Naturalmente Bonita

Tênis: cinco tendências pra usar já!

23.jul.2018

Não é de hoje que o tênis ganhou nossos pés e nossos corações. Ele já vem fazendo sucesso há muitas e muitas temporadas e, cada vez mais, podemos dizer que ele não vai embora tão cedo. Aliás, acho que o mais certo seria dizer que ele não vai embora.

É claro que o conforto é o ponto principal desse amor incondicional, mas tem outras características que o colocam no patamar de hit: é que ele consegue ser usado com uma variedade enorme de peças, assim como é um calçado capaz de deixar qualquer look mais interessante e com “atitude”, sabe?

Evidentemente, não é de se estranhar que as marcas invistam, cada vez mais, em novas propostas desse calçado. Por isso, separei as cinco principais que vêm por aí nos próximos meses, apostas democráticas, onde tudo tem seu espaço garantido, desde o branco basiquinho, até o superelaborado e exótico.

Bora conhecer? Vem!

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DAD SNEAKERS – em uma tradução literal, dad sneakers significa “tênis do papai”, mas esse tipo ganhou também outros nomes, como chunkyugly. Falando do modelo em si, ele nada mais é do que o tênis com aquela pegada mais de treino, de academia mesmo, muitas vezes com cores bem chamativas. A proposta de styling aqui é apostar em combiná-lo com peças inusitadas, como itens de alfaiataria, look hi-lo, etc.

Louis Vuitton, Fiever

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CORES & ESTAMPAS – OK, o tênis branco é o queridinho e, sim, continua em alta na moda, mas isso não quer dizer que não exista – e muito! – espaço para cores e estampas. Aliás, as cores fortes, bem chamativas mesmo, vão aparecer com bastante frequência nos tênis da temporada, resultando até em modelos formados por blocos de cores. Para quem gosta de estampas, elas estarão presentes também, seguindo uma cartela de cores mais vibrantes ou mais neutras.

Vans, Vert

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LETTERING, SKETCHES E LOGOMANIA – é claro que a gente vai encontrar boas opções de tênis básicos, casuais e minimalistas nos próximos meses, porém a forte inspiração na customização/personalização estará mais presente do que nunca. Além de ver os logotipos e os nomes das marcas gravados nos tênis, veremos patches, principalmente feitos com cristais, sketches (desenhos que parecem esboços), desenhos abstratos inspirados no grafite, etc.

Dolce & Gabbana, Moleca

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FLATFORM/PLATAFORMA – não é porque o tênis, por natureza, é mais informal e confortável que não seja possível “ganhar” alguns centímetros a mais com ele. Com essa característica, entram em cena os tênis com solado inteiriço, do tipo flatform ou plataforma. Totalmente branco ou multicolorido, esse tipo de solado consegue agregar uma personalidade impactante ao calçado, para quem não tem medo de arriscar e ousar!

Vizzano, Via Marte

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TRICÔ TECNOLÓGICO – mais anatômico, capacidade de oferecer uma boa ventilação e boa adaptação à forma individual de cada pé são os pontos positivos traduzidos agora nos tênis feitos em tricô tecnológico, sejam eles em cano baixo ou médio. Inclusive, esse tênis de cano médio já começa a ser chamado de tênis-meia, como uma consequência direta das sock boots (botas-meia), forte aposta que vimos aparecendo muito neste outono-inverno/2018.

Arezzo

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E aí, já sabe qual é sua tendência preferida? Conta pra mim!

 

Fonte das imagens: fornecidas pelas respectivas marcas

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

A moda é fútil?

22.jun.2018

Acho que posso dizer que, desde que comecei a trabalhar como consultora de moda, ou ainda, desde que comecei a estudar moda, ouço comentários sobre a futilidade da área, de como é um ambiente corrosivo, cheinho de afetação, ostentação e apreço pelo luxo.

Não vou negar que a moda tem, sim, essa veia de glamourização – ridícula, em minha opinião! – que só quer saber de mostrar “riqueza”, que trata roupas, sapatos e acessórios como artigos descartáveis, que rapidamente ficam “fora de moda”. É verdade, isso existe, sim!

Mas, quando a gente para pra pensar que a roupa que a gente veste pode servir como uma tradução de quem nós somos, do que nós acreditamos e das ideias – e ideais! – que queremos compartilhar com o mundo… ah, aí tudo muda. É nesse momento que a gente pode usar a moda como uma ferramenta útil a nosso favor, de forma que ela seja capaz de levantar nossa autoestima e de expressar, exatamente, o nosso EU.

Não à toa, restrições e regras que existiam no mundinho da moda não “pegam” mais. Quem ainda se importa com isso, pode ter certeza, está ficando pra trás.

Com isso, é muito bom perceber que o street style ganhou as passarelas e o coração das pessoas, que o conforto foi elevado à categoria máxima (vide o sucesso do tênis), que existe uma preocupação ambiental na fabricação das peças e que, cada vez mais, passamos a usar a moda como um recurso de empoderamento para nosso dia a dia.

E, gente, é tão bom ter esse empoderamento nas nossas mãos! Acho que não existe liberdade maior do que vestir o que a gente quer, quando e como a gente quer, abraçar e usar as tendências de moda que mais curtimos e que mais têm a ver com nosso estilo.

De verdade, é tão bom usarmos as peças que valorizam nosso corpo e nossa alma… Isso é fútil? Acho que não, pois acredito que, quando estamos felizes dentro de uma roupa, nos sentimos mais corajosas e mais confiantes para trilhar nosso caminho rumo aos nossos sonhos. Não precisa de luxo, não precisa de ostentação, precisa de carinho com nós mesmas, precisa amar seu corpo do jeito que ele é – acima ou abaixo do peso, alto ou baixinho – significa se olhar no espelho e gritar “sou perfeita, gostosa e vou arrasar!”

Porque, sinceramente, não existe nada mais prejudicial pra nossa autoestima do que se jogar em uma roupa desconfortável, que não tem nada a ver com nosso jeito de ser – ou pior, quando a gente veste alguma coisa pra agradar alguém e acaba deixando de lado quem realmente somos. Mas, ó, é claro que é muito legal a gente vestir aquela blusa ou aquela saia, por exemplo, pra agradar o mozão e se sentir irresistível dentro dela. O errado é a gente se anular pelo outro, se sentir mal “em nossa pele”… aí não tem como dar certo, né?

Resumindo, no final das contas, o que vale mesmo não é usar aquela peça que custou uma fortuna e que vamos suar muito pra pagar, mas, sim, se sentir arrasando, vestindo a roupa que você escolheu com o coração, que te faz sentir poderosa e alegre, e que você nem teve que morrer uma grana exorbitante nela. Diz aí: não é bom demais poder falar “amiga, essa blusinha só custou R$ 20,00 e não tiro mais do corpo!”, “customizei meu tênis e nem precisei gastar com isso”, “reformei aquela calça jeans e agora ela parece novinha”.

Aquilo, né: no fundo, a gente não precisa “rapar” o bolso pra se sentir plena!

Fontes das imagens:

Divulgação, Versace, Chanel, Harper’s Bazaar, Diversity, Wookmark

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

Cinco jaquetas pra arrasar no outono/inverno 2018

23.maio.2018

Talvez você já tenha ouvido por aí que a terceira peça é aquela que faz toda a diferença no look, né? Mas, afinal, o que vem a ser essa tal de terceira peça?

É verdade que a terceira peça pode ou não ser um item fundamental na hora de fechar a composição. Mas, sem dúvida, ela é um ponto capaz de amarrar toda a produção, fazendo com que exista um sentido mais amplo e detalhado no visual. Trocando em miúdos, depois de escolher uma peça para a parte de baixo e uma para a parte de cima do corpo, ou seja, duas peças, você opta por incluir uma terceira, que pode ser traduzida em jaquetas, blazers, coletes, cardigãs, boleros, trench coats, entre outros.

 

 

É claro que, em nosso verão extremamente tropical, nem sempre conseguimos incluir uma terceira peça no look – se parar pra pensar, o colete é um dos poucos itens que transita bem nos dias mais frios e nos dias mais calorentos. Por isso, é no outono/inverno que, em algumas regiões brasileiras, conseguimos apostar na terceira peça, principalmente nela, na jaqueta, que é o tema deste bate-papo de hoje.

Por isso, separei cinco modelos que podem funcionar muito bem para finalizar o look, deixando-o mais interessante e até mais atualizado. Alguns modelos são clássicos, mas outros são pura modinha dos últimos anos. Vem conferir!

 

1. Jaqueta jeans alongada

É evidente que a jaqueta jeans é um clássico do guarda-roupa e poder contar com uma para chamar de sua é sempre uma boa pedida. Para esta temporada 2018, o modelo alongado é aquele que está em alta, principalmente em jeans com lavagens mais claras, assim como propostas que contam com algum tipo de detalhe, como puídos, rasgos, tachas, patches, grafites, etc.

 

2. Jaqueta perfecto ou biker

Conhecida por sua pegada rebelde, com origem ligada aos motociclistas da Harley Davidson, dá pra dizer que, apesar da ousadia desta jaqueta, ela é do tipo raro que consegue transitar com certa facilidade por looks mais arrumadinhos ou mais casuais. Geralmente feita em tecidos mais resistentes, como couro ou suede, por exemplo, ela conta com zíperes, gola transversal e botões, principalmente, botões de pressão.

 

3. Jaqueta puffer

Famosa por ser a jaqueta dos esportes de inverno, a puffer é a conhecida jaqueta com “enchimento” e, por conta disso, é um modelo capaz de agregar bastante volume ao corpo. Geralmente feita em nylon, pode ser opaca ou ter acabamento brilhante como o vinil, assim como pode surgir em tons mais neutros ou bem mais chamativos, sendo sempre, porém, o foco de atenção de qualquer look.

 

4. Parka

Nesses tempos oversized que a moda atual vive, não é de estranhar que a parka, jaqueta alongada e ajustada na cintura por cordões e cintos, com bolsos amplos e várias tiras, esteja em alta e em evidência. Assim como acontece com a perfecto, a parka também é uma jaqueta versátil, que consegue compor ótimos looks casuais ou mais formais, tudo dependendo do tipo de material do qual é feita, assim como do nível de formalidade das outras peças que, junto com ela, fazem parte do look.

 

5. Jaqueta bomber

Em alta há algumas temporadas, a jaqueta bomber – que tem pegada esportiva evidenciada pela aplicação de elásticos nos punhos e na cintura – não dá sinais de ir embora tão cedo. Totalmente casual, ela é capaz de acrescentar um toque de modernidade a qualquer look, atualizando até os combos mais formais.

 

E então, vai se jogar na jaqueta? Qual modelo é o seu preferido? Conta aí nos comentários!

 

Fonte das imagens: Renner e Pinterest

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

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Vermelho: a cor mais quente do outono/inverno 2018

18.abr.2018

Apesar da Pantone ter eleito o roxo Ultraviolet como a cor do ano, é o vermelho o tom mais quente do outono/inverno 2018. Ele aparece em roupas, calçados, bolsas e demais acessórios, compondo, inclusive, looks all red.

Sei que é uma cor abraçada pelas fashionistas, mas ainda temida por grande parte das pessoas. Por isso, resolvi montar um miniguia sobre “como usá-la”, com dicas e não regras (xô, obrigações!), bem simples e fáceis de colocar em prática no dia a dia.

Acredite: a cor vermelha não é um bicho de sete cabeças e pode ser uma poderosa aliada na hora de criar looks nada óbvios.

 

1. VERMELHO + TONS NEUTROS

Pode parecer óbvio, mas a forma mais fácil de tirar um pouco do impacto do vermelho é misturando-o a tons neutros. Mas… qualquer tom neutro vale? Sinceramente, tem aqueles “mais-mais”, que harmonizam melhor no look. Anota aí os coringas: cinza, bege, marinho, branco, camelo e, às vezes, o preto, já que ele pode pesar.

 

2. BLEU, BLANC, ROUGE – OU NAVY

Azul, branco e vermelho. Não é à toa que essas cores fazem parte da bandeira da França, país reconhecido por ter a moda em seu DNA. Esses três tons harmonizam muito bem entre si e, na maior parte das vezes – perigoso generalizar, né? – funcionam muito bem no look, criando composições sofisticadas. Valem a aposta!

 

3. VERMELHO + ROSA (… e mais algumas cores!)

Essa combinação consagrada dá muito certo e, justamente por isso, andou circulando bastante em “looks do dia” nos últimos meses. Pode ser o ponto de partida para quem quer ousar na combinação de cores, mesmo que só um pouquinho. Mas, olha, vale anotar que o vermelho também é “parceirão” do laranja, do roxo (vale também lilás!) e do azul – mesmo que seja aquele azul beeemm clarinho!

 

4. VERMELHO NA TERCEIRA PEÇA

A terceira peça, que pode ser um casaco, jaqueta, colete, cardigã, etc, pode ser a solução que faltava na hora de arrematar o look… e, por que não essa solução ser justamente um item vermelho? No inverno, quando a gente costuma andar mais “encapotada”, as sobreposições são super bem-vindas e, aí, por exemplo, um casaco vermelho pra fechar – ou lacrar! – o look, pode ser a pedida certa pra deixar a composição bem mais interessante!

 

5. VERMELHO NOS ACESSÓRIOS

Como falei lá no início, algumas pessoas podem se sentir inseguras na hora de usar o vermelho – e, ó, tudo bem, hein? O que importa é se respeitar, seguir seu estilo e não dar bola pra modinhas! Mas, ainda assim e apesar dessa insegurança, sempre tem aquelas pessoas que morrem de vontade de usar a cor. Nesse caso, o que eu digo? Vá em frente! Arrisca e se joga! Assim… por que não começar a usar vermelho no acessório, transformando-o no ponto de cor (e de destaque!) no look? Esse item, sem dúvida, vai atrair a atenção do olhar e vai deixar a composição totalmente atualizada.

 

6. ALL RED

Sem dúvida, usar um look completamente vermelho, da cabeça aos pés, é a proposta mais ousada desta temporada. Não tem regra certinha pra essa composição e a melhor dica para aderir a essa tendência é se olhar no espelho, ver se existe harmonia no look e se você se sente feliz com ele. Mas vale a pena prestar atenção em pequenos detalhes, que podem fazer uma boa diferença, ou seja, deixar uma boa parte de pele à mostra e optar por sapatos de salto e ponta fina, já que o vermelho pode achatar. Além disso, é sempre mais fácil optar pelo all red quando a gente investe em tons avermelhados mais fechados, como o vinho, por exemplo.

 

Mas, agora, conta aí: você gosta de vermelho? Vai aderir a essa tendência?

 

Fontes das imagens:

Pinterest, Elle USA, Wachabuy, StyleCaster, Glitter Guide, People, Pinterest.

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

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É tempo de… XADREZ!

12.mar.2018

Acho que não é nenhuma novidade associar o xadrez ao outono-inverno. Então, talvez, a princípio você possa ter estranhado um pouco o assunto desta publicação, com o título informando que o xadrez é tendência. Afinal de contas, nos dias mais frios do ano, é bem comum a gente ver pessoas usando essa padronagem.

Bem, OK, o xadrez é um clássico, que não sai de moda e dificilmente vai compor um look com cara de ultrapassado. Mas, o que acontece agora é que o xadrez volta a estar em evidência. Por isso, vamos encontrar peças assim “printadas”, com mais facilidade nas coleções da temporada.

Para os próximos meses, vale dizer que qualquer xadrez estará em alta, mas tem alguns que serão mais hype que outros, assim como haverá pequenas apostas que vão aparecer aqui e ali. Abaixo, incluí os principais padrões para o outono-inverno. Deixei de fora aqueles que têm uma pegada mais primaveril, como o Madras, que é um xadrez bem colorido, assim como o Vichy que, depois de ter aparecido muito no verão, acabou saturando, sabe?

 

     1. Príncipe de Gales – imortalizado pelo príncipe Edward VIII, esse xadrez é o padrão básico da alfaiataria. Por ser neutro, compõe looks mais clássicos ou até mais descolados, já que funciona perfeitamente para fazer misturas de estampas.

 

2. Tartan – padronagens variadas, criadas para identificar e diferenciar os clãs escoceses por seus kilts. Esse tipo de xadrez conta com diversas variações de cores, sendo as mais tradicionais feitas em vermelho, verde ou azul.

 

3. Buffalo – sabe o Vichy? Então, o Buffalo é um Vichy ampliado, digamos assim. Ele também é formado por quadrados, mas quadrados maiores, geralmente em uma composição com preto e outra cor, que pode ser vermelho, azul, branco…

 

4. Argyle – formado por losangos de duas cores que são atravessados por linhas fininhas. Talvez esse seja o xadrez menos popular, que ficou por um bom tempo esquecido pelas mulheres, aparecendo bem mais no guarda-roupa masculino. Ainda assim, ele não sai de moda e, muitas vezes, é fácil encontrá-lo em peças que vão muito além de camisas e calças, como meias e sapatos, por exemplo.

 

 

5. Pied-de-Poule e Pied-de-Coq – ao lado do Príncipe de Gales, esses também estão entre os xadrezes mais clássicos e mais fáceis de usar no look, já que, geralmente, aparecem em uma combinação de preto e branco. Pra entender a diferença entre um e outro, a tradução do francês para o português diz tudo: “pied-de-poule” quer dizer “pé de galinha” e “pied-de-coq” quer dizer “pé de galo”, por isso, respectivamente, um é pequeno e o outro é grande.

Imagens 1 e 2: pied-de-poule.    Imagens 3 e 4: pied-de-coq

 

 

6. Burberry – criado pela ultrafamosa label britânica, essa combinação de linhas em fundo bege (podendo aparecer também em fundo branco, preto, cinza, entre outros) é o xadrez que carrega em si a tradução do glamour e da sofisticação em seu DNA. Por outro lado, é uma das criações fashionistas mais copiadas e falsificadas do mundo.

 

 

Essas serão as principais padronagens que veremos no outono-inverno.

Mas conta aí: qual é seu xadrez favorito?

 

Fontes: Be Daze Live, Net-a-Porter, ShopStyle, Wachabuy, Society 19, Vogue USA, Daddy Parra, Fashion Best, Mango, Burberry

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como produtora cultural, gerenciou projetos em órgãos públicos como na Embaixada da Espanha em São Paulo e no Museu da Cidade de São Paulo. No O Avesso da Moda é criadora e editora-chefe do blog.

Mirian Herrera

É consultora de moda, coolhunter e personal stylist formada em Propaganda & Marketing pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em moda pelo Studio Berçot (Paris) e pelo SENAC-SP. Como p...

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