Naturalmente Bonita

O refrigerante e a sua amizade preto e branca com a saúde

2.dez.2015

Não adianta ouvir o aviso do pai, da mãe, da tia distante, das amigas próximas ou o sinal de fumaça do cachorro. Quando não se quer ouvir ou ver algo, ninguém consegue fazer escutar ou enxergar. O refrigerante é um desses casos!

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Nós sabemos que um copo gelado, pode salvar o humor do dia, mas os refrigerantes, em geral, contém:

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  • pouquíssimos nutrientes para o organismo
  • excesso de açúcar
  • contribui para o aumento de peso
  • pode colaborar para doenças cardíacas

Disso tudo, todos nós sabemos. Mas há uma grande quantidade de informação que ainda está do lado negro da força e que você aprenderá agora.

  1. DE COLHER – uma lata de refrigerante contém, em média, 18 colheres de açúcar.
  2. CRESCEU MUITO – o consumo de refrigerante cresceu 400%.

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  1. NOVAS ESCOLHAS – as pessoas estão substituindo água e leite por sucos industrializados e refrigerantes.
  2. DO COMBO – refrigerante sempre vem acompanhado por um lanche de fast-foods.
  3. FAZ TEMPO – nos anos 70, o refrigerante era agrado de fim de semana, mas hoje, se tornou hábito diário.
  4. MITO SURPRESA – refrigerante não vicia, pois os níveis de cafeina são moderados.

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  1. NASCER SABENDO – bebês e crianças pequenas, de dois anos, em média, já experimentaram a bebida.
  2. CIGARRO É MAIS – tomar refrigerante é menos prejudicial do que fumar.

Mesmo assim ainda é irresistível. Mas também é importante dizer que essas informações não tem o propósito de tendenciar ou recriminar qualquer comportamento. Apenas, é bom saber.

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Carboidratos e exercício físico

18.nov.2015
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Muitos pacientes sabem que pode ser necessário comer carboidratos antes, durante e após o treino, mas muitos não sabem a real função deles.
Então vamos esclarecer essa dúvida:
Pré-exercício físico: tem o objetivo principal de armazenar energia para utilização durante o exercício na forma de glicogênio hepático e muscular, já que quanto maior for a concentração deste no início da atividade física, melhor será o rendimento. Destaca-se que o período que antecede a prática não deve ser pensado somente como o momento imediatamente antes do treino/prova, mas sim as 24 ou 48 horas anteriores.
Durante o exercício físico: tem o objetivo principal de diminuir a taxa de uso do glicogênio hepático e muscular, que passa a ser crítico para os momentos finais do exercício.
Após o exercício físico: tem o objetivo principal de repor os estoques de glicogênio hepático e muscular, mas ressalta-se que esse momento não se traduz somente pelo período próximo ao término da modalidade, mas sim todo aquele que antecederá a realização da próxima sessão de treino/prova.
Deu pra ver que o mais importante é ter uma alimentação saudável como um todo, e não se alimentar corretamente somente antes ou depois do treino.
Portanto, a avaliação de um nutricionista é fundamental para que você atinja seus objetivos com mais facilidade e rapidez. Só ele é capaz de montar um plano alimentar personalizado pra você, com os carboidratos certos, considerando seu estilo de vida e o tipo de atividade física que você pratica.

 

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricion...

Parece saudável, mas não é

11.nov.2015

Para muitos, fazer supermercado é uma aventura. Um prazer inexplicável que começa quando os olhos passam pelas informações: “zero gordura”, “light” ou “menos calorias”.

Quando esses produtos pulam da gôndola para o carrinho de compras, a satisfação, mesmo antes de comê-los, está completa.

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Mas nem sempre o que parece, realmente, é. Vários deles aparentam ser naturais, leves e fazer bem à saúde, mas não tem um valor nutricional tão importante para o corpo. Podem fazer um efeito contrário, atrapalhando o funcionamento do organismo.

OLHE COM OUTROS OLHOS

  1. CHOCOLATE COM MAIS CACAU – as opções com chocolate amargo e sem açúcar são ideais para trazer ganhos à saúde.

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  1. MANTEIGA OU MARGARINA – escolha sempre a manteiga, pois a margarina é totalmente industrializada. De qualquer forma, consuma esse item em pequenas quantidades.
  1. BARRA DE CEREAL – as conhecidas barrinhas de cereal contêm xaropes de frutose, que as deixam mais gostosas, mas também menos saudáveis.
  1. PÃES INTEGRAIS – fique atento aos rótulos, pois para ser considerado uma fonte de fibras deve ter 2,5 gramas por porção.

 

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Amor declarado por eles, os temperos

28.out.2015

Depois que eles chegaram para fazer parte da cozinha, ela nunca mais foi a mesma. Nem ela e nem os pratos que antes eram preparados apenas com sal refinado.

Nada contra essa relação entre o sal e todas as comidas do mundo. Apenas há uma forma mais gostosa, fresca, saudável e apetitosa de preparar um menu.

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Veja quais são esses temperos, para incrementar, ainda mais, o seu prato principal.

MANJERIÇÃO – aroma e sabor marcante que combina com saladas, massas e sopas. Pode reduzir os níveis de colesterol.

OREGANO – cheiro é inconfundível, é perfeito para massas, carnes ou batatas. Possui a ação de acalmar e diminuir dores de cabeça.

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ALHO – um sabor que nenhum outro tem, pode ser picado ou amassado e também cai muito bem quando refogado no azeite. Possui muitos minerais e vitaminas.

CEBOLA – tem que queira vê-la bem longe, mas picadinha, em rodelas, batida no liquidificador, ela pode ser refogada no azeite. Tem vitamina C e ação anti-inflamatória.

HORTELÃ – sensação de frescor, especial para pratos ou líquidos, ideal para acrescentar a saladas, patês e sucos de outras frutas. Contém fibras e ferro.

 

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Óleos vegetais e gorduras animais (parte 2): a polêmica da manteiga e da margarina

9.set.2015
Dando continuação ao post anterior, falaremos agora sobre as gorduras animais. São elas: manteiga, manteiga ghee, margarina e banha de porco.
imagem 1Manteiga, manteiga ghee e margarina:

Manteiga: feita apenas de creme de leite e corante urucum (a sem sal).
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Margarina: feita à base de óleos vegetais, água, sal, leite, estabilizantes, emulsificantes, conservadores, acidulantes, aromatizantes, corantes, antioxidantes – totalmente industrializada. Na margarina Qualy Light, foram encontrados no rótulo mais de 20 ingredientes.
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Manteiga ghee: é a manteiga, porém sem a lactose. Também chamada de manteiga clarificada. Como fazê-la: coloque a manteiga para esquentar no fogo até formar uma espuma (que é a lactose). Basta remover essa espuma e você tem a manteiga ghee. Uma boa opção para os intolerantes à lactose.
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Manteiga – R$ 5 a embalagem de 200 g.
Margarina – R$ 4 a embalagem de 500 g.
Banha de porco:
Na verdade, a banha tem uma composição perfeitamente balanceada com cerca de 40% de gordura saturada e 45% de gordura monoinsaturada.
Portanto, não é gordura saturada pura como muitos acreditam. Esse é outro mito feito pela indústria dos óleos vegetais para descredenciar essa gordura e acabar vendendo mais óleos vegetais.
Estudos atuais mostram que a gordura saturada não é prejudicial à saúde como se acreditava antigamente, devendo fazer parte (10%) de nossa alimentação.
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Como comprar: não vale a banha vegetal ou gordura hidrogenada encontrada nos supermercados. É NECESSÁRIO LER A LISTA DE INGREDIENTES. Se o único ingrediente for gordura suína, ok. Se for gordura vegetal hidrogenada, não compre!
Para pensar: nossos avós cozinhavam com banha de porco e não tinham nem metade dos problemas cardiovasculares dos dias atuais!
R$ 8 a embalagem de 1 kg.
Agora vamos a outra polêmica…
Manteiga ou margarina?
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Manteiga! De acordo com o novo guia alimentar, a manteiga está muito mais para alimento do que a margarina, que está mais para produto alimentício.
A margarina, por ser uma gordura hidrogenada, possui ácidos graxos trans reconhecidos hoje como os grandes responsáveis pelas doenças cardiovasculares. Só que nos anos 2000 retiraram a gordura trans da margarina através de um processo chamado interesterificação. Esse processo modifica a ordem dos ácidos graxos na molécula. A composição da gordura continua a mesma, mas sem gerar ácidos graxos trans em grande quantidade.
Além disso, esse novo tipo de produto alimentício pode conter resíduos químicos e radicais livres. Estudos indicam que a gordura interesterificada diminui o HDL e aumenta os níveis sanguíneos de glicose e insulina.
Então, não temos como saber se a gordura trans foi realmente retirada ou se ainda existe em pequena quantidade, pois até 0,2 g por porção a ANVISA permite que não seja discriminada no rótulo.
Parece pouco, mas….
A recomendação diária de gordura trans pela OMS é de 2 g/dia, o que pode ser facilmente ultrapassada se não estiver identificada corretamente no rótulo dos alimentos.
Como saber se a gordura trans ainda existe: basta ler o rótulo. Se algum dos ingredientes for “gordura hidrogenada” pode saber que ela ainda existe, mesmo que seja em pequenas quantidades.
Qual a melhor opção para usar em nossa rotina diária?
Para cozinhar: azeite virgem, óleo de coco, manteiga, banha de porco.
Para fritar (imersão): azeite virgem, óleo de coco. São óleos mais caros, então o ideal é não fritar os alimentos – use o forno e asse!
Para temperar: azeite extra-virgem.

Para saber mais sobre nutrição, acesse www.renatarodriguesoliveira.blogspot.com

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricion...

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