Naturalmente Bonita

Qual a melhor forma de consumir o tomate?

27.mar.2015

Você tem dúvidas sobre qual é a melhor forma de consumir o tomate? Acha que é melhor cru ou cozido? Será que o molho de tomate faz bem?

A nutricionista Renata Rodrigues, colunista do Naturalmente Bonita escreveu uma matéria bem completa explicando qual a melhor forma de consumir esse saboroso alimento e por quê.

Molho de Tomate

 

O tomate e os alimentos produzidos a partir dele, guardadas as devidas perdas com o calor, é rico em folato, vitamina C e potássio. Com relação aos fitonutrientes, o caroteno mais abundante no tomate é o licopeno, possuindo ainda fitoquímicos traços como o beta-caroteno, o gama-caroteno, fitoeno e fitoesteróis. Apesar do licopeno de não ser um precursor da vitamina A, o interesse neste carotenóide cresceu em anos recentes devido aos estudos que o associam à diminuição do risco de doenças cardiovasculares e câncer.

O licopeno, como os demais carotenóides, se encontra em maiores quantidades na casca dos alimentos, aumentando consideravelmente durante o seu amadurecimento.

Tomate cru ou processado?

O consumo do tomate processado é melhor que o consumo do tomate cru, devido à maior absorção do licopeno, em decorrência da ação do tratamento térmico, que é capaz de romper as paredes celulares resistentes desse vegetal.

A gordura também facilita a absorção do licopeno. A ingestão de molho de tomate cozido em óleo resultou em um aumento de 2 a 3 vezes na concentração sérica de licopeno um dia após sua ingestão, mas nenhuma alteração ocorreu quando se administrou suco de tomate fresco.

Confira uma dica de como fazer um molho de tomate rápido e fácil:

molho de tomate 1

Molho de tomate 2

 

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricion...

Você sabe se alimentar corretamente à noite?

18.mar.2015
salada com frango grelhado e azeiteAssunto recorrente no consultório, muitos me perguntam o que devem comer à noite. A principal queixa é que, com o excesso de trabalho e cansaço, nem sempre dá para preparar alguma coisa.
Em vista disso, lá vai uma dica rápida:
Como a grande maioria não almoça em casa, quando você for ao restaurante à quilo de costume faça uma marmitinha com alguns peitos de frango grelhados. Guarde na geladeira até voltar pra casa e, chegando lá, ele pode ter várias utilidades, como:
1. Sanduíche. Basta acrescentar tomate, alface (sempre tem em casa), queijo cottage misturado com ervas (faça uma pastinha) e pronto.
2. Omelete. Recheie com o frango picadinho e coloque queijo, creme de ricota e ervas à gosto.
3. Salada. Pegue todas as folhas e legumes que você tiver em casa e acrescente o frango. Tempere com aceto balsâmico.
4. Tapioca. Recheie com o frango, tomate, requeijão zero e orégano. Fica uma delícia!
5. Molho de macarrão. Cozinhe um pouco de massa integral, acrescente tomate, ervas, azeite e o frango.
Vale lembrar que essa dica pode também ser feita com carne moída ou bife de boi, facilmente encontrados em qualquer restaurante à quilo. Viu como é fácil alimentar-se corretamente e sem ter trabalho? Fica a dica!

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricion...

Azeite: tudo que você precisa saber

25.fev.2015
O azeite de oliva é uma excelente fonte de compostos fenólicos como as lignanas, fitosteróis (B-fitosterol), além de possuir altas concentrações de ácido oléico (w-9, monoinsaturado). Segundo a União Européia, a classificação do azeite de oliva é a seguinte:
  • EXTRAVIRGEM: acidez de 0,8 %, extração a frio, prensagem no máximo 24 horas após colheita.
  • VIRGEM: acidez entre 0,8 a 2%.
  • VIRGEM LAMPANTE: acidez superior a 2%. Destinado exclusivamente para uso industrial, numa mistura com outros azeites de oliva.
  • REFINADO: azeites com grau de acidez superior a  2% submetidos ao refino com produto resultante de acidez não superior a 0,3%. O azeite refinado não é vendido aos consumidores e destinam-se exclusivamente a utilização industrial, ou seja, são misturados com outros azeites de oliva.
  • AZEITE DE OLIVA: Mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens (extra, fino ou lampante). O grau de acidez final não pode superar a 1%.
Para azeites, o termo “acidez” não se refere ao pH, mas sim à quantidade de ácidos graxos livres.  Deste modo, quanto menor a acidez, menor a susceptibilidade à oxidação e melhor a qualidade. O azeite extravirgem é superior aos demais por ter menor acidez e maiores quantidades de compostos fenólicos, responsáveis por grande parte de sua ação funcional gerando maiores benefícios à saúde.
Dentre as propriedades atribuídas ao azeite de oliva estão a ação antioxidante e hipotensora (ajuda na diminuição da pressão arterial devido aos compostos fenólicos) e alterações favoráveis no perfil lipídico, reduzindo portanto o risco de doenças cardiovasculares.
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Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

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Aveia: qual o melhor tipo?

4.fev.2015

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A aveia é um cereal de alta qualidade nutricional, fonte de proteínas e lipídios como o ácido oléico e linoléico, além de vitaminas antioxidantes e fibras solúveis como as β-glucanas. Diversos estudos têm demonstrado que dietas suplementadas com farelo de aveia promovem uma redução significativa do colesterol sérico total e LDL (o famoso colesterol “ruim”).
Existem diferenças entre as β-glucanas do farelo e do endosperma. As β-glucanas.do farelo produzem soluções com viscosidade mais alta e apresentam maior concentração de proteínas e outros carboidratos do que as soluções de β-glucanas do endosperma.
Farinha, farelo, flocos…qual o melhor tipo para consumir?

Em 1998, pesquisadores brasileiros que analisaram a aveia produzida em nosso país verificaram que o farelo de aveia apresentou concentração significativamente maior de β-glucanas do que outras formas de processamento. Isto é devido ao fato que o farelo é produzido principalmente com as camadas mais externas dos grãos, onde estão presentes maiores quantidades de parede celular.

Atualmente, o farelo de aveia é o alimento disponível no mercado com maior teor de β-glucanas, sendo considerado um dos alimentos com ação mais potente em relação a diminuição dos níveis de colesterol sanguíneo.

Como consumir? Em sucos, vitaminas, bolos, pães, misturados ao iogurte são algumas das inúmeras formas de incluir esse superalimento à sua dieta diária.

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricion...

Vitamina D, obesidade, diabetes e hipertensão

21.jan.2015

Atualmente, a insuficiência/deficiência de vitamina D tem sido considerada um problema de saúde pública no mundo todo, em razão de suas implicações no desenvolvimento de diversas doenças, entre elas, o diabetes melito tipo 2 (DMT2), a obesidade e a hipertensão arterial.

A deficiência de vitamina D pode predispor à intolerância à glicose, a alterações na secreção de insulina e, assim, ao desenvolvimento do DMT2. Esse possível mecanismo ocorre em razão da presença do receptor de vitamina D em diversas células e tecidos, incluindo células-β do pâncreas, no adipócito e no tecido muscular.

Em indivíduos obesos, as alterações do sistema endócrino da vitamina D são responsáveis pelo feedback negativo da síntese hepática da vitamina e também pelo maior influxo de cálcio para o meio intracelular, que pode prejudicar a secreção e a sensibilidade à insulina.

Na hipertensão, a vitamina D pode atuar via sistema renina-angiotensina e também na função vascular. Há evidências de que a vitamina D inibe a expressão da renina e bloqueia a proliferação da célula vascular muscular lisa. Estudos demonstram que 10% a mais de vitamina D no organismo podem diminuir em 8% as chances de se ter hipertensão.

É encontrada nos óleos de peixe, carnes de boi, frango, gema de ovo, fígado, leite, manteiga, nata; portanto, inclua essas fontes em sua alimentação diária além de consultar seu nutricionista para saber como está a sua dosagem.

E você? Já sabe como está a sua dosagem de vitamina D?

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Nutricionista formada na UNI-BH, Renata sempre se preocupou com a forma física e com hábitos alimentares saudáveis. Possui cinco pós-graduações concluídas e uma em curso – em Manejo Nutricional na Cirurgia Bariátrica. Fez diversas especializações relacionadas à obesidade (incluindo aulas de culinária), preparando-se para oferecer um tratamento completo, eficaz e o mais importante: duradouro.

Renata Rodrigues

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