o que lhe encanta. Fala feito louca, ri descontroladamente e quer apenas aj...

O que torna minha mãe naturalmente inspiradora

4.maio.2018

Me peguei pensando outro dia no tanto que minha mãe me inspira, naturalmente. Seria pelo seu jeito engraçado, de fazer piada com tudo? Seria pelo olhar que, só de cruzar com o meu, já entendemos a situação, sem precisar de palavras? Seria pela nossa cumplicidade e sinergia que a fazem ser minha melhor amiga? Ainda não sei ao certo, mas resolvi reunir 5 aprendizados que recebi da minha mãe e que a tornam naturalmente inspiradora. Espero que gostem.

 

Ser independente

Não sei ao certo qual foi a primeira vez que ouvi da minha mãe que eu nunca deveria depender de ninguém. E olha que ela não falava isso apenas financeiramente não. Ela sempre me ensinou (e ao meu irmão) que não devemos esperar por nada de outras pessoas e que sempre precisamos correr atrás do que é nosso. Desde tarefas básicas do dia a dia, até juntar uma grana para realizar um sonho, ser independente se tornou minha principal meta em qualquer atividade. Palmas para mamãe!

 

Nunca desistir dos meus sonhos

Que clichê, hein? Mas não poderia deixar de mencionar uma época crucial na minha vida, em março de 2012. Resolvi criar o blog em busca de autoconhecimento e de ter um espaço para me comunicar. Mamãe entendia de blog? Não. Entendia de mídias? Muito menos. Mas ela nunca me botou pra baixo. Pelo contrário, sem entender nada, ela já enaltecia cada trabalho feito. Hoje vejo que essa força dela foi minha escada para alcançar os meus principais objetivos nesses 6 anos do Cinderela de Mentira.

 

Acreditar em mim mesma

Se tem uma pessoa que acredita em mim, no meu potencial e no meu trabalho é a minha mãe. Obviamente eu não quero decepcioná-la em momento algum da minha vida. Por isso, essa confiança dela em tudo que eu faço me impulsiona a ser a melhor versão de mim mesma. Não apenas para agradá-la ou superar a expectativa dela, mas para fazer o que eu realmente quero, apenas com a força e a crença que ela tem em mim.

 

Não deixar pra ser feliz depois

Desde que eu me entendo por gente, minha mãe é gorda, assim como eu. Já a vi fazendo dietas, já a vi tentando mudar essa realidade. Mas nunca, NUNCA a vi deixando passar uma oportunidade de ser feliz com seu próprio corpo. Nunca a vi se escondendo na praia ou piscina. Nunca a vi deixando de usar algo que queria, por medo do que os outros iam pensar. Nunca a vi deixando de sair com as amigas ou com a família para se esconder. Esse foi o meu maior exemplo de que não somos apenas um corpo. Somos muito mais do que isso.

 

 

Inspirar pelo exemplo

Acho que, quando falamos de pessoas naturalmente inspiradoras, falamos de exemplo. Pra mim, não adianta a pessoa falar mil coisas e não praticá-las em seu dia a dia. Minha mãe me inspira todos os dias com sua rotina, sua garra e eficiência no trabalho, seu jeito engraçado de lidar com as adversidades, seu compromisso comigo e com meu irmão, seu jeito espontâneo de falar coisas que viram meme na família… enfim. Com um exemplo desse em casa, não teria como eu não ser a filha mais feliz do mundo.

 

 

Queria desejar um feliz dia das mães a todas as mamães naturalmente inspiradoras e te convidar a compartilhar: o que torna a sua mãe inspiradora?

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, resenhas com opiniões reais sobre produtos acessíveis e conteúdo sobre autoestima e feminismo. Ana sabe que “estar na moda” é captar a essência do que é tendência e transferir para seu estilo, deixando sua marca em cada peça e independente do tipo de corpo. Hoje trabalha com consultoria de moda e imagem, marketing digital e com produção de conteúdo em seu blog Cinderela de Mentira.

Ana Luiza Palhares

Sempre muito comunicativa, Ana Luiza nunca teve vergonha de mostrar quem é e o que pensa. Adora escrever textos sobre moda inclusiva e empoderamento feminino, hoje produz looks do dia plus size, rese...

Por um mundo com menos competição feminina

2.abr.2018

Por muito tempo eu descobri que, mesmo sendo uma pessoa com muito mais amigas do que amigos, a competição feminina era minha companheira inseparável. Aquela que estava ali, do meu lado, sussurrando sempre no meu ouvido como outras mulheres eram melhores que eu.

 

Na começo da adolescência eu me intimidava com a menina que tinha o cabelo mais bonito, que era mais magra, que era mais popular. “Como alguém vai olhar para mim se eu não sou ela?” “Como deve ser a vida dela?” Fui descobrir muito tempo depois que essa mesma menina popular que me intimidava também se sentia insegura ao olhar pra mim por outros motivos. Motivos que eu não via como feitos ou qualidades na época.

 

Do meio para o final adolescência, quando os namorados, os rolos e as paqueras (ainda existe esse nome? É crush que fala agora, né?) começaram a surgir, a competição feminina me apresentou para a sua prima-irmã, a rivalidade feminina, que alimentou todo tipo de ciúme e insegurança. A menina que estava falando com o menino que eu estava de olho com certeza era a maior mau caráter. E a que ficou com o namorado da minha melhor amiga – mesmo não sabendo que ele estava namorando? Vagabunda, claro, tem que esfregar a cara dela no chão (olha o nível de maturidade desse conselho).

 

Foi preciso eu cair na cilada de um dos meninos mais bonitos da série, junto a mais 3 outras meninas, para entender as variadas nuances dessa competição e o tamanho da roubada que seria se eu entrasse nessa. Foi preciso eu arrumar um namorado com fama de pegador e que nunca tinha namorado sério e receber mensagem de ex-ficante (linda, por sinal) me parabenizando pelo namoro, mas contando como foi incrível transar com ele, para eu entender que nem sempre existe um lado mais frágil nessa balança. Todas as mulheres caem nas garras da competição.

 

Aí fui para a faculdade, onde a pressão de mostrar-me talentosa, criativa e dona de uma futura carreira brilhante pegou feio, me deixou completamente insegura e justamente aí eu cedi ao papo da competição. Passei 4 anos da minha vida achando meus trabalhos uma droga se comparado com o de outras pessoas, ou melhor, mulheres. Passei esses anos todos querendo ser tão estilosa como a menina que fazia aula de ilustração comigo, ou ter um armário tão legal quanto da garota que fazia aula de história da moda. Poxa, por que eu não era talentosa como aquela menina que fez a melhor apresentação da aula de Gráfica? Demorou anos para eu entender que gastei uma energia preciosa da minha faculdade me comparando e competindo com outras mulheres, e era uma competição soltária, que vinha apenas do meu lado. Me prometi que nunca mais faria isso.

 

Mas fiz. Mundo de blog pode ser um caminho traiçoeiro. Ainda mais mundo de blogs de moda. Era sempre uma história de “por que ela conseguiu pegar esse trabalho e eu não?” “Por que ela está fazendo sucesso e eu não, se fazemos o mesmo conteúdo?” “Será que é porque ela é magra e eu não?” “Será que é porque aquela blogueira ali é mais bonita?” Estar em um mercado competitivo com tantas mulheres abriu espaço para a competição feminina aparecer novamente na minha vida. Mas meu mundo se abriu quando eu entendi que tem espaço para todas, que o padrão até existe e é cruel, mas ele não é importante se seu conteúdo conectar-se com suas leitoras.

 

Era um foco no lugar errado novamente e, depois que criamos o #PapoSobreAutoestima, comecei a ver tantas outras mulheres compartilhando suas histórias e percebi que não dá mais para focar no lugar errado.

 

Desde então, tem sido maravilhoso enxergá-las de sua forma mais genuína. Não importa se são mais bonitas, mais talentosas, mais inteligentes, mais articuladas, mais famosas. Todas nós temos nossas particularidades, nossas inseguranças, nossas histórias, nossos medos e nossas superações. E, no fim das contas, tantas coisas são parecidas, que fico me perguntando por que e pra que focamos nas nossas diferenças, justamente naquilo que faz cada uma de nós ser especial e única? Chega.

 

A gente não precisa disso, eu não preciso disso e certamente você também não.

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, sempre procurando um equilíbrio saudável entre a vida de mãe e de mulher.

Carla Paredes

Carioca morando em Nova York, mãe do Arthur e blogueira do Futilidades. Fala principalmente de moda, beleza e autoestima, ...

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